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Tempo real: Ibovespa cai 1% e fecha aos 125 mil pontos após sessão volátil; dólar sobe ao maior nível em mais de um mês

07 abr 2025, 6:42 - atualizado em 07 abr 2025, 17:41
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) começou a semana com forte aversão ao risco, puxada pelas bolsas internacionais. Pela manhã, a Casa Branca negou que Trump estuda uma pausa de 90 dias para as tarifas de importação — e elevou a tensão dos mercados.

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Nesta segunda-feira (7), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 125.588,09 pontos, com queda de 1,31%. Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,9106, com avanço de 1,30% sobre o real. 

No cenário doméstico, os investidores repercutiram o Boletim Focus. Os economistas ouvidos pelo Banco Central (BC) mantiveram as projeções para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) a 5,65% em 2025 e reduziram apenas a estimativa do câmbio — com a previsão de que o dólar encerre o ano a R$ 5,90.

Com a escalada da guerra comercial, índice Hang Seng, de Hong Kong, caiu mais de 13%, a maior queda diária desde 1997.  As bolsas da Europa operam no menor nível em 16 meses. As tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos, que taxam os produtos de todos os países em 10%, começaram a valer no último sábado (5). Por isso, o forte movimento de hoje (7) foi chamado de ‘Orange Monday’.

Os índices de Nova York fecharam sem direção única, com S&P 500 próximo ao patamar ‘bear market’, que é quando o índice opera cerca de 20% abaixo das máximas históricas.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta segunda-feira (7) em tempo real

Ao vivo
Gol (GOLL4) conclui acordo com a Boeing e destrava US$ 235 milhões a credores quirografários

A Gol (GOLL4) anunciou nesta segunda-feira (7) que o Tribunal de Falências dos Estados Unidos aprovou uma série de acordos firmados com a Boeing, como parte do processo de recuperação judicial da companhia nos EUA (Chapter 11).

O acerto, negociado em bases comerciais, representa mais um passo na reestruturação da Gol. Atualmente, a companhia tem pedidos para 91 aeronaves Boeing 737 MAX.

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Moura Dubeux (MDNE3) eleva vendas em 48% no 1T25

A incorporadora Moura Dubeux (MDNE3) registrou R$ 551 milhões em vendas líquidas no primeiro trimestre deste ano, crescimento de 48% frente à mesma etapa do ano passado, de acordo com sua prévia operacional divulgada nesta segunda-feira.

Os lançamentos do período somaram R$402 milhões, aumento de 16% ano a ano, sendo dois da marca Mood, segmento de média renda da MD, e um empreendimento de alto padrão. O número de lançamentos ficou estável ante janeiro a março de 2024.

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Terra arrasada: As 10 ações que mais perderam com tarifaço de Trump; buraco soma R$ 114 bi

O Brasil, apesar de ser um dos países menos taxados pelo pacote de Donald Trump, também sofreu duro baque com a guerra comercial que ameaça colocar o mundo em recessão.

A pedido do Money Times, a Elos Ayta listou as ações que mais perderam valor de mercado desde 2 de abril, quando o presidente mostrou seu ‘cartaz’ com os países mais e menos taxados.

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Minerva (BEEF3) propõe aumento de capital de até R$ 2 bilhões com bônus de subscrição

A Minerva (BEEF3) informou nesta segunda-feira que seu conselho de administração aprovou proposta para aumento de capital no montante de até R$2 bilhões, que será votada em assembleia geral extraordinária a ser realizada em 29 de abril.

Segundo a processadora de alimentos, sob os termos da proposta, o aumento de capital de até R$2 bilhões contará com a subscrição particular de até 386,8 milhões de novas ações ordinárias pelo preço de emissão de R$5,17 cada.

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Petrobras (PETR4) não deve alterar preços de combustíveis em cenário turbulento, diz CEO

A Petrobras (PETR4) não deve alterar preços de combustíveis cobrados na venda a distribuidoras enquanto o cenário estiver turbulento, com incertezas geradas pelo tarifaço do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nos mercados globais, afirmou a presidente da petroleira, Magda Chambriard, à Reuters, nesta segunda-feira.

