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Tempo real: Ibovespa tem leve queda com tensão entre EUA e China em foco; dólar sobe

14 out 2025, 6:30 - atualizado em 14 out 2025, 17:25
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) teve mais um dia guiado pelo exterior, com a escalada da tensão comercial entre Estados Unidos e China.

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Nesta terça-feira (14), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com queda de 0,07%, aos 141.682,99 pontos. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,4700, com alta de 0,14%

No cenário doméstico, os investidores repercutiram o noticiário corporativo, mas com Brasília no radar. O mercado espera o anúncio de novas medidas de compensação à derrota do governo com a medida provisória (MP) alternativa ao Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

No exterior, a tensão comercial entre os Estados Unidos e a China e novas declarações do presidente do Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano), Jerome Powell, foram os destaques do dia.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta terça-feira (14) em tempo real:

Ao vivo
Gerdau (GGBR4): A esperada queda no lucro do 3T25, segundo a XP

A Gerdau (GGBR4) deve apresentar queda no lucro líquido do terceiro trimestre. Para a XP Investimentos, a última linha do balanço deve alcançar R$ 1,023 bilhão, o que implicaria em uma baixa anual de 18%, ao passo que a receita deve permanecer estável a R$ 17,4 bilhões.

Já o Ebitda deve cair 12%, a R$ 2,66 bilhões, com a margem recuando 2 pontos percentuais, a 15,3%. A XP segue recomendando a compra do papel da companhia, a um preço-alvo de R$ 23.

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O que revela a nova pesquisa Datafolha sobre a exploração de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas

A maioria dos brasileiros avalia que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deveria proibir a exploração de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas, uma região com vários desafios socioambientais, mas com elevado potencial petrolífero, apontou uma pesquisa nacional do instituto Datafolha enviada com exclusividade à Reuters.

O levantamento, encomendado pela organização de responsabilização corporativa Ekō, indica a avaliação de 2.005 brasileiros antes do evento climático COP30, em Belém, no próximo mês.

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BRB (BSLI3) rebate acusações de negócios com Master “às margens do Banco Central”

O BRB (BSLI3) rebateu na noite desta terça-feira (14) as acusações de ter feito negócios com o Banco Master, de Daniel Vorcaro, “às margens do Banco Central”.

No domingo, uma coluna do Globo trouxe que o Banco de Brasília havia adquirido uma carteira de crédito de R$ 1 bilhão do Master.

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Ibovespa futuro sobe 0,21% e continua testando média de 50 períodos; Dólar futuro avança

O Ibovespa futuro para outubro (WINV25), ou mini-índice, encerrou o pregão desta terça-feira (14) em alta de 0,21%, aos 141.910 pontos.

Segundo a análise técnica do BTG Pactual divulgada hoje mais cedo, o ativo testa a média de 50 períodos como resistência, próxima dos 142.000 pontos, e precisa superar essa região para retomar o movimento de alta.

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Goldman Sachs recomenda venda de Santander (SANB11) e compra de Bradesco (BBDC4): O que explica? 

O Goldman Sachs atualizou suas preferências para o setor de bancos, mudando a recomendação do Santander (SANB11) de neutra para venda e do Bradesco (BBDC4) de venda para neutra. 

Para Itaú (ITUB4) e Banco do Brasil (BBAS3), não houve alterações de recomendação — para o primeiro, os analistas continuam a recomendar compra e para o segundo a posição segue neutra. 

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Juros futuros acompanham recuo do dólar após falas de Powell

As taxas dos contratos de Depósitos Interfinanceiros (DIs) fecharam com leves baixas nesta terça-feira (14), acompanhando a perda de força do dólar ante o real após comentários do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell em evento nos Estados Unidos (EUA).

No fim da tarde, a taxa do DI para janeiro de 2028 estava em 13,385%, em baixa de 3 pontos-base ante o ajuste de 13,415% da sessão anterior. A taxa para janeiro de 2029 marcava 13,35%, ante o ajuste de 13,393%.

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Cogna (COGN3) cai 4%; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (14)

> Cogna (COGN3): -3,97%, a R$ 2,90

> MBRF (MBRF3): -3,71%, a R$ 15,30

> Engie (EGIE3): -3,49%, a R$ 40,05

> Brava Energia (BRAV3): -3,40%, a R$ 15,64

> Natura (NATU3): -2,72%, a R$ 8,24.

Embraer (EMBR3) sobe quase 5%; confira as maiores altas do Ibovespa nesta terça-feira (14)

Entre as companhias listadas no Ibovespa (IBOV), as ações da Embraer (EMBR3lideraram os ganhos do pregão após a holandesa TrueNoord fechou acordo para 20 jatos E195-E2, com direitos de compra para mais 30 aeronaves, pelo valor tabelado de US$ 1,8 bilhão.

