O Ibovespa encerrou o primeiro semestre de 2026 com alta de 6,76%, aos 171 mil pontos. Um balde de água fria para os otimistas que esperavam ver o índice renovar o recorde dos 200 mil pontos. Em abril, a bolsa até beliscou os 197 mil pontos, mas a euforia durou pouco.
A questão é que toda a disparada foi inflacionada pelo investidor estrangeiro, que viu no Brasil um porto seguro em meio à piora do cenário global, especialmente nos Estados Unidos. E, da mesma forma que esse fluxo chegou “fácil”, ele também foi embora com facilidade, com o Ibovespa despencando 13% desde as máximas.