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Tempo real: Ibovespa (IBOV) bate máxima aos 146 mil pontos, alta de 1,5%, com decisão do Fed

17 set 2025, 6:30 - atualizado em 05 nov 2025, 10:39
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) fechou em alta nesta quarta-feira (17), renovando máximas e testando o patamar dos 146 mil pontos pela primeira vez, após o banco central dos Estados Unidos confirmar expectativas e cortar os juros e sinalizar mais reduções neste ano. O índice de referência do mercado acionário brasileiro subiu 1,06%, a 145.593,63 pontos, novo recorde para o fechamento, chegando a 146.330,9 pontos no melhor momento da sessão, renovando o topo histórico intradia. Na mínima, marcou 143.910,14 pontos.

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Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quarta-feira (17), em tempo real:



Ao vivo
Giro do Mercado: Banco Central está do lado dos investidores e quer cortar Selic

Copom: Especialista enxerga “tom duro” e nenhum corte em 2025

 

O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 15% ao ano na reunião desta quarta-feira (17). Para Bernardo Assunção, CEO da Arton Advisors, esse comportamento deve se repetir no restante do ano, já que o comunicado trouxe um tom duro e não sinalizou cortes no curto prazo.

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Plano de voo é manter a Selic em 15% por bastante tempo, mas cortes não estão descartados, diz economista-chefe da Galapagos

O Banco Central sinalizou, novamente, que o “plano de voo” é manter a Selic em níveis elevados por um período prolongado, afirma a economista-chefe da Galapagos, Tatiana Pinheiro. O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa em 15% na reunião desta quarta-feira (17).

A avaliação é de que a manutenção dos juros é necessária para assegurar a convergência da inflação à meta e controlar a atividade econômica.

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Selic a 15%: Ibovespa cai ou sobe? Como deve reagir mercado

O Ibovespa encerrou o pregão renovando máximas após o Federal Reserve cortar os juros em 0,25 ponto percentual e sinalizar novas tesouradas até o final do ano.

Aqui no Brasil, o Banco Central manteve a Selic, a taxa básica de juros, em 15%, como previsto. Porém, sinais indicam que o mercado deve realizar parte do lucro.

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O que mudou no comunicado do Copom que manteve a Selic a 15%? Veja a comparação

O Comitê de Política Monetária (Copom) reiterou, na reunião desta quarta-feira (17), que a Selic deve seguir em “patamar significativamente contracionista por período bastante prolongado” — mensagem que já havia sido transmitida no comunicado anterior.

Os diretores mantiveram a taxa básica de juros estável em 15% ao ano pela segunda vez consecutiva, conforme esperado pelo mercado.

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Totvs (TOTS3) anuncia pagamento de R$ 88 milhões em JCP

A Totvs (TOTS3) informou nesta quarta-feira (17) que seu Conselho de Administração aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) no valor de R$ 0,15 por ação, totalizando aproximadamente R$ 88 milhões.

Os recursos serão imputados aos dividendos obrigatórios do exercício. Terão direito ao recebimento os acionistas com posição em 23 de setembro de 2025. A partir do dia seguinte, 24 de setembro, os papéis serão negociados ex-JCP.

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Selic a 15%: Quanto rendem R$ 1 mil e R$ 10 mil na renda fixa

O Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou, nesta quarta-feira (17), seu veredito sobre os juros. Pela segunda reunião consecutiva, os diretores do Banco Central (BC) optaram pela manutenção da Selic.

Com isso, a taxa básica segue em 15% ao ano, ao menos pelos próximos 45 dias, quando o colegiado se reunirá novamente para uma nova decisão.

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>> Projeção de inflação do Copom para o primeiro trimestre de 2027 é de 3,4%
Copom mantém Selic em 15% ao ano, conforme esperado

O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic estável em 15% ao ano na reunião desta quarta-feira (17). A decisão foi unânime.

A aposta do mercado já era de uma manutenção dos juros no nível atual na decisão de hoje. As Opções de Copom indicavam que esse movimento valia R$ 97 — quanto maior o valor, maior a probabilidade atribuída a esse cenário.

