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Tempo real: Ibovespa sobe com apoio de NY e tarifas de Trump em foco; dólar avança e fecha a R$ 5,76

13 fev 2025, 6:40 - atualizado em 13 fev 2025, 18:17
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: Depois do tombo da véspera, Ibovespa (IBOV) reduziu as perdas do mês e fechou em leve alta com apoio de Wall Street.

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Nesta quinta-feira (13), o principal índice da bolsa brasileira fechou com alta de 0,38%, aos 124.850,18 pontos. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,7689 (+0,10%). 

No cenário doméstico, o mercado reagiu à divulgação das projeções para os principais indicadores econômicos pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda.

As atenções do mercado se dividiram com a reação dos balanços do quarto trimestre, entre eles Totvs (TOTS3) e Suzano (SUZB3).

No exterior, o presidente norte-americano Donald Trump anunciou tarifas recíprocas.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quinta-feira (13) em tempo real:

Ao vivo
Casas Bahia (BHIA3) coloca operação de Fidc ‘na rua’ e pode chegar a aporte de R$ 500 mi

A Casas Bahia (BHIA3) iniciou a operação do seu o fundo de investimento em direitos creditórios (Fidc), um passo importante na reestruturação das suas dívidas, mostra documento enviado ao mercado nesta quinta-feira (13).

Um Fidc nada mais é do que as empresas venderem os valores que têm a receber, como parcelas de financiamentos, duplicatas e cheques, em troca de dinheiro imediato, enquanto os investidores lucram com os pagamentos futuros desses créditos.

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Vivo (VIVT3) pagará R$ 180 milhões em juros sobre o capital próprio

A Vivo (VIVT3) pagará R$ 180 milhões em juros sobre o capital próprio, mostra documento enviado ao mercado nesta quinta-feira (13).

Segundo o documento, o valor por ação será de R$ 0,11. Com o Imposto de Renda, o valor cai para R$ 0,016.

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BRF (BRFS3) lidera perdas; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quinta-feira (13)

> Braskem (BRKM5): -3,76%, a R$ 19,47

> Automob (AMOB3): -3,70%, a R$ 0,26

>  Marfrig (MRFG3): -3,21%, a R$ 14,15

> Localiza (RENT3): -3,06%, a R$ 29,74

> Brava Energia (BRAV3): -2,97%, a R$ 20,26

Braskem (BRKM5) sobe mais de 5%; confira as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira (13)

Em meio ao movimento de ajuste de posições, Braskem (BRKM5) e Usiminas (USIM5) lideraram as altas do Ibovespa.

As ações da Totvs (TOTS3) e da Suzano (SUZB3) também figuraram entre as maiores altas em reação aos balanços.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira (13):

> Braskem (BRKM5): +5,38%, a R$ 13,12

> Usiminas (USIM5): +3,35%, a R$ 5,87

> CSN Mineração (CMIN3): +3,19%, a R$ 5,17

> Grupo Pão de Açúcar (PCAR3): +3,11%, a R$ 2,98

> Lojas Renner (LREN3): +2,99%, a R$ 13,10

Café robusta atinge novo recorde, açúcar branco atinge máxima em dois meses

Os contratos futuros do café robusta negociados na bolsa ICE atingiram um novo recorde pelo segundo dia consecutivo nesta quinta-feira, alcançando tardiamente a alta vertiginosa do café arábica deste ano, enquanto o açúcar branco atingiu uma máxima de dois meses.

O café robusta atingiu US$5.849 por tonelada métrica mais cedo, seu valor mais alto desde que o contrato começou a ser negociado em 2008, mas fechou em baixa de US$33, ou 0,6%, a US$ 5.788 por tonelada.

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Ibovespa ganha fôlego com NY sem ‘susto’ de tarifas de Trump; dólar tem leve alta e fecha R$ 5,76

Depois do tombo da véspera, Ibovespa (IBOV) reduziu as perdas do mês e fechou em leve alta com apoio de Wall Street.

Nesta quinta-feira (13), o principal índice da bolsa brasileira fechou com alta de 0,38%, aos 124.850,18 pontos, próximo da máxima intradia. 

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Vale (VALE3) avança em negociação com GIP para venda da Aliança e parque solar, dizem fontes

A Vale (VALE3) está avançando com negociações para vender à gestora Global Infrastructure Partners (GIP) uma participação majoritária na geradora renovável Aliança Energia e em um complexo solar, disseram à Reuters duas fontes com conhecimento do assunto.

A operação, que prevê a alienação de 70% dos ativos, atraiu também as geradoras de energia Casa dos Ventos e a China Three Gorges (CTG) Brasil, mas as duas empresas deixaram de participar do processo, relataram as fontes.

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a quinta-feira (13) em alta de 0,32%, aos 124.775,75 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Bolsas de NY sobem com dados e tarifas de Trump

Nos Estados Unidos, as bolsas de Nova York repercutiram novos dados econômicos e o anúncio de tarifas recíprocas pelo presidente Donald Trump. O mercado também seguiu acompanhando as negociações de cessar-fogo na guerra da Ucrânia, mediadas por Trump.

Entre os dados, Nos Estados Unidos, o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) aumentou 0,4% no mês passado e ficou acima do esperado.

Já o número de pedidos de auxílio-desemprego caíram na semana passada, sugerindo que mercado de trabalho permaneceu estável no início de fevereiro.

Confira o fechamento dos índices de Nova York:

> Dow Jones: +0,77%, aos 44.711,43 pontos;

> S&P 500: +1,04%, aos 6.115,07 pontos;

> Nasdaq: +1,50%, aos 19.945,64 pontos.

