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Tempo real: Dólar tem maior sequência de perdas ante o real na história e fecha a R$ 5,77; Ibovespa recua

04 fev 2025, 6:41 - atualizado em 04 fev 2025, 18:29
ibovespa dólar
Confira o Ibovespa (IBOV) em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O dólar à vista (USDBRL) manteve o ritmo de perdas ante o real pela 12ª sessão consecutiva e completou a maior sequência de queda desde a criação do real. A moeda norte-americana encerrou o dia a R$ 5,7724 (-0,75%).

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Já o Ibovespa (IBOV) engatou o segundo dia de perdas no mês, mais uma vez puxado por Petrobras (PETR4;PETR3). O tom negativo foi limitado pelas bolsas de Nova York, em recuperação ao recuo da véspera.

Nesta terça-feira (4), o principal índice da bolsa brasileira fechou com queda de 0,65%, aos 125.147,42 pontos. 

No cenário doméstico, os investidores reagiram à ata da mais recente reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Na semana passada, o colegiado elevou os juros para 13,25% ao ano e manteve a projeção de uma nova alta de 1 ponto percentual na reunião em março.

Na avaliação dos economistas, a ata veio com um tom mais ‘hawkish‘ (agressiva) que o comunicado da decisão do Copom.

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No exterior, os investidores seguiram na expectativa de um acordo tarifário entre os Estados Unidos e a China, depois do recuo de Donald Trump em relação ao Canadá e México. A China continua taxada em 10% e anunciou novas tarifas adicionais sobre produtos norte-americanos como retaliação.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta terça-feira (4) em tempo

Ao vivo
Trump sugere deslocar permanentemente palestinos de Gaza

O presidente dos EUA, Donald Trump, sugeriu nesta terça-feira o deslocamento permanente dos palestinos de Gaza, dizendo que as pessoas da região não tinham alternativa a não ser deixar o enclave palestino devastado pelo ataque militar de Israel.

Trump, que se reuniria com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu nesta terça-feira, sugeriu o deslocamento dos palestinos de Gaza pela primeira vez em 25 de janeiro, pedindo que Egito e Jordânia recebessem mais pessoas. Questionado na época se estava sugerindo uma solução de longo ou curto prazo, ele disse: “Pode ser qualquer uma”.

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Iguatemi (IGTI11) anuncia programa de recompra de até 7,5 milhões de ações

A Iguatemi (IGTI11) informou nesta terça-feira (4) a aprovação de um novo Programa de Recompra de Ações, além do cancelamento de ações em tesouraria. A decisão foi tomada pelo Conselho de Administração da empresa em reunião realizada nesta data, tendo em vista o vencimento do programa anterior.

O novo programa, segundo a companhia, visa manter ações em tesouraria para posterior cancelamento e/ou alienação, além de atender a planos de remuneração baseados em ações já aprovados em Assembleia Geral.

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C6 Bank projeta dólar a R$ 6,30 e Selic a 15% no fim de 2025

A equipe econômica do C6 Bank atualizou as projeções para o cenário macroeconômico brasileiro para 2025 e 2026

O banco espera que o dólar se manterá forte ante o real e teve encerrar 2025 cotado em R$ 6,30, com a perspectiva de fortalecimento da divisa no exterior combinada com a tendência de aumento da dívida pública no Brasil. Para 2026, a projeção é de R$ 6,50.

Já em relação à inflação, o C6 revisou a projeção para o IPCA de 5,7% para 5,9%. Para 2026, a expectativa também foi revisada de 5,7% para 5,9% — acima da meta do Banco Central de 3%. Tudo indica que a inflação seguirá bastante pressionada”, diz o economista-chefe, Felipe Salles.

O cenário de inflação alta, somado ao mercado de trabalho aquecido e o real mais fraco, deve fazer com que a taxa Selic permaneça em patamar elevado nos próximos meses. O C6 Bank manteve suas estimativas para os juros, que devem chegar a 15% ao fim de 2025. Para 2026, o banco projeta Selic em 15%.

Prio (PRIO3) divulga dados operacionais de janeiro; veja

A Prio (PRIO3) divulgou seus dados operacionais referentes ao mês de janeiro em comunicado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta segunda-feira (7).

As vendas totais de óleo ficaram em 3,608 milhões barris (bbl):

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Duplo retorno: Lavvi (LAVV3) vai recomprar até 10% das ações e pagar dividendos; veja detalhes

A Lavvi (LAVV3) anunciou ‘pacotão’ de boas notícias para o seu investidor, com o pagamento de dividendos e recompra de até 10% das ações em circulação. Com menos papéis no mercado, os dividendos rendem mais.