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>> Copom mantém Selic em 15% ao ano
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Federal Reserve: Dados do mercado de trabalho serão ‘essenciais’ para definir novos cortes

O mercado já esperava amplamente que o Federal Reserve (Fed) cortaria os juros dos Estados Unidos (EUA) em 0,25 ponto percentual (p.p.) na reunião desta quarta-feira (17), mas ainda há divergências sobre a continuidade do ciclo. Para especialistas, os dados do mercado de trabalho serão decisivos para as próximas decisões.

A redução de hoje foi justificada pela avaliação de que a atividade econômica perdeu ritmo no primeiro semestre e de que o mercado de trabalho mostra sinais de fraqueza, mesmo com a inflação ainda elevada.

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Milho termina em baixa em Chicago com alta do dólar e avanço da colheita nos EUA

Os contratos futuros de milho negociados na bolsa de Chicago fecharam em baixa nesta quarta-feira (17), devido à realização de lucros, à pressão sazonal da colheita nos EUA e à alta do dólar, segundo traders.

O contrato dezembro terminou em queda de 2,75 centavos, a US$4,2675 por bushel, caindo depois de igualar a máxima de dois meses de terça-feira, de US$4,3125 por bushel.

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Raízen (RAIZ4) e Cosan (CSAN3) avançam com rumores de venda de ativos na Argentina

As ações da Cosan (CSAN3) e da Raízen (RAIZ4) fecharam com alta de 3,62% e 1,53% nesta quarta-feira (17), em um dia em que o Ibovespa (IBOV) renovou seu recorde. A alta é atrelada a notícia de que a Vitol está interessada em adquirir ativos da Raízen na Argentina.

O interesse da multinacional, que atua nos setores de energia e trading de commodities, envolve uma refinaria da Raízen e uma rede de postos sob a bandeira Shell no país.  O negócio é estimado em US$ 1,5 bilhões (R$ 7,935 milhões).

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Café arábica cai mais de 8% com liquidação de comprados, açúcar também recua

Os preços futuros do café na ICE caíram acentuadamente na quarta-feira (17) em meio à venda de fundos, com o arábica recuando em relação à máxima de quase sete meses registrada na sessão anterior, enquanto os valores do açúcar também tiveram redução.

O café arábica caiu 33,7 centavos, ou 8,2%, a US$ 3,7565 por libra-peso, recuando em relação à alta de quase sete meses de US$4,24 registrada na terça-feira.

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JBS (JBSS3) está preparada para provável virada do ciclo pecuário no Brasil, diz diretor

A JBS (JBSS3), maior produtora global de carnes, está preparada para uma provável virada do ciclo pecuário no Brasil, disse Eduardo Pedroso, diretor-executivo de Originação da Friboi, nesta quarta-feira (17).

Em entrevista a jornalistas durante evento em São Paulo, ele lembrou que nos últimos 24 meses houve um “aumento significativo” do desfrute do rebanho nacional bovinos, resultando em uma sobreoferta “muito grande”, permitindo maior processamento nas indústrias do Brasil.

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a quarta-feira (17) em alta de 0,99%, aos 145.484,63 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Não houve apoio generalizado para corte de 0,50 p.p. dos juros dos EUA, diz Powell

O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, disse, nesta quarta-feira (17), que “não houve apoio generalizado” para um corte maior na taxa de juros dos Estados Unidos.

O banco central cortou a taxa em 0,25 ponto percentual (p.p.), para o intervalo de 4% a 4,25% ao ano. A decisão, no entanto, não foi unânime, uma vez que Stephen Miran — aliado de Donald Trump — votou em um ajuste de 0,50 p.p.

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Fed corta juros: Ibovespa já chegou a disparar 58% em outros ciclos; veja como se posicionar

O Federal Reserve confirmou o que 99% do mercado esperava: o primeiro corte dos juros desde dezembro de 2024, quando a taxa foi para 4,25% a 4,50% ao ano.

Enfim, o banco central chegou à conclusão de que os indicadores nos Estados Unidos, principalmente a inflação, estão mais controlados.

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>> Powell inicia discurso após decisão do Fomc
Ibovespa agora

O Ibovespa, principal índice da bolsa, opera em alta de 1,36%, aos 145.889,17 pontos, nesta quarta-feira (17).

Entre as principais ações do índice, Vale (VALE3) registra alta de 0,26%, cotada a R$ 57,85. Os papéis da Petrobras (PETR4) são negociados em alta de 0,51%, a R$ 31,69, e os do Itaú (ITUB4), em alta de 1,93%, a R$ 38,63.

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