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Tempo real: Ibovespa fecha no maior nível desde outubro; dólar cai a R$ 5,68

17 mar 2025, 6:42 - atualizado em 17 mar 2025, 17:54
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) estendeu os ganhos da semana anterior com ajuda da China. A segunda maior economia do mundo anunciou novos estímulos econômicos e, em reação, os pesos-pesados do índice subiram mais de 1%.

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Nesta segunda-feira (17), o principal índice da bolsa brasileira fechou com alta de 1,46%, aos 130.833,96 pontos — no maior nível desde outubro de 2024. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,6864, com queda de 0,99% — no menor patamar desde 7 de novembro do ano passado. 

No cenário doméstico, a semana começou com mudanças no Relatório Focus: as apostas para a inflação de 2025 desaceleraram de 5,68% para 5,66%, após meses de alta. As projeções de crescimento da economia também foram reduzidas saindo de 2,01% para 1,99% para este ano.

Além disso, o mercado reagiu à divulgação do Índice de Atividade Econômica do Banco Central do Brasil (IBC-Br). A prévia do Produto Interno Bruto (PIB) registrou avanço de 0,90% em janeiro, bem acima das expectativas de 0,22%.

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Os dados ganharam destaque enquanto os investidores ficam à espera da ‘Super Quarta’ com a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) que deve subir a Selic em 1 ponto percentual, e do Federal Reserve (Fed) nos Estados Unidos.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta segunda-feira (17) em tempo real:

Ao vivo
Alckmin diz que Brasil terá novas reuniões com EUA sobre tarifas, após conversa técnica na sexta-feira (14)

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, confirmou nesta segunda-feira (17) que o governo teve, na última sexta-feira (14), a primeira reunião técnica com representantes do governo norte-americano sobre as tarifas impostas sobre aço e alumínio brasileiros.

Segundo Alckmin, outras reuniões acontecerão nos próximos dias, mas ele não deu detalhes se houve avanços nessa primeira negociação.

“O caminho é o ganha-ganha. Estamos trabalhando no sentido da complementaridade econômica”, disse.

O governo brasileiro trabalha para restabelecer as quotas de importação sem tarifas que vigoravam até a semana passada, quando os Estados Unidos implementaram uma taxa de importação de 25%.

Bolsa do Rio de Janeiro: Mubadala busca até 10 sócios para fornecer liquidez

O Mubadala Investment Co, fundo soberano de Abu Dhabi, está negociando com bancos globais e formadores de mercado a fim de criar um consórcio com até dez parceiros para fornecer liquidez para a nova bolsa de valores no Rio de Janeiro, disseram duas pessoas familiarizadas com o assunto.

Em troca, esses parceiros receberiam capital que diluiria modestamente a participação atual de 73% do Mubadala na nova bolsa, que será chamada de Base Exchange, acrescentaram as fontes, observando que o fundo permaneceria como controlador.

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SLC Agrícola (SLCE3) fecha com queda de quase 4%; confira as maiores baixas do Ibovespa nesta segunda-feira (17)

A ponta negativa foi dominada por  SLC Agrícola (SLCE3)., que foi pressionada pelo anúncio de aquisição de terras por R$ 913 milhões. Na avaliação do BTG Pactual, porém, a compra é uma oportunidade de reequilibrar a participação de terras em meio ao cenário de estagnação de preços e das commodities. 

Confira as maiores baixas do Ibovespa nesta segunda-feira (17):

> SLC Agrícola (SLCE3): -3,97%, a R$ 17,88

> B3 (B3SA3): -3,65%, a R$ 12,40

> Natura (NTCO3): -3,37%, a R$ 9,18

> Marfrig (MRFG3): -3,21%, a R$ 14,77

> Vivara (VIVA3): -2,18%, a R$ 17,46

Vamos (VAMO3) sobe 6%; confira as maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira (17)

Na ponta positiva do principal índice da bolsa brasileira, Vamos (VAMO3) liderou os ganhos com salto de mais de 8% durante a sessão em um movimento de recuperação das perdas recentes. Mesmo com a forte alta de hoje, os papéis ainda acumulam baixa de quase 12% no ano.

Magazine Luiza (MGLU3) também figurou entre as maiores altas do Ibovespa ainda em reação ao balanço do quarto trimestre de 2024 (4T24). Na semana passada, a varejista reportou lucro líquido ajustado de R$ 139 milhões no período de outubro a dezembro. O número representa um avanço de 37% na comparação anual.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira (17):

> Vamos (VAMO3): +6,33%, a R$ 4,20

> Magazine Luiza (MGLU3): +5,31%, a R$ 10,11

> Hapvida (HAPV3): +5,05%, a R$ 2,29

> RD Saúde (RADL3): +4,74%, a R$ 20,09

> Cosan (CSAN3): +4,28%, a R$ 7,79

Ibovespa supera os 130 mil pontos e fecha no maior nível em cinco meses com ajuda de China; dólar cai a R$ 5,68

O Ibovespa (IBOV) iniciou a semana marcada por decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil em tom positivo. O índice contou, mais uma vez, com a ajuda da China, que anunciou um plano de estímulos econômicos.

