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Solana (SOL): Ainda vale a pena investir após queda de 30% no ano? Demanda empresarial pode ser catalisador de preços

16 fev 2026, 12:00 - atualizado em 10 fev 2026, 11:53
solana FTX Alameda Research
(Imagem: Crypto Times)

O mercado global de criptomoedas vive momentos difíceis, mas os especialistas ouvidos pela reportagem do Crypto Times apontaram a Solana (SOL) como uma das principais moedas para apostar em fevereiro deste ano.  

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Este conteúdo foi produzido a partir do nosso e-book de recomendações de criptomoedas para ficar de olho, lançado mensalmente pelo Crypto Times. Clique aqui e veja as principais moedas para acompanhar em fevereiro.  

Assim, na visão dos especialistas de diferentes instituições, a Solana é citada como uma das principais apostas entre as blockchains de contratos inteligentes (smart contracts) neste ciclo do mercado cripto, especialmente para investidores que buscam exposição a ativos com maior potencial de valorização. 

De acordo com o Mercado Bitcoin (MB), a rede da SOL se posiciona como a principal concorrente da Ethereum ao combinar alta eficiência, escalabilidade e custos reduzidos, sustentando um ecossistema com mais de 240 aplicações descentralizadas, incluindo finanças descentralizadas (DeFi), certificados digitais (NFTs) e soluções de infraestrutura. 

Esse dinamismo levou o valor total bloqueado (TVL) da rede a aproximadamente US$ 10,7 bilhões, o segundo maior do mercado, reforçando a relevância econômica da Solana no ecossistema cripto. 

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Além disso, cresce a adoção da SOL como estratégia de alocação de tesourarias corporativas (Digital Assets Treasuries, ou DATs), movimento que reforça a demanda estrutural pelo token e sustenta a perspectiva de desempenho positivo do ecossistema no curto prazo. 

Os pontos fortes da Solana (SOL) 

Na mesma linha, a Mynt, em sua carteira moderada, classifica a Solana como uma rede de contratos inteligentes altamente escalável e veloz, com taxas reduzidas e capacidade comprovada de suportar grandes volumes de operações simultâneas. 

Essas características favorecem aplicações mais exigentes em termos de desempenho, fortalecendo a tese de longo prazo da rede como infraestrutura base para uso em larga escala.  

Bitso destaca a Solana como uma das altcoins (criptomoedas alternativas) mais interessantes para o mês de fevereiro, especialmente para perfis dispostos a lidar com maior volatilidade em troca de potencial de valorização superior. 

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Segundo a corretora, a combinação entre infraestrutura de alta performance, taxas baixas e um ecossistema em expansão favorece o desenvolvimento de aplicações voltadas ao usuário final, DeFi e soluções de pagamento. 

Em um contexto em que o mercado volta a valorizar redes capazes de operar em escala, a SOL mantém um equilíbrio atrativo entre narrativa de crescimento e uso prático, apesar das oscilações mais intensas de preço. 

Desconto nos preços? 

Já do ponto de vista técnico e cíclico, a NovaDAX observa que a Solana foi uma das altcoins mais penalizadas durante as correções de 2025, comportamento típico de ativos com beta elevado. 

Ainda assim, a rede preservou uma base ativa de desenvolvedores e volumes relevantes de negociação, características que a mantêm entre os projetos mais dinâmicos do setor. 

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Em ciclos de recuperação, a faixa próxima aos US$ 200 é frequentemente interpretada como um nível-chave, sinalizando retomada técnica consistente e reativação do interesse por aplicações e usuários dentro da rede. 

Já a MEXC chama atenção para os fundamentos on-chain da Solana. A plataforma aponta a rede como a blockchain com maior atividade on-chain, impulsionada por volumes recordes de transações e por upgrades recentes que reduziram a finalidade para a ordem de milissegundos. 

Por fim, o crescimento expressivo de stablecoins na rede reforça o posicionamento da Solana como uma das principais camadas para pagamentos digitais, ampliando sua utilidade além do DeFi tradicional. 

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
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