De acordo com o documento, enviado ao mercado nesta terça-feira (4), a companhia pagará R$ 80 milhões, sendo R$ 0,40 para cada ação ordinária.

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Itaú (ITUB4) pode ter nova ‘pancada’ de lucros no 4T24; veja previsões

O Itaú (ITUB4) vai publicar seu resultado do quarto trimestre de 2024 na próxima quarta-feira, após o fechamento do mercado, com a expectativa de mais resultados positivos.

Nos cálculos da Genial, o banco lucrará R$ 10,87 bilhões, crescimento de 15,7% no ano. A casa estima ainda uma melhora no ROE (retorno sobre o patrimônio) de 2,02 pontos percentuais no ano, alcançando 23,1%.

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Automob (AMOB3) devolve ganhos da véspera e cai 6%; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (4)

As ações da Automob seguiram estacionadas na cotação de R$ 0,30, devolvendo os ganhos da véspera. Ontem (3), AMOB3 liderou os ganhos do Ibovespa com alta de mais de 3%.

Mas o destaque da ponta negativa foram os papéis de companhias expostas ao mercado externo, entre elas as empresas de papel e celulose — que foram pressionada pelo recuo do dólar e correção para baixo dos preços da celulose.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (4):

> Automob (AMOB3): -6,25%, a R$ 0,30

> Suzano (SUZB3): -4,05%, a R$ 59,92

> Azul (AZUL4): -3,92%, a R$ 4,17

> JBS (JBSS3): -3,79%, a R$ 34,29

> Raízen (RAIZ4): -3,68%, a R$ 1,83

Braskem (BRKM5) sobe quase 4% com apoio de Fitch; confira as maiores altas do Ibovespa nesta terça-feira (4)

As ações da Braskem foram impulsionados por um relatório da Fitch Ratings.

Segundo a agência de classificação de risco, o acréscimo de R$ 1,3 bilhão nas provisões relacionadas ao evento geológico de Alagoas, anunciado em 31 de janeiro, não deve impactar os indicadores da Braskem, incluindo a liquidez e o fluxo de caixa livre (FCF, na sigla em inglês).

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta terça-feira (4):

> Braskem (BRKM5): +3,89%, a R$ 13,62

> Natura (NTCO3): +2,83%, a R$ 13,08

> Sabesp (SBSP3): +1,46%, a R$ 97,59

> Hypera (HYPE3): +1,23%, a R$ 18,98

> Iguatemi (IGTI11): +1,07%, a R$ 18,84

WEG (WEGE3) abocanha totalidade de empresa de tecnologia

Conhecida por suas aquisições, a WEG (WEGE3) embarcou em mais um negócio com a compra da parcela remanescente da V2COM, empresa referência no mercado de Internet das Coisas (IoT).

Em 2019, a companhia já havia adquirido 51% da empresa, fundada em 2002 e com sede em São Paulo. Valores não foram revelados.

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Ibovespa recua com Petrobras (PETR4); dólar cai a R$ 5,77 e tem maior sequência de perdas desde a criação do real

O Ibovespa (IBOV) engatou o segundo dia de perdas no mês, mais uma vez puxado por Petrobras (PETR4;PETR3). O tom negativo foi limitado pelas bolsas de Nova York, em recuperação ao recuo da véspera.

Nesta terça-feira (4), o principal índice da bolsa brasileira fechou com queda de 0,65%, aos 125.147,42 pontos. 

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Bolsas de NY fecham em alta com Palantir e à espera de Alphabet; tarifas de Trump seguiram no radar

Nos Estados Unidos, as bolsas de Nova York recuperaram as perdas da véspera de olho nos resultados corporativos.

Em destaque, as ações da empresa de software Palantir subiram cerca de 26% e bateram recorde histórico após os números do quatro trimestre de 2024 superarem as expectativas dos analistas. Depois do fechamento, as atenções ficam direcionadas ao resultado da Alphabet, dona do Google.

O mercado continuou a acompanhar os desdobramentos das políticas tarifárias do governo Trump. Depois dos acordos de pausa temporária das tarifas com o México e o Canadá, os investidores ficaram na expectativa de uma negociação dos Estados Unidos com a China — que também foi alvo de tarifas no último final de semana.

Hoje, a China retaliou os Estados Unidos ao impor tarifas sobre os produtos norte-americanos, incluindo o setor de energia. No final da tarde, o presidente Donald Trump disse que não tem pressa para conversar com o presidente chinês, Xi Jinping, um dia após ter dito que pretendia falar com o Jinping dentro de 24 horas. “Conversarei com Xi Jinping no momento apropriado”, afirmou a jornalistas na Casa Branca.

