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Tempo real: Ibovespa reage à produção industrial e ata do Copom

03 fev 2026, 6:30 - atualizado em 03 fev 2026, 7:13
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) deve ter um pregão sensível a dados domésticos nesta terça-feira (3). A agenda começa com a ata do Copom, que pode trazer sinais sobre os próximos passos do Banco Central, seguido pela produção industrial.

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Nos Estados Unidos, o mercado aguardava o JOLTS, que mede a abertura de vagas e ajuda a calibrar a expectativa para o mercado de trabalho e os juros americanos. No entanto, a divulgação dos números foi suspensa devido ao novo shutdown parcial do governo. No período da noite, entram no radar o PMI de serviços do Japão e da China.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:



Fundo imobiliário registra alta no patrimônio após reavaliação de imóveis; IFIX volta a cair

O fundo imobiliário TG Ativo Real (TGAR11) informou, na segunda-feira (2), que a reavaliação anual de seus imóveis gerou um impacto positivo de 5,52% em seu patrimônio líquido.

Segundo fato relevante divulgado ao mercado, a variação resultou na valorização do valor patrimonial da cota, que passou de R$ 106,71 para R$ 113,64 em 30 de dezembro de 2025.

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Ata do Copom deve confirmar cortes na Selic; o que esperar do Ibovespa hoje (3)

O mercado aguarda a divulgação, ainda nesta manhã, da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em busca de confirmação para a aposta de que o ciclo de cortes de juros deve começar em março.

Na semana passada, o Banco Central manteve a Selic em 15% ao ano, mas indicou no comunicado que a política monetária vigente tem se mostrado adequada para assegurar a convergência da inflação à meta de 3% — embora as expectativas sigam desancoradas.

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Itaú BBA faz diagnóstico do agro e vê continuidade para recuperações judiciais: ‘Produtor colhe mais para pagar a conta’

O Itaú BBA vê com preocupação o atual ciclo de preços das commodities agrícolas, especialmente dos grãos como soja e milho, diante das boas perspectivas para as safras no Brasil e no exterior. Outro fator de risco apontado pelo banco de investimentos para o agro é o câmbio, já que a valorização do real tende a pressionar ainda mais as margens dos produtores.

A avaliação, compartilhada com o Money Times, é do gerente Cesar de Castro Alves e do analista Francisco Queiroz, da Consultoria Agro do Itaú BBA. Segundo eles, o ambiente desafiador indica que não dá para descartar a possibilidade de novas recuperações judiciais no setor.

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ITUB4, BBDC4, SANB11 e BBAS3: O que esperar dos resultados do 4T25

A semana será agitada para os bancos, com Santander (SANB11), Itaú (ITUB4) e Bradesco (BBDC4) divulgando seus resultados. Na semana que vem, será a vez do Banco do Brasil (BBAS3).

Até o momento, as ações do setor financeiro figuram entre as principais ganhadoras do rali da bolsa, com os papéis acumulando alta superior a 10%.

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Fleury (FLRY3) aprova recompra de até 2,3 milhões de ações

O Grupo Fleury (FLRY3) anunciou que seu conselho de administração aprovou programa de recompra envolvendo até 0,42% do total de ações da empresa e até 0,52% das ações em circulação, segundo fato relevante divulgado na noite desta segunda-feira (2) .

A companhia prevê recomprar até 2.300.000 de ações em um programa de 12 meses, com o objetivo de lastrear o plano de ações diferidas e o plano de matching da companhia.

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>> BRB cancela Assembleias Gerais Extraordinárias de fevereiro e confirma posse do Diretor Executivo de Negócios Digitais Hugo Andreolly Albuquerque Costa Santos
>> Emae anuncia saída do Diretor Financeiro, de Relações com Investidores e Administrativo Gustavo Nasser Moreira
Bolsas da Ásia fecham em alta com recorde em Tóquio e salto de quase 7% em Seul

As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta terça-feira (3), com renovação de recorde em Tóquio com investidores demonstrando apoio às medidas econômicas propostas pelo Partido Liberal Democrático (PLD) do Japão, antes das eleições gerais. Ações ligadas a commodities mostraram recuperação parcial de perdas computadas na véspera. Clima propício ao risco contou ainda com acordo comercial entre os EUA e a Ìndia.

Em Tóquio, o índice japonês Nikkei fechou em alta de 3,9%, renovando o recorde a 54.720,66 pontos. A Sumitomo Electric disparou 13% e a Komatsu saltou 12%. A Sumitomo Metal Mining se recuperou parcialmente da queda da véspera e subiu 5,5%.

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>> Bitcoin (BTC) avança 1,3%, a US$ 78.243,04; Ethereum (ETH) sobe 0,6%, a US$ 2.290,69
>> Petróleo tipo Brent cai 0,95%, a US$ 65,67 por barril; WTI recua 0,85%, a US$ 61,60 por barril
>> Wall Street: Futuros operam em alta com S&P 500 (+0,18%), Dow Jones (+0,02%) e Nasdaq (+0,44%)
>> ADR da Petrobras (PBR) cai 0,73% a US$ 14,92 no pré-market nos EUA
>> ADR da Vale (VALE) sobe 1,61% a US$ 16,40 no pré-market nos EUA
>> Ibovespa em dólar (EWZ) sobe 0,56% a US$ 37,66 no pré-market nos EUA
Ouro caminha para maior alta diária desde 2008 após queda de duas sessões

O ouro disparou mais de 5% nesta terça-feira (3), caminhando para seu maior ganho diário desde novembro de 2008, enquanto a prata também avançou, à medida que os metais preciosos se recuperaram após a mais acentuada queda de dois dias em décadas.

Analistas veem a continuidade do mercado altista e esperam que os metais atinjam novos recordes históricos ainda neste ano.

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IPC-Fipe desacelera a 0,21% em janeiro e fica abaixo do piso das projeções

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 0,21% em janeiro, desacelerando em relação ao avanço de 0,32% de dezembro, segundo dados publicados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) nesta terça-feira.

O resultado de janeiro ficou abaixo do piso das estimativas de instituições de mercado consultadas pelo Projeções Broadcast, que era de 0,40%. A mediana foi de 0,44%, com o teto das estimativas em 0,47%.

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Lula envia acordo comercial Mercosul-UE para o Congresso Nacional; Motta promete votação depois do Carnaval

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva oficializou nesta segunda-feira (2) o envio do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE) para o Congresso Nacional. O despacho foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).

Os parlamentares brasileiros precisam aprovar o tratado para que ele possa entrar em vigor, o que deve ocorrer ao longo das próximas semanas em votações tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal.

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