Radar do mercado

Santander (SANB11), Lojas Renner (LREN3), Itaú (ITUB4) e outros destaques desta segunda (13)

13 jul 2026, 9:48 - atualizado em 13 jul 2026, 9:49
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(Imagem: REUTERS/Kacper Pempel)

Os juros sobre o capital próprio do Santander (SANB11), o pagamento de dividendos pela Lojas Renner (LREN3) e outras empresas, e o exercício de opção de recompra de Letras Financeiras perpétuas no valor de R$ 1,4 bilhão pelo Itaú Unibanco (ITUB4), são alguns dos destaques corporativos desta segunda-feira (13).

Confira o radar do mercado

Santander (SANB11) aprova R$ 2 bilhões em JCP

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O conselho de administração do Santander (SANB11) aprovou na sexta-feira (10) a distribuição de R$ 2 bilhões em juros sobre o capital próprio (JCP), conforme fato relevante divulgado na CVM.

O montante bruto corresponde a R$ 0,25461 por ação ordinária, R$ 0,28007 por ação preferencial e R$ 0,53469 por unit.

Após a incidência de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), os valores líquidos ficam em R$ 0,210058 por ação ordinária, R$ 0,23106 por ação preferencial e R$ 0,44112 por unit, exceto para acionistas imunes ou isentos.

Terão direito ao pagamento os investidores posicionados na base acionária do banco ao fim do pregão de 21 de julho de 2026. A partir de 22 de julho, as ações passarão a ser negociadas na condição de “ex-JCP”.

Lojas Renner (LREN3) e Telefônica Brasil (VIVT3) pagam dividendos nesta semana

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Na semana de 13 a 17 de julho, duas companhias da bolsa brasileira pagam dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) aos seus acionistas.

Na terça-feira (14), a Lojas Renner (LREN3) realiza pagamento de JCP no valor de R$ 0,229, tanto para a ação ordinária quanto para a preferencial, com data de corte de 23 de junho de 2026.

Também na quarta-feira, a Telefônica Brasil (VIVT3) paga JCP de R$ 1,251, tendo como base os acionistas posicionados em 22 de maio de 2026.

Itaú (ITUB4) exercerá opção de recompra de Letras Financeiras perpétuas no valor de R$1,4 bi

O Itaú Unibanco (ITUB4) comunicou nesta segunda-feira (13) que exercerá em 15 de julho a opção de recompra da totalidade de Letras Financeiras perpétuas no valor de R$ 1,4 bilhão.

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As LFs Subordinadas Nível 1 foram emitidas pelo banco entre 8 e 16 de janeiro de 2019.

De acordo com o Itaú, a recompra deve ter um impacto de 0,1 ponto percentual no índice de capitalização Nível 1 da instituição.

Oi (OIBR3) assina venda de unidade de telefonia para Método Telecomunicações

A Oi (OIBR3), em recuperação judicial, formalizou a venda da unidade de serviços telefônicos para a Método Telecomunicações e Comércio.

Em fato relevante à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) divulgado na manhã de sábado (11), a operadora informou que celebrou um contrato nesta sexta-feira (10) com a vencedora do processo competitivo realizado em abril para a alienação da unidade produtiva isolada (UPI) Oi Serviços Telefônicos.

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A operação foi ajuizada pela 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro e movimentou R$ 60,1 milhões, pagos à vista.

O ativo inclui linhas de telefonia fixa residencial, a operação de números de emergência — como 190 (Polícia Militar), 192 (SAMU) e 193 (Corpo de Bombeiros) —, além da infraestrutura de torres, da prestação de serviços e manutenção de telefones públicos, da base de clientes, dos contratos de trabalho e dos acordos com fornecedores, entre outros.

Suno adquire 4,6% das ações da Gafisa (GFSA3)

A Gafisa (GFSA3) informou que a gestora Suno passou a deter 4,6% do capital social da companhia, o que corresponde a 7.235.506 ações ordinárias.

Segundo o comunicado, a Suno informou à Gafisa que o objetivo da participação societária é “estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”.

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A companhia enfrenta problemas financeiros e anunciou aumento de capital entre R$ 100 milhões e R$ 250 milhões em abril deste ano. A operação foi homologada parcialmente no final de junho.

A empresa tem, convocada para o próximo dia 16, uma assembleia geral extraordinária (AGE) para debater sobre mudanças no conselho de administração e no conselho fiscal. A convocação foi solicitada por acionistas titulares de ações ordinárias que representam mais de 3% do capital votante da companhia.

Tribunal de São Paulo defere processamento da recuperação judicial de Grupo Toky (TOKY3)

O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo deferiu o processamento da recuperação judicial de Grupo Toky (TOKY3), informou a companhia com o envio da decisão ao mercado na noite de domingo (12).

Segundo a decisão, o Grupo Toky terá de apresentar contas até o dia 30 de cada mês, sob pena de destituição dos seus controladores e administradores.

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O tribunal também decidiu suspender por 180 dias todas as execuções contra o Grupo Toky, exceto as que estejam relacionadas com créditos não sujeitos à recuperação judicial.

O Grupo Toky, resultado da combinação entre as gigantes de decoração Tok&Stok e Mobly, entrou com o pedido de recuperação judicial, em maio deste ano, citando dívida superior a R$ 1 bilhão. Segundo a companhia, o ambiente macroeconômico desafiador, especialmente para o segmento de móveis e decoração, teve impacto significativo nas vendas.

Mitre (MTRE3) vende R$ 198 milhões no 2º tri, queda de 31,9% no ano

A Mitre Realty (MTRE3) registrou vendas líquidas de R$ 198,3 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 31,9% em relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado do primeiro semestre, as vendas líquidas somaram R$ 527 milhões, recuo de 14,4% na comparação anual.

Os dados fazem parte da prévia operacional divulgada pela incorporadora nesta sexta-feira (10).

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As vendas brutas alcançaram R$ 243,5 milhões entre abril e junho, uma redução de 23,8% na base anual. Já os distratos totalizaram R$ 45,3 milhões no trimestre, alta de 60,5% em relação ao mesmo intervalo de 2025.

Segundo a companhia, o desempenho refletiu um trimestre mais desafiador, marcado pelo aumento do tempo médio para assinatura dos contratos pelos clientes e pelo elevado número de feriados no primeiro semestre, fatores que afetaram o ritmo das vendas.

Copasa (CSMG3) tem crescimento de 1% no volume de água e de 3,6% em esgoto no 2º tri

A Copasa (CSMG3) informou nesta segunda-feira (13) que os volumes medidos consolidados totalizaram 173 milhões de m³ de água e 123,5 milhões de m³ de esgoto no segundo trimestre, representando acréscimos de 1,0% e 3,6%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com a companhia de saneamento de Minas Gerais, o resultado foi sustentado pela expansão da base de clientes, que registrou aumento de 1,3% nas economias de água e de 3,0% nas economias de esgoto nos últimos 12 meses.

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*Com informações da Reuters e Estadão Conteúdo

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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