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Tempo Real: Ibovespa e mercado acompanham balança comercial da China

11 mar 2026, 6:30 - atualizado em 11 mar 2026, 6:30
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV)acompanha o relatório mensal da Opep, que chega em meio à alta do petróleo causada pelos conflitos no Oriente Médio, mantendo o mercado de energia em alerta.

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No Brasil, os investidores acompanham as vendas no varejo. Nos EUA, o destaque do dia é o CPI, indicador da inflação americana, que deve mexer com as apostas de corte de juros.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:



Irã ataca aeroporto de Dubai

O Irã atacou navios comerciais nesta quarta-feira (11) em diferentes pontos do Golfo Pérsico e alvejou a área próxima ao Aeroporto Internacional de Dubai, intensificando uma campanha de pressão sobre a região rica em petróleo, em meio a ataques aéreos americanos e israelenses à República Islâmica.

Dois drones iranianos atingiram áreas próximas ao aeroporto, que abriga a companhia aérea Emirates e é o mais movimentado do mundo em tráfego internacional. Quatro pessoas ficaram feridas, mas os voos seguiram normalmente, informou o Escritório de Mídia de Dubai.

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Fundo imobiliário de papel anuncia menor dividendo em quase um ano; IFIX amplia sequência de quedas

O fundo imobiliário RBR Crédito Estruturado (RBRY11) anunciou que distribuirá o menor dividendo dos últimos 11 meses: os cotistas receberão R$ 1,09 por cota em 17 de março — valor que não era pago desde maio de 2025.

O último dia de negociação “com” direito ao provento, também chamado de “data-base”, foi nessa segunda-feira, dia 10.

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Navios cargueiros são atingidos no Estreito de Ormuz

Nesta quarta-feira (11), dois navios cargueiros foram atingidos por projéteis no Estreito de Ormuz, segundo alertas do Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO), ligado à Marinha britânica.

Um dos ataques ocorreu próximo à costa dos Emirados Árabes Unidos, onde uma embarcação foi atingida — ainda sem detalhes sobre a extensão dos danos, mas com todos os tripulantes relatados como seguros.

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Guerra no Irã adia rali das Small Caps, diz BNP Paribas Asset

A guerra no Irã interrope por ora a expectativa de uma forte recuperação das empresas de menor capitalização no Brasil, de acordo com o líder de renda variável da BNP Paribas Asset Management Brasil – que tem R$ 83,1 bilhões sob gestão -, Marcos Kawakami.

Ao Money Times, ele avalia que o cenário de guerra trouxe uma “incógnita de curto prazo” que altera diretamente a dinâmica de corte de juros e, consequentemente, o apetite pelas ações da Bolsa, sendo as Small Caps mais sensíveis aos juros.

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Inflação dos EUA entra no radar do mercado; veja o que mexe com o Ibovespa hoje (11)

O conflito envolvendo o Irã continua no radar dos mercados, mas, nesta quarta-feira (11), o foco dos investidores também se volta para a inflação nos Estados Unidos.

Serão divulgados hoje os dados do Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês), indicador que deve oferecer um retrato atualizado da dinâmica de preços em um momento em que a recente alta do petróleo começa a levantar preocupações com um possível choque inflacionário.

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Corte de juros pode mudar o jogo para o varejo; empresas com a ‘casa arrumada’ devem se destacar, avalia gestor da Galapagos

Juros altos e varejo normalmente não combinam bem. Com o crédito mais restrito e caro — além do maior risco de inadimplência e da pressão sobre o consumo — o varejo, especialmente o discricionário (não essencial), tende a sofrer mais no cenário brasileiro atual.

No fim de 2024, havia a expectativa de que a taxa básica de juros (Selic) cairia para menos de um dígito. No entanto, em meio aos problemas fiscais no Brasil, o cenário oposto se concretizou: a Selic está em 15% desde junho de 2025, o maior patamar desde 2006. Ainda assim, uma mudança de direção começa a entrar no radar.

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Raízen (RAIZ4) protocola pedido de recuperação extrajudicial para negociar dívidas de R$ 65 bi

Raízen (RAIZ4), joint venture entre Cosan e Shell, entrou com pedido de recuperação extrajudicial para suspensão por 90 dias dos vencimentos de dívidas de cerca de R$ 65 bilhões. O pedido foi protocolado no TJ-SP na noite desta terça-feira (10).

A empresa busca suspender o pagamento de juros e principal (standstill) durante três meses a partir desta quarta-feira (11), enquanto tenta elevar o apoio de credores ao seu plano de recuperação financeira, que já contaria com aprovação de mais de 40% desse grupo.

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>> Bitcoin (BTC) cai 2,1%, a US$ 69.599,13; Ethereum (ETH) recua 2,2%, a US$ 2.020,94
>> Petróleo tipo Brent avança 5,30%, a US$ 92,45 por barril; WTI avança 5,87%, a US$ 88,37 por barril
>> Wall Street: Futuros operam em baixa com S&P 500 (-0,14%), Dow Jones (-0,28%) e Nasdaq (-0,15%)
>> ADR da Petrobras (PBR) sobe 0,61% a US$ 18,10 no pré-market nos EUA
>> ADR da Vale (VALE) sobe 0,06% a US$ 15,64 no pré-market nos EUA
>> Ibovespa em dólar (EWZ) sobe 0,11% a US$ 37,57 no pré-market nos EUA
Bolsas da Ásia fecham em alta, mas longe das máximas do pregão, com incertezas da guerra

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira (11), mas distantes das máximas do dia, em meio às incertezas da guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã e o comportamento volátil do petróleo.

O índice japonês Nikkei subiu 1,43% em Tóquio, a 55.025,37 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi avançou 1,40% em Seul, a 5.609,95 pontos, e o Taiex saltou 4,10% em Taiwan, a 34.114,19 pontos. Durante os negócios, no entanto, o Nikkei chegou a exibir alta de quase 3% e o Kospi, de 3,5%.

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Exportações do Brasil para os EUA caem 25,5% em janeiro; importações tem queda de 11%

As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram 25,5% em janeiro em relação a igual mês de 2025, alcançando US$ 2,4 bilhões em janeiro, no sexto declínio consecutivo, segundo a Amcham Brasil. Paralelamente, as importações do País provenientes dos EUA registraram retração de 10,9% no primeiro mês de 2026 no confronto com um ano antes.

Como a queda nas exportações foi mais intensa, o déficit mensal do Brasil na balança bilateral se aprofundou para cerca de US$ 0,7 bilhão, mais que o triplo do observado em janeiro de 2025, diz em nota.

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Petróleo oscila enquanto mercados avaliam liberação de reservas da IEA e preocupações com oferta

Os preços do petróleo voltaram a subir nesta quarta-feira (11), enquanto os mercados questionavam se o plano relatado da Agência Internacional de Energia (IEA) para uma liberação recorde de reservas de petróleo poderia compensar possíveis choques de oferta decorrentes do conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã.

Os contratos futuros do Brent subiam 59 centavos, ou 0,7%, para US$ 88,39 por barril às 07h27 GMT. O petróleo WTI (West Texas Intermediate) dos EUA avançava 98 centavos, ou 1,2%, para US$ 84,43 por barril.

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