BR Partners (BRBI11): Diretor vê 2025 como ano da incerteza; ‘não sabemos se o ROE será 15% ou 25%’

As cifras trimestrais, apesar de importantes para entender o momento, são grandes retrovisores. Revelam o que a empresa já passou. E nesse aspecto, a BR Partners (BRBI11) entregou mais um resultado forte, na visão do diretor de relações com investidores, Vinicius Carmona.

O banco lucrou R$ 42 milhões no quarto trimestre, queda de 2,3% ante o ano passado e 16% em relação ao terceiro trimestre. No entanto, o diretor ressalta que o recuo se deve a base de comparação. No terceiro trimestre, a companhia teve resultados recordes.

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Inflação argentina atinge nível mais baixo em quase cinco anos em vitória para Milei

A taxa de inflação mensal da Argentina caiu para 2,2% em janeiro, a mais baixa desde meados de 2020, depois que o presidente libertário Javier Milei assumiu o cargo há pouco mais de um ano, introduzindo medidas de austeridade que ajudaram a estabilizar a economia combalida.

O aumento do índice de preços ao consumidor argentino ficou um pouco abaixo das previsões de analistas, de 2,3%, e abaixo dos 2,7% de dezembro, uma vitória para Milei, que busca manter o impulso positivo da economia em meio a negociações de um novo acordo com o Fundo Monetário Internacional.

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Trump revela roteiro para tarifas recíprocas contra aliados e concorrentes dos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, detalhou nesta quinta-feira um roteiro para aplicar tarifas de reciprocidade contra qualquer país que imponha impostos contra as importações norte-americanas, sua mais recente ofensiva tarifária contra aliados e inimigos dos EUA e que, segundo a Casa Branca, vai fortalecer a segurança econômica e nacional do país.

“Queremos um campo nivelado”, afirmou Trump a repórteres no Salão Oval, ao detalhar as medidas.

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Petróleo fecha em queda com tarifas de Trump e possível acordo de paz na Ucrânia

Os preços do petróleo fecharam em queda, pressionados pelo possível cessar-fogo na guerra da Ucrânia. O anúncio de tarifas recíprocas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também movimentaram as cotações do óleo bruto.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para abril, caíram 0,21%, a US$ 75,02 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Já os contratos do petróleo West Texas Intermediate (WTI) para março recuaram 0,11%, a US$ 71,29 o barril, em New York Mercantile Exchange (Nymex).

Dólar interrompe sequência de perdas com tarifas de Trump e tem leve alta a R$ 5,76

O dólar à vista (USDBRL) interrompeu o ciclo de três quedas consecutivas e fechou a sessão agitada por dados econômicos em leve alta. A divisa ganhou impulso na reta final do pregão com anúncio de tarifas recíprocas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Nesta quinta-feira (13), a moeda norte-americana encerrou a R$ 5,7689 (+0,10%). 

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>> Dólar à vista fecha a R$ 5,7689, com alta de 0,10%
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Dividendos da Copel (CPLE6) estão aumentado de forma rápida e consistente, diz Bradesco BBI

A Copel (CPLE6) está em uma trajetória de aumento rápido e consistente do pagamento de dividendos, avaliam os analistas Francisco Navarrete, do Bradesco BBI, e Ricardo França, da Ágora Investimentos.

As estimativas de dividend yield (retorno de dividendos) são de 6,8% para 2025, 7,4% em 2026 e 11% para 2027. Para eles, considerando o perfil de geração de caixa da empresa, não há razão para que o Copel não aumente o pagamento para cerca de 95% já em 2026.

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Dólar firma alta com anúncio de tarifas de Trump

O dólar à vista opera em alta e se aproxima de R$ 5,80, com tarifas de importação impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donals Trump.

Às 16h37, o dólar subia 0,05%, a R$ 5,7660. Já o DXY, que compara a divisa a uma cesta de moedas fortes, caía 0,66%, aos 107,278pontos.

Há pouco, Trump anunciou taxas recíprocas para países que fazem negócios com os EUA.

Porto (PSSA3) deve ter resultados robustos no 4T24, diz Genial; hora de comprar?

A Porto (PSSA3) deve apresentar um desempenho sólido em 2025, impulsionado pelo crescimento acelerado de suas unidades mais rentáveis, como Bank, Saúde, Vida e Patrimonial, disse a Genial Investimentos.

Esses segmentos, de acordo com a corretora, devem superar o avanço do segmento de seguro automóvel, que possui menor lucratividade. A corretora ainda vê ganhos de eficiência operacional e a estratégia de diversificação de produtos favorecendo a expansão estrutural do ROE.

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Trump anuncia novas tarifas de reciprocidade a países que fazem negócios com os EUA

O presidente Donald Trump anunciou, nesta quinta-feira (13), novas tarifas recíprocas para países que fazem negócios com os Estados Unidos. É esperado que as taxas variem de acordo com cada país.

O republicano afirmou que outros países poderiam reduzir tarifas ou eliminá-las. Países que usam um sistema de imposto sobre valor agregado terão isso considerado como uma tarifa, e enviar mercadorias por outro país para evitar tarifas não será aceito.

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Senado dos EUA confirma Brooke Rollins para dirigir Departamento de Agricultura

O Senado dos Estados Unidos votou nesta quinta-feira para confirmar Brooke Rollins para liderar o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA).

Ela é uma aliada de longa data do presidente Donald Trump e ex-assessora de políticas da Casa Branca que expressou dúvidas sobre as mudanças climáticas.

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