Confira o fechamento dos índices de Nova York:

  • Dow Jones: +0,30%, aos 44.556,04 pontos;
  • S&P 500: +0,72%, aos 6,037,88 pontos;
  • Nasdaq: +1,35%, aos 19.654,01 pontos.
Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a terça-feira (04) em baixa de 0,65%, aos 125.147,42 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Dólar cai pela 12ª vez e tem maior sequência de perdas ante o real na história; moeda norte-americana fecha a R$ 5,77

O dólar à vista (USDBRL) manteve o ritmo de perdas ante o real pela 12ª sessão consecutiva em um dia movimentado no Brasil e no exterior. Essa é a maior sequência de queda da divisa desde a criação do real.

A reação se deve à ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), às políticas tarifárias do governo Trump e aos dados mais fracos nos Estados Unidos, que repercutiram sobre o câmbio.

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Soja tem máxima desde julho em Chicago com diminuição das preocupações com tarifas de Trump

Os contratos futuros da soja negociados na bolsa de Chicago saltaram para seu nível mais alto desde julho nesta terça-feira (4), com a diminuição das preocupações de que as disputas comerciais possam prejudicar as exportações agrícolas dos EUA, segundo analistas.

Os futuros do trigo atingiram seu nível mais alto desde novembro, enquanto os preços do milho oscilaram perto da máxima de outubro de 2023 atingida na semana passada.

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>> Dólar tem maior sequência de perdas desde a criação do real
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>> Dólar à vista fecha a R$ 5,7724, com queda de 0,75%
Petróleo fecha sem direção única com Trump no radar

Os preços do petróleo terminaram a sessão desta terça-feira (4) sem direção única, com os investidores calibrando os impactos das tarifas do governo Trump sobre a oferta da commodity e outras ações do presidente norte-americano contra países produtores do óleo bruto.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para abril, avançaram 0,32%, a US$ 76,20 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Já os contratos do petróleo West Texas Intermediate (WTI) para março registraram queda de 0,63%, a US$ 72,70 o barril, em New York Mercantile Exchange (Nymex).

Durante a sessão, os preços chegaram a cair mais de 3% com o arrefecimento das preocupações sobre uma guerra comercial dos Estados Unidos contra o México e o Canadá — que são os principais fornecedores de petróleo ao país norte-americano.

Também, o mercado acompanhou a escalada tarifária com a China, com a retaliação do gigante asiático aos EUA, e os possíveis impactos.

Além disso, Trump deve assinar um memorando presidencial que restabelece sua campanha de “pressão máxima” sobre o Irã. Uma autoridade afirmou à Reuters que a diretriz de Trump ordena que o secretário do Tesouro dos EUA imponha “pressão econômica máxima” sobre o Irã, incluindo sanções e mecanismos de aplicação para aqueles que violarem as sanções existentes.

 

Ouro renova recorde de fechamento pelo 2º dia consecutivo

O ouro encerrou as negociações no maior nível da história pelo segundo dia consecutivo, em meio ao vaivém das tarifas do governo Trump. O metal precioso seguiu impulsionado pelo alívio dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasuris, e pelo dólar no exterior.

O contrato mais líquido do ouro, com vencimento em abril, subiu 0,65%, a US$ 2.875,80 a onça-troy na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange.

A commodity também renovou o recorde intradia ao conquistar a cotação de US$ 2.877,10 a onça-troy durante a sessão desta terça-feira (4).

XP inicia posição em fundo imobiliário de papel para se defender em fevereiro; veja os 16 FIIs para ter na carteira

A XP Investimentos atualizou a sua carteira recomendada de fundos de investimentos imobiliários (FIIs) para enfrentar o mês de fevereiro em caráter mais defensivo. Na nova composição, a equipe optou por iniciar posição no fundo Kinea Securities (KNCR11).

A inclusão do FII tem como objetivo ampliar a alocação em uma carteira de recebíveis imobiliários de risco moderado, com exposição a Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) atrelados ao CDI+. A decisão considera os gatilhos positivos de curto prazo dessas operações. O fundo terá um peso de 3,5% na carteira.

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Braskem (BRKM5) sobe com ‘alívio’ apontado pela Fitch Ratings com provisões para Alagoas

A um pouco mais de 20 dias para o balanço do quarto trimestre de 2024 (4T24), as ações da Braskem (BRKM5) voltam a se destacarem na ponta positiva do Ibovespa (IBOV). 

BRKM5 encerrou a sessão desta terça-feira (4) com alta de 3,89%, a R$ 13,62, na liderança da ponta positiva do principal índice da bolsa brasileira. Na máxima do dia, o papel registrou ganho de 5,80%. 

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