O Ibovespa (IBOV), o principal índice da bolsa brasileira, mostrou dependência de um fator ao longo de 2026: o fluxo estrangeiro. No acumulado do ano, a entrada de capital externo é de R$ 19,1 bilhões até 1º de setembro.
Nos primeiros meses, a forte entrada dos gringos impulsionou a bolsa para perto dos 200 mil pontos. Depois, a partir de abril, o rali de inteligência artificial (IA) e a guerra no Oriente Médio trouxeram mais cautela para o investidor internacional, que deixou o Brasil em peso.