Nos Estados Unidos, as bolsas de Wall Street reagiram às falas do futuro secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, em audiência no Senado norte-americano.
Entre os destaques, ele disse que vai assegurar que o dólar continue como a reserva do mundo” e que a gestão Trump avaliará as tarifas de importados de três formas. “Tarifa será para remediar práticas de comércio, como taxas sobre aço da China”, afirmou Bessent.
O futuro secretário ainda acrescentou que as políticas de Trump ajudarão a reduzir a inflação e permitirão que os salários dos trabalhadores aumentem. O presidente eleito Donald Trump assume a presidência dos EUA na próxima segunda-feira (20).
As declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed) também dividiram as atenções dos investidores. O diretor do Fed, Chris Waller,t disse que se a inflação continuar desacelerando nos EUA, é provável que o Fed reduza a taxa de juros mais cedo e mais rápido do que o esperado, em entrevista a CNBC nesta quinta-feira (16).
O Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Fed se reúne entre os dias 28 e 29 — com a divulgação da decisão e entrevista coletiva com o presidente do Fed, Jerome Powell.
Em segundo plano, os investidores repercutiram novos dados econômicos.
Entre eles, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego subiram em 14.000, para 217.000 em dado com ajuste sazonal, na semana encerrada em 11 de janeiro, segundo dados do Departamento do Trabalho. Os economistas consultados pela Reuters previam 210.000 pedidos no período.
Confira o fechamento dos índices de Nova York:
- S&P 500: -0,21%, aos 5.937,34 pontos;
- Dow Jones: -0,16%, aos 43.153,13 pontos;
- Nasdaq: -0,89%, aos 19.339,29 pontos.