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Tempo Real: Ibovespa tem alta aos 124 mil pontos com pacote fiscal; dólar renova recorde a R$ 6,09

17 dez 2024, 6:39 - atualizado em 17 dez 2024, 19:16
ibovespa
Acompanhe o Ibovespa e os demais mercados em tempo real. (Imagem: Getty Images)

RESUMO: O Ibovespa (IBOV) reduziu as perdas das sessões anterior e firmou-se no tom positivo com a expectativa de votação das medidas fiscais no Congresso Nacional ainda nesta semana. A ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) e novos leilões de dólares pelo Banco Central também movimentaram o pregão.

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Nesta terça-feira (15), o principal índice da bolsa brasileira subiu 0,92%, aos 124.698,04 pontos. 

Já o dólar à vista (USBRL) quebrou o recorde anterior e terminou a sessão a R$ 6,0961 (+0,04%), no maior valor nominal de fechamento da história, mesmo após duas novas intervenções do Banco Central no câmbio. Durante a sessão, a divisa superou a cotação de R$ 6,20 pela primeira vez desde a criação do real, em 1994. 

Nos Estados Unidos, , o índice Dow Jones caiu pelo 9º dia consecutivo, na maior sequência de baixa desde 1978.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta terça-feira (17) em tempo real:

Ao vivo
TIM (TIMS3) anuncia R$ 650 milhões em JCP, no valor de R$ 0,2685 por ação

A TIM (TIMS3) anunciou nesta terça-feira (17) a distribuição de R$ 650 milhões em Juros Sobre Capital Próprio (JSCP), correspondentes a R$ 0,2685 por ação.

O pagamento dos juros sobre capital próprio será realizado até o dia 23 de janeiro de 2025, com base na posição acionária de 23 de dezembro de 2024. As ações serão negociadas “ex-JSCP” a partir de 24 de dezembro de 2024.

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BRF (BRFS3) adquire 50% da Gelprime, de gelatina e colágeno, por R$ 312,5 milhões

A BRF (BRFS3informou ao mercado nesta terça-feira (17) que celebrou acordo para adquirir 50% do capital social da Gelprime, sociedade que produz, comercializa e distribui gelatina e colágeno através do processamento de matéria prima de origem animal. O preço pago pelo frigorífico foi de R$ 312,5 milhões, sujeito a eventuais ajustes.

Segundo a BRF, a transação é assertiva para a estratégia de maior participação de produtos de valor agregado no portfólio, possibilitando expansão de rentabilidade e diversificação de negócios.

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CSU Digital (CSUD3) anuncia R$ 7,4 milhões em JCP; veja data de pagamento

A CSU Digital (CSUD3) anunciou nesta terça-feira (17), a distribuição de R$7,4 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), correspondentes a R$ 0,1792 por ação, relativos ao 4º trimestre de 2024.

O pagamento dos juros sobre capital próprio será realizado no dia 6 de janeiro de 2025, com base na posição acionária de 20 de dezembro de 2024. As ações serão negociadas “ex-JCP” a partir de 23 de dezembro de 2024.

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Bitcoin lidera os ganhos de 2024, seguido por ouro; veja os investimentos com maiores retornos do ano

O Bitcoin (BTC) liderou os ganhos reais de 2024, com alta de 39,65% até o final de novembro. Em seguida, o ouro e o CDI compõe o top 3, de acordo com o Índice de Ganho Real, do grupo Studio (IGRGS), empresa de consultoria empresarial.

Enquanto aplicações conservadoras, como Selic e CDI, mantiveram ganhos reais de 5,74% e 5,73%, respectivamente, índices como o Ibovespa (-8,55%) e o IFIX (-8,02%) apresentaram resultados negativos quando ajustados pela inflação.

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Itaúsa (ITSA4): Nas mínimas do ano, BlackRock compra ações

A BlackRock elevou sua participação acionária na Itaúsa (ITSA4) para 5,23%, mostra documento enviado ao mercado nesta terça-feira (17).

Com isso, a maior gestora de ativos do mundo passou a deter 357 milhões de papéis.

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Fed fechará 2024 com ‘volta da vitória’, mas cenário para 2025 segue dúbio com Trump no poder, diz especialista da Avenue

O mercado já está certo de que o Federal Reserve (Fed) deve cortar a taxa de juros dos Estados Unidos (EUA) em 0,25 ponto percentual (p.p.) na reunião desta quarta-feira (18) – do intervalo de 4,