Nesta segunda-feira (17), o principal índice da bolsa brasileira fechou com alta de 1,46%, aos 130.833,96 pontos — no maior nível desde outubro de 2024. 

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A nova cartada do governo para baixar o preço da gasolina; analista questiona eficácia de medida

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que o governo deve aumentar o percentual de etanol anidro na gasolina para 30% ainda em 2025 — atualmente, o percentual é de 27,5%. A declaração do ministro ocorreu em evento realizado em Brasília nesta segunda-feira (17).

Silveira ressaltou que o aumento da mistura, chamada de E30, deve baratear a gasolina vendida aos consumidores.

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>> Ibovespa fecha com alta de 1,46%, aos 130.833,96 pontos
Bolsas de NY fecham em alta com dados de varejo, falas de Bessent e expectativa por Fed

Nos Estados Unidos, as bolsas de Nova York tiveram mais um dia de alta e estenderam o movimento de recuperação das perdas recentes com dados mais fracos do que o esperado, declarações de autoridade e expectativa pela decisão sobre os juros.

As vendas no varejo aumentaram 0,2% em fevereiro, após uma queda revisada de 1,2% em janeiro, segundo dados do Departamento de Comércio do país.

Os economistas consultados pela Reuters previam que as vendas no varejo, que são em sua maioria mercadorias e não são ajustadas pela inflação, avançariam 0,6%, depois de uma queda de 0,9% em janeiro.

Os investidores repercutiram falas do secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent. Em entrevista à NBS no domingo (16), ele disse que não há “garantias” de que não haverá recessão nos Estados Unidos, embora possa haver um ajuste. “Vamos ter uma transição, e não vamos ter uma crise”, disse Bessent.

O mercado operou também na expectativa pela decisão sobre os juros do Federal Reserve (Fed). O Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) se reúne na próxima semana e a expectativa é de que o Banco Central norte-americano mantenha as taxas no intervalo de 4,25% a 4,50% ao ano.

Confira o fechamento dos índices de Nova York: 

> Dow Jones: +0,85%, aos 41.841,63 pontos;

> S&P 500: +0,65%, aos 5.675,12 pontos;

> Nasdaq: +0,31%, aos 17.808,67 pontos.

Dólar tem nova queda de 1% ante o real com China e fecha a R$ 5,68

O dólar à vista (USDBRL) segue em ritmo de quedas com tensões comerciais e dados no Brasil e nos Estados Unidos, antes das decisões de política monetária.

Nesta segunda-feira (17), a divisa norte-americana encerrou as negociações a R$ 5,6864, com queda de 0,99% — no menor nível desde novembro de 2024.

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>> Dólar à vista fecha a R$ 5,6884, com queda de 0,99%
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Governo faz ajustes e planeja destinar R$ 15 bilhões ao Minha Casa, Minha Vida

O governo federal fez mais um remanejamento no orçamento e destinou R$ 15 bilhões do Fundo Social ao programa habitacional Minha Casa, Minha Vida (MCMV). O pedido foi feito em ofício encaminhado à Comissão Mista de Orçamento (CMO) na última sexta-feira (14), e divulgado nesta segunda-feira (17).

O montante será destinado, principalmente, a Faixa 3 do programa, voltado para famílias que possuem renda entre R$ 4.400,01 e R$ 8.000 ao mês, ou anual de R$ 52.800,01 a R$ 96.000,00.

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Petróleo fecha em alta com estímulos na China e tensão entre EUA e Houthis

Os preços do petróleo encerraram o dia em alta. O movimento foi impulsionado pelo anúncio de novos estímulos econômicos na China e após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump prometer uma escalada nos ataques contra os Houthis no Iêmen.

No último sábado (15), os EUA lançaram uma nova onda de ataques aéreos. Nesta segunda-feira (17), a cidade portuária de Hodeidah, no Mar Vermelho, e a província de Al Jawf, ao norte da capital Sanaa, foram alvos de ataques, informou a TV Al Masirah, dirigida pelos houthis.

“Cada tiro disparado pelos houthis será considerado, a partir de agora, como um tiro disparado pelas armas e pela liderança do Irã, e o Irã será responsabilizado e sofrerá as consequências, e essas consequências serão terríveis”, disse Trump em uma publicação na sua rede Truth Social.

