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Tempo real: Ibovespa sobe com inflação no Brasil e nos EUA; dólar cai e fecha a R$ 5,80

12 mar 2025, 6:43 - atualizado em 12 mar 2025, 17:31
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) vivenciou uma ‘montanha-russa’ no pregão, em dia de reação aos balanços, inflação brasileira em linha com o esperado e leve recuperação das bolsas de Nova York. A taxação sobre o aço e alumínio pesou sobre as empresas de commodities metálicas e limitou os ganhos do índices.

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Nesta quarta-feira (12), o principal índice da bolsa brasileira fechou com alta de 0,29%, aos 123.866,39 pontos. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,8088, com queda de 0,05%.

No cenário doméstico, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) concentrou as atenções do mercado. A inflação brasileira subiu 1,31% em fevereiro, uma alta de 0,16% apurada em janeiro. O número ficou em linha com as estimativas do mercado. No ano, o IPCA registra alta de 1,47% e em 12 meses, 5,06%.

Os investidores também repercutiram notícias de que o governo propôs um corte de R$ 7,7 bilhões no programa Bolsa Família no Orçamento deste ano. Antes, a previsão era de corte de R$ 2 bilhões no Bolsa Família em 2025.

No exterior, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) nos Estados Unidos subiu 0,2% em fevereiro. Em 12 meses, a inflação norte-americana acumula alta de 2,8%. Os investidores também repercutiram a taxa de 25% sobre importações de aço e alumínio imposta pelos EUA.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quarta-feira (12) em tempo real:

Ao vivo
Casas Bahia (BHIA3) registra prejuízo de R$ 452 milhões no 4T24, pior do que o esperado; veja o balanço

A Casas Bahia (BHIA3) reportou um prejuízo líquido de R$ 452 milhões no quarto trimestre de 2024, mostra relatório de resultados divulgado nesta quarta (12). A cifra representa uma melhora de 54,8% em relação ao prejuízo de R$ 1 bilhão apurado no mesmo período de 2023.

O resultado foi pior do que o consenso reunido pela Bloomberg, que indicava uma estimativa de prejuízo líquido de R$ 278 milhões no trimestre.

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Cogna (COGN3) tem 1º lucro anual em 5 anos e mira dividendos

A Cogna (COGN3) pretende voltar a pagar dividendos a seus acionistas, após ter lucro líquido de R$ 880 milhões em 2024, cessando uma sequência de prejuízos anuais desde 2020, conforme dados divulgados nesta quarta-feira (12) pelo grupo de educação, um dos maiores do país.

Além do desempenho positivo na última linha do balanço, a companhia atingiu a previsão divulgada ao mercado no final de 2020, com um resultado operacional medido pelo Ebitda (lucros antes dos juros, tributos, depreciação e amortização) recorrente de R$ 2,2 bilhões e uma geração de caixa operacional após investimentos de R$ 1 bilhão.

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SLC Agrícola (SLCE3) reporta prejuízo de R$ 51,4 milhões no 4T24

SLC Agricola (SLCE3) reportou um prejuízo líquido de R$ 51,35 milhões no quarto trimestre de 2024 (4T24), abaixo do prejuízo de R$ 153,0 milhões do mesmo trimestre de 2023.

O Ebitda ajustado da companhia recuou 9,2% no mesmo comparativo, para R$ 611,2 milhões. Já a receita líquida da empresa cresceu 3%, em R$ 1,9 bilhões.

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B3 (B3SA3): Carf coloca fim em processo de R$ 5,77 bilhões

A Carf (Câmara Superior do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais) a uma disputa de R$ 5,77 bilhões entre a B3 (B3SA3) e a Receita Federal com ganho de causa para a dona da bolsa brasileira, mostra documento enviado ao mercado nesta quarta-feira (12).

A novela envolvendo o Carf se arrasta desde 2019, quando o órgão acatou recurso da Procuradoria Geral da Fazenda.

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Imposto de Renda 2025: Confira quais os documentos necessários para fazer a declaração

O período para declarar o Imposto de Renda 2025 está se aproximando. Com isso, é importante saber como se preparar e quais documentos são necessários para não haver erro no processo.

Receita Federal estabeleceu o período entre 17 de março e 30 de maio para envio das declarações.

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Tabelas do Imposto de Renda: veja como ficam faixas de isenção em 2025 e 2026

Receita Federal publicou nesta quarta-feira (12) Instrução Normativa RFB Nº 2.255, mantendo as alíquotas do Imposto de Renda para 2025 iguais as de 2024.