“Não devemos fazer nada agora, enquanto o cenário geopolítico estiver com essa ansiedade e turbulência”, disse ela, por telefone desde Nova York, onde está apresentando planos de investimentos da empresa a investidores.

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Brasil blidando contra Trump? Lula afirma que há ‘colchão’ de segurança para qualquer crise

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a reserva de US$ 350 bilhões que o Brasil detém segura qualquer crise que o país enfrente, inclusive impactos relacionados às medidas que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vem impondo a diversos países.

Em discurso durante evento do Mercado Livre no centro logístico de Cajamar, Lula afirmou que mesmo com Trump “falando o que quiser falar”, o país conta com um “colchão” que proporciona segurança.

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Itaúsa (ITSA4): BlackRock embolsa ações

A BlackRock elevou sua participação acionária na Itaúsa (ITSA4) para 5,075%, mostra documento enviado ao mercado nesta segunda-feira (7).

Com isso, a gestora passará a deter 361 milhões de papéis na companhia.

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Randon (RAPT4) faz reorganização societária com fundos da KMP; veja como fica

A Randon (RAPT4) entrará para a lista de empresa em reorganização societária na bolsa com a entrada dos fundos da gestora KMP, que comprou a participação de 0,43% que a Dramd detinha na administração de consórcios do grupo, mostra documento enviado ao mercado nesta quinta-feira (7).

Ao todo, a KMP pagou R$ 4,9 milhões pela parcela. Mas não só isso. A gestora também entrará com aporte de R$ 233 milhões, sendo R$ 175 milhões pagos agora e R$ 58 milhões até o primeiro aniversário da data do fechamento, corrigido pelo valor da variação positiva acumulada do CDI.

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Petróleo cai 2% e atinge menor nível em quatro anos com temor de recessão

Os preços do petróleo fecharam em queda de 2%, atingindo uma mínima de quase quatro anos nesta segunda-feira (7). A commodity foi, mais uma vez, pressionada pela  preocupação de que as últimas tarifas comerciais do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, possam levar as economias de todo o mundo à recessão e reduzir a demanda global por energia.

Os contratos futuros do Brent para junho caíram 2,08%, para fechar a US$ 64,21 por barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

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Magazine Luiza (MGLU3) cai 6%; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta segunda-feira (7) 

Os papéis da Magazine Luiza (MGLU3) foram pressionados pela forte aversão ao risco dos mercados, que elevou os juros futuros (DIs). Os DIs, por serem expectativas dos juros adiante, tendem a derrubar os ativos cíclicos.

Em destaques, Petrobras (PETR3;PETR4) operou entre as maiores quedas, com as ações pressionadas pelo desempenho do petróleo e rumores de possível intervenção nos preços dos combustíveis pelo Ministério de Minas e Energia.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta segunda-feira (7):

> Magazine Luiza (MGLU3): -6,37%, a R$ 10,14

> Petrobras (PETR3): -5,57%, a R$ 35,63

> Lojas Renner (LREN3): -4,19%, a R$ 12,12

> Gerdau Metalúrgica (GOAU4): -4,07%, a R$ 8,01

> Automob (AMOB3): -4,00%, a R$ 0,24

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Natura (NTCO3) sobe mais de 2%; confira as maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira (7)

Natura (NTCO3) lidera os ganhos do Ibovespa, em leve recuperação das perdas recentes. Os papéis interromperam a trajetória contínua de quedas desde o resultado do quarto trimestre de 2024 (4T24), que desagradou o mercado. No ano, os papéis acumulam baixa de mais de 26%.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira (7):

> Natura (NTCO3): +2,84%, a R$ 9,41

> IRB (Re) (IRBR3): +2,66%, a R$ 50,12

> BTG Pactual (BPAC11): +1,91%, a R$ 33,65

> Prio (PRIO3): +1,80%, a R$ 34,51

> LWSA (LWSA3): +1,55%, a R$ 2,62

Petrobras (PETR4) desaba 4% com petróleo em baixa e pedido de ministro

As ações da Petrobras (PETR4) recuaram 3,97%, a R$ 33,18, nesta segunda-feira (7), diante da forte baixa do petróleo no mercado internacional e com a notícia de que o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, pediu à presidente da empresa, Magda Chambriard, para que a companhia analise um novo corte no valor médio do diesel vendido às distribuidoras.