O contrato mais líquido do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para maio, subiu 0,69%, a US$ 71,07 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Já o West Texas Intermediate (WTI), referência para o mercado norte-americano, para abril, avançou 0,59%, a US$ 67,58 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex).

Prévia do PIB acima do esperado não muda visão de que atividade brasileira está em desaceleração, diz BofA

A prévia do Produto Interno Bruto (PIB) acima das expectativas do mercado em janeiro não muda a visão de que a atividade brasileira está em desaceleração, afirma o Bank of America (BofA).

O indicador de atividade econômica (IBC-Br) registrou alta de 0,9% no primeiro mês do ano e de 3,6% na comparação anual. O mercado esperava um aumento mensal de 0,3% e interanual de 2,3%, segundo a mediana das projeções coletadas pelo Broadcast.

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Imposto de Renda 2025: Quem precisa declarar?

As regras para a declaração do Imposto de Renda (IR) em 2025 foram atualizadas pela Receita Federal. Agora, quem teve rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888,00 no ano passado deve declarar — no ano-calendário anterior esse valor era de R$ 30.639,90.

Além disso, o limite da receita bruta para atividade rural também subiu, passando de R$ 153.999,50 para R$ 169.440,00.

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Bolsas de NY ganham força e sobem com dados no varejo mais fracos

As bolsas de Nova York aceleraram os ganhos e sobem mais de 1%, com os investidores reagindo as vendas no varejo, que vieram mais fracos do que o esperado.

As vendas no varejo aumentaram 0,2% em fevereiro, após uma queda revisada de 1,2% em janeiro, segundo dados do Departamento de Comércio. Os economistas consultados pela Reuters previam que as vendas no varejo, que são em sua maioria mercadorias e não são ajustadas pela inflação, avançariam 0,6%, depois de uma queda de 0,9% em janeiro.

Confira o desempenho dos índices de NY agora: 

> Dow Jones: +1,06%, aos 41.927,19 pontos

> S&P 500: +0,94%, aos 5.692,47 pontos

> Nasdaq: +0,74%, aos 17.883,51 pontos

 

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Ibovespa agora

O Ibovespa, principal índice da bolsa, opera em alta de 1,68%, aos 131.126,05 pontos, nesta segunda-feira (17).

Entre as principais ações do índice, Vale (VALE3) registra alta de 1,49%, cotada a R$ 57,13. Os papéis da Petrobras (PETR4) são negociados em alta de 2,42%, a R$ 36,36, e os do Itaú (ITUB4), em alta de 2,77%, a R$ 35,26.

Ouro fecha em alta com dólar fraco

O ouro encerrou as negociações desta segunda-feira (17) em alta e renovou a máxima histórica, em meio as preocupações com o crescimento global com a política tarifária dos Estados Unidos. O dólar mais fraco também favoreceu o metal precioso.

O contrato mais líquido do ouro, para abril, fechou com avanço de 0,17%, a US$ 3.006,10 por onça-troy na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).

Ontem (16), o presidente norte-americano Donald Trump reafirmou que as tarifas recíprocas entrarão em vigor em 2 de abril.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) afirmou que “mudanças significativas ocorreram nas políticas comerciais que, se sustentadas, afetariam o crescimento global e aumentarias a inflação”, em relatório divulgado hoje (17). Em cenários de mais inflação e, consequentemente, incertezas, os preços do ouro tendem a se manter em alta — por ser considerado um dos ativos mais seguros do mundo.

Tarifas de Donald Trump e o fim do multilateralismo funcionam?

Com o início do segundo mandato de Trump na Casa Branca, a partir de janeiro desse ano, vários pilares do Direito Internacional e Comercial estão sendo severamente questionados. Dentre eles, o multilateralismo é o mais atingido.

Na sua política “Make America Great Again”, Trump confronta a ordem estabelecida com o pós-guerra, que moldou a estrutura internacional de hoje. Nessa empreitada, o governo americano está utilizando tarifas, protecionismo e alegações de reciprocidade.

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>> Ibovespa sobe 1,62%, aos 131.051,26 pontos, e renova máxima intradia
Isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil deve custar R$ 27 bi por ano, diz Haddad

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta segunda-feira (17) que, após recálculo, a ampliação de isenção do Imposto de Renda (IR) custará R$ 27 bilhões por ano. A previsão inicial apontava para um custo de R$ 35 bilhões.

Em novembro do ano passado, Haddad anunciou, junto ao pacote de contenção de gastos do governo, que quem ganha até R$ 5 mil ficará isento de IR.

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