De acordo com os cálculos do JP Morgan, que avalia positivamente o anúncio, a carteira de pedidos (backlog) da fabricante deverá atingir cerca de US$ 37,3 bilhões, incluindo as entregas do terceiro trimestre e outras recentes encomendas.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta terça-feira (14):

> Embraer (EMBR3): +4,89%, a R$ 82,65

> Raízen (RAIZ4): +3,53%, a R$ 0,88

> Usiminas (USIM5): +2,88%, a R$ 4,65

> Minerva (BEEF3): +2,48%, a R$ 6,62

> Magazine Luiza (MGLU3): +2,09%, a R$ 8,78

Ibovespa tem leve queda com incertezas sobre EUA e China e falas de Powell; dólar sobe a R$ 5,47

O Ibovespa (IBOV) teve mais um dia guiado pelo exterior, com a escalada da tensão comercial entre Estados Unidos e China.

Nesta terça-feira (14), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com queda de 0,07%, aos 141.682,99 pontos. 

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Suzano (SUZB3) e Klabin (KLBN11): 3T25 deve trazer resultado resiliente para uma das ações, segundo XP Investimentos

Os preços mais baixos para celulose e um real mais forte devem pesar sobre os resultados das empresas expostas à celulose no terceiro trimestre de 2025 (3T25). No entanto, as companhias de embalagens devem demonstrar uma resiliência relativa, segundo a XP Investimentos.

Para a Suzano (SUZB3), os analistas projetam menores volumes de celulose no comparativo trimestral (devido à estratégia de corte de produção), preços realizados mais fracos e custos menores. Isso deve resultar em uma redução de Ebitda e de margens.

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a terça-feira (14) em baixa de -0,14%, aos 141.591,02 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Dólar sobe a R$ 5,47 com tensão comercial entre EUA e China

O dólar à vista teve um dia de instabilidade com a escalada da tensão comercial entre Estados Unidos e China, novas declarações do presidente do Banco Central norte-americano e expectativas de corte nos juros dos EUA.

Nesta terça-feira (14), o dólar à vista (USDBRL) encerrou a sessão a R$ 5,4700, com avanço de 0,14%.

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>> Dólar à vista fecha a R$ 5,4700, com alta de 0,14%
Gol (GOLL54): Em rota de saída da B3, ações sobem quase 10% — mas há pontos de atenção

As ações da Gol (GOLL54) devem deixar de ser negociadas na B3, se aprovada a proposta de reorganização societária apresentada pela companhia aérea na noite de segunda-feira (13). No pregão desta terça-feira (14), as ações reagem com bastante oscilação, mas chegaram a disparar quase 10% nas máximas do dia.

Sob a justificativa de simplificar a estrutura, buscar sinergias e reduzir custos, a Gol propõe que ela mesma e sua subsidiária Gol Investment Brasil (GIB) sejam incorporadas pela Gol Linhas Aéreas (GLA), que atualmente também é uma subsidiária integral da Gol, de capital fechado.

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Empiricus diz que dados favorecem corte da Selic em 2025 e indica 3 títulos de renda fixa para surfar o cenário

Os últimos dados macroeconômicos divulgados têm corroborado o cenário de início dos cortes da Selic ainda em 2025, diz a analista de renda fixa da Empiricus Research, Lais Costa.

A inflação de setembro veio “bem abaixo” do esperado pelo mercado, enquanto a pesquisa mensal de serviços (PMS) mostrou uma acomodação no crescimento do segmento.

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Dólar tem melhor semana desde 2024 e desafia resistência em R$ 5,50; veja análise do BTG Pactual

O dólar encerrou a última semana com forte valorização frente ao real, em meio ao aumento da aversão ao risco global e à piora do cenário fiscal doméstico, segundo análise técnica divulgada pelo BTG Pactual nesta terça-feira (14).

A moeda avançou 3,34% na semana, com destaque para a alta de 2,59% na sexta-feira (10) — o movimento mais intenso desde julho de 2024.

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Ouro renova recorde e segue acima de US$ 4,1 mil por onça-troy

O ouro, considerado um dos ativos mais seguros do mundo, renovou o recorde histórico nesta terça-feira (14), pela segunda sessão consecutiva, com a escalada da tensão comerciais entre Estados Unidos e China.

O enfraquecimento do dólar após novas declarações do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, também contribuiu para o desempenho do metal precioso.

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Ibovespa agora

O Ibovespa, principal índice da bolsa, opera em alta de 0,25%, aos 142.113,86 pontos, nesta terça-feira (14).

Entre as principais ações do índice, Vale (VALE3) registra alta de 0,32%, cotada a R$ 59,93. Os papéis da Petrobras (PETR4) são negociados em baixa de -0,23%, a R$ 30,14, e os do Itaú (ITUB4), em alta de 1,16%, a R$ 37,60.

>> Dólar à vista tem mínima a R$ 5,4597, com queda de 0,05%
Bolsas da Europa fecham em queda com tombo de Michelin e tensão entre EUA e China

As bolsas europeias encerraram a sessão desta terça-feira (14) majoritariamente em queda com novos temores sobre as tensões comerciais entre Estados Unidos e China e o tombo das ações da Michelin. A crise política na França continuou no radar.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em queda de 0,37%, aos 564,54 pontos.

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