Os preços do petróleo registram novas perdas nesta segunda-feira, caindo 1%, conforme a escalada das tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China alimenta os temores de uma recessão que reduziria a demanda por petróleo.

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Ibovespa recua mais de 1% e afunda aos 125 mil pontos com Petrobras (PETR4) e guerra tarifária; dólar sobe a R$ 5,91

O risco de recessão dos Estados Unidos e a escalada da guerra tarifária derrubaram, mais uma vez, o Ibovespa (IBOV).

Nesta segunda-feira (7), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 125.588,09 pontos, com queda de 1,31%.

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Amazon (AMZO34) é o BDR mais recomendado por corretoras para abril; veja as 10 papéis para o mês

A Amazon (AMZO34) foi o BDR (recibos de ações do exterior negociados no Brasil) mais recomendado nas carteiras de corretoras, totalizando 7 indicações. Em seguida, os papéis da Microsoft (MSFT34) e da Meta (M1TA34), com 4 recomendações cada, compõe as top 3 mais recomendadas.  

O Money Times apurou as carteiras mensais de 9 corretoras e separou os 10 BDRs mais recomendados para o mês de abril.

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Dólar tem forte alta e fecha a R$ 5,91 com guerra comercial

A escalada da guerra comercial com retaliações ao plano tarifário dos Estados Unidos continuou a impulsionar o dólar ante moedas emergentes, com os investidores precificando os possíveis impactos para a economia mundial.

Nesta segunda-feira (7), dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,9106, com alta de 1,30%, no maior nível desde 28 de fevereiro. Durante a sessão, a divisa atingiu R$ 5,9324.

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a segunda-feira (07) em baixa de -1,37%, aos 125.517,66 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Comissão Europeia propõe contratarifas de 25% sobre algumas importações dos EUA

A Comissão Europeia propôs contratarifas de 25% sobre uma série de produtos norte-americanos nesta segunda-feira, em resposta às tarifas do presidente Donald Trump sobre o aço e o alumínio, segundo um documento visto pela Reuters.

As tarifas sobre alguns produtos entrarão em vigor em 16 de maio e outras no final do ano, em 1º de dezembro, segundo o documento. As mercadorias são muito variadas e incluem diamantes, fio dental, salsichas, nozes e soja.

O chefe de comércio da UE, Maros Sefcovic, disse mais cedo que as contratarifas teriam um impacto menor do que os 26 bilhões de euros (US$28,45 bilhões) anunciados anteriormente.

Bourbon, vinho e laticínios foram retirados da lista original que a Comissão estava avaliando em março.

A Comissão havia previsto uma tarifa de 50% sobre o bourbon, o que levou Trump a ameaçar com uma contratarifa de 200% sobre as bebidas alcoólicas da UE se o bloco fosse adiante.

– Com informações de Reuters

>> Dólar à vista fecha a R$ 5,9106, com alta de 1,30%
Assessor da Casa Branca incentiva países a abordar Trump com ofertas de redução de tarifas

O assessor econômico da Casa Branca Stephen Miran incentivou nesta segunda-feira os países que esperam escapar das altas taxas tarifárias recíprocas dos Estados Unidos a fazer ofertas ao presidente Donald Trump, dizendo que o presidente estaria aberto a movimentos para reduzir as barreiras às exportações norte-americanas.

Miran disse em um evento organizado pelo think tank Hudson Institute que os serviços, onde os EUA têm uma grande vantagem, também são importantes, mas que os Estados Unidos se desequilibraram em relação à manufatura.

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Petrobras (PETR3;PETR4) tem 4ª queda consecutiva

As ações da Petrobras caem mais de 2% e caminham para a quarta queda consecutiva, na esteira do petróleo no mercado internacional. O papel preferencial (PETR4) é também o mais negociado na B3. Com a recente baixa, a estatal tem menor valor de mercado desde dezembro de 2023, a US$ 450,9 bilhões.

Confira as cotações às 15h23:

> Petrobras ON (PETR3): -4,35%, a R$ 36,09

> Petrobras PN (PETR4): -2,81%, a R$ 33,58

O contrato mais líquido do Brent, referência mundial, registra baixa de mais de 1% com o barril negociado no nível de US$ 64 o barril.

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