De acordo com a norma, a incidência do exercício de 2025, ano-calendário 2024, é:

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Taxar exportações resolveria a questão dos preços dos alimentos?

Voltamos do período sabático carnavalesco pensando no “amanhã” de nossa última coluna. Bastou uma lida nas últimas notícias do país, principalmente no que se refere a exportações, para verificar que o amanhã parece cada vez mais distante e não chega nunca.

Muito pelo contrário. O Presidente Lula, não para de “Dilmar” nas arenas políticas e econômica (exagerando nas hipérboles), contribuindo para um cenário com mais ruído ainda do que o trumpismo tem causado no mundo todo com brigas no salão oval e a já conhecida capacidade de solapar o mínimo da lógica econômica internacional com tarifaços e ameaça de recessão na maior economia do mundo.

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Azzas 2154 (AZZA3) despenca 13% com balanço; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quarta-feira (12)

Azzas 2154 (AZZA3), fruto da fusão entre Arezzo&Co e Soma, liderou as perdas com queda de mais de 12% em reação aos números do resultado do 4T24. Na avaliação do BTG Pactual, a varejista apresentou resultados mistos, com um crescimento “decente” da receita, mas um Ebitda abaixo das expectativas.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quarta-feira (12):

> Azzas 2154 (AZZA3): -13,39%, a R$ 22,83

> Braskem (BRKM5): -4,02%, a R$ 10,26

> Automob (AMOB3): -3,84%, a R$ 10,28

> CPFL (CPFE3): -2,30%, a R$ 38,25

> Vamos (VAMO3): -1,86%, a R$ 3,70

RD Saúde (RADL3) sobe 5% com alívio na curva de juros; confira as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (12)

RD Saúde (RADL3) liderou os ganhos do Ibovespa com alívio na curva de juros — que beneficiou as ações cíclicas.

Mas foram as ações da Cogna (COGN3) que ganharam destaque com os investidores na expectativa pelo balanço do quarto trimestre (4T24) — que será divulgado ainda hoje depois do fechamento do mercado.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (12):

> RD Saúde (RADL30: +5,09%, a R$ 18,59

> Minerva (BEEF3): +4,04%, a R$ 4,89

> Cogna (COGN3): +4,85%, a R$ 1,73

> Natura (NTCO3): +4,22%, a R$ 13,57

> Rede DOr (RDOR3): +3,69%, a R$ 27,79

Governo pede ajuste no Orçamento de 2025 para ampliar Auxílio Gás, mas adia solução para Pé-de-Meia

O governo pediu ao Congresso Nacional uma série de ajustes no projeto de Lei Orçamentária Anual de 2025, incluindo uma ampliação de R$3 bilhões na previsão de gasto com o programa Auxílio Gás, além de diversos outros cortes e suplementações que, no total, geram um resultado fiscal neutro.

Em ofício visto pela Reuters, o Ministério do Planejamento e Orçamento pede ajustes ao Congresso, mas não prevê adição de verbas para o programa Pé-de-Meia, solicitando apenas que os recursos para essa finalidade sejam suplementados depois da aprovação do Orçamento.

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Ibovespa ganha força com recuperação de NY e fecha em leve alta; dólar cai a R$ 5,80 após dados de inflação e tarifas de Trump

O Ibovespa (IBOV) vivenciou uma ‘montanha-russa’ no pregão, em dia de reação aos balanços, inflação brasileira em linha com o esperado e leve recuperação das bolsas de Nova York. A taxação sobre o aço e alumínio pesou sobre as empresas de commodities metálicas e limitou os ganhos do índice.

Nesta quarta-feira (12), o principal índice da bolsa brasileira fechou com alta de 0,29%, aos 123.866,39 pontos. 

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa encerrou as negociações desta quarta-feira (12) com alta de 0,29%, aos 123.866,39 pontos, segundo dados preliminares da B3.

Bolsas de NY fecham sem direção única com inflação abaixo do esperado e tarifas de Trump

Nos Estados Unidos, novos dados de inflação e as incertezas sobre as políticas tarifárias concentraram as atenções dos investidores. Os índices de Nova York encerraram o dia sem direção única.

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiu 0,2% em fevereiro na comparação com o mês anterior e acumula alta de 2,8% em 12 meses. Mesmo com a aceleração na base mensal, os números vieram abaixo do esperado pelo mercado.

Após o CPI, o mercado consolidou as apostas de corte de 75 pontos-base nos juros norte-americano pelo Federal Reserve (Fed) até o final deste ano. Hoje, a taxa está no intervalo de 4,25% a 4,50% ao ano.

Os agentes financeiros também mantiveram o mês de junho como o mês mais provável para a retomada do ciclo de cortes nos juros pelo Fed.

Além disso, as tarifas de 25% sobre a importação de aço e alumínio entraram em vigor nesta quarta-feira (12). Em reação, o Canadá anunciou taxas retaliatórias de 25% sobre mais de US$ 20 bilhões em produtos norte-americanos. A União Europeia também prometeu impor taxas sobre os EUA a partir de abril.

Confira o fechamento dos índices de Nova York: 

> Dow Jones: -0,20%, aos 41.350,93 pontos;

> S&P 500: +0,49%, aos 5.599,30 pontos;

> Nasdaq: +1,22%, aos 17.648,45 pontos.

XP tomará ‘medidas legais’ contra empresa de análise que a acusou de esquema de pirâmide; ação cai

A XP (XPXPBR31) reagiu ao relatório que a acusou de praticar um esquema de pirâmide financeira e informou que tomará “todas as medidas legais cabíveis” contra a empresa americana de análise Grizzly Research, responsável pelo material.

A XP classificou as informações como “falsas, incorretas e imprecisas” e reforçou seu comprometimento com a ética, a transparência, a conformidade regulatória, a governança e o cumprimento da lei.

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Dólar tem leve queda e fecha a R$ 5,80 com dados de inflação e Orçamento no radar

O dólar à vista (USDBRL) começou o dia em alta com dados de inflação no Brasil — fortes como o esperado — e nos Estados Unidos, além das tarifas de importação impostas pelos EUA. Ao longo do dia, porém, a divisa perdeu força com a Lei Orçamentária Anual (LOA) no radar.

Nesta quarta-feira (12), a divisa norte-americana encerrou as negociações a R$ 5,8088, com queda de 0,05%.

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>> Dólar à vista fecha a R$ 5,8088, com queda de 0,05%
Quando começa o período de declaração do Imposto de Renda 2025?

O prazo para divulgar o Imposto de Renda 2025 começa na próxima segunda-feira, no dia 17 de março, a partir das 8h. De acordo com a divulgação da Receita Federal nesta quarta-feira (12), o período para enviar o documento encerra em 30 de maio, às 23h59.

Vale destacar que a declaração pré-preenchida será liberada somente em 1 de abril — e , agora, passa a puxar as informações das contas bancárias no exterior.

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Itaú BBA corta preço-alvo da Gerdau (GGBR4) após resultados no 4T24; o que fazer com as ações?

O Itaú BBA decidiu reduzir sua estimativa de preço-alvo para as ações da Gerdau (GGBR4) para R$ 23, uma queda de 8% em relação ao valor de R$ 25 definido anteriormente. 

O ajuste vem após a divulgação dos resultados operacionais da empresa no quarto trimestre de 2024 (4T24), reportados no final de fevereiro. O lucro líquido da empresa teve queda anual e trimestral, que se traduziu em estimativas menos otimistas para 2025.

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Ouro fecha com alta de quase 1% com tarifas de Trump e dados de inflação nos EUA

O ouro encerrou as negociações em alta de quase 1% em meio às incertezas sobre a política tarifária dos Estados Unidos e novos dados econômicos. Entre eles, a inflação ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) norte-americana subiu abaixo do esperado pelo mercado em fevereiro — o que consolidou as apostas de corte nos juros pelo Federal Reserve (Fed).

Vale lembrar que taxas de juros mais baixas tendem a beneficiar o ouro.

O contrato mais líquido do ouro, com vencimento em abril, fechou o dia com avanço de 0,88%, a US$ 2.946,80 a onça-troy na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). 

 

Petróleo sobe mais de 2% com dados de estoques nos EUA e Opep

O petróleo encerrou a sessão em  forte alta, estendendo os ganhos da véspera, com queda nos estoques de gasolina nos Estados Unidos na semana passada e avanço da inflação norte-americana (CPI) menor do que a esperada.

Os planos da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (Opep+) de aumentar a produção e as tarifas de importação impostas pelos EUA também movimentaram os preços da commodity.

O contrato mais líquido do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para maio, encerrou com alta de 2,00%, a US$ 70,95 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Já o West Texas Intermediate (WTI), referência para o mercado norte-americano, para abril, subiu 2,15%, a US$ 67,68 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex).

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