Inteligência Artificial

Supermercado é obrigado a reconfigurar seu assistente de IA após reclamações de clientes

02 mar 2026, 14:07 - atualizado em 02 mar 2026, 14:07
Rede de supermercados reconfigura assistente de IA em meio a onda de ‘hate’
Imagem: Copilot (IA)

A nova febre de assistentes de inteligência artificial de grandes empresas, como a Lu, do MagaLu (MGLU3), não é exclusiva do Brasil. Do outro lado do mundo, na Austrália, uma rede de supermercados criou a “Olive” com objetivo de ajudar seus clientes em tarefas rotineiras.

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Porém, a companhia sofreu uma onda de reclamações sobre as respostas da IA, que dizia que era humana e reclamava de sua própria mãe, segundo usuários do Reddit.

Um dos clientes relatou que quando informou sua idade de nascimento, o bot respondeu dizendo que sua mãe nasceu no mesmo ano.

Além disso, outro usuário contou que Olive “começou a falar sobre memórias da mãe e sua voz zangada” e “insistia em dizer que era uma pessoa de verdade”.

Humanos não gostaram da resposta feita por humanos e quem sofreu foi a IA

Um porta-voz da Woolworths citado pela BBC que as respostas sobre aniversários foram escritas por um humano:

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“Algumas respostas sobre aniversários foram criadas anos atrás por um funcionário como uma forma de aproximação, mas foram retiradas recentemente após o retorno dos clientes.”

Ainda, disse que o bot existe desde 2018 e, até então, os feedbacks tinham sido positivos e muitos tinham gostado da sua personalidade.

Em janeiro, a Woolworths anunciou uma parceria com o Google para adicionar novos recursos à assistente virtual. Entre essas novas funções, estão o planejamento de refeições e sugestão de ingredientes com base em receitas enviadas pelos clientes.

Assistentes virtuais não têm uma reputação tão boa. Em 2024, uma empresa de entregas, a DPD, teve que desativar uma parcela do seu chatbot após ele escrever poemas e, até mesmo, xingar clientes.

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Jornalista em formação pela Faculdade Cásper Líbero. Atualmente, estagia como redatora de notícias no Money Times e no Seu Dinheiro. Antes, trabalhou no site da Empiricus, onde cobriu empresas e investimentos.
Jornalista em formação pela Faculdade Cásper Líbero. Atualmente, estagia como redatora de notícias no Money Times e no Seu Dinheiro. Antes, trabalhou no site da Empiricus, onde cobriu empresas e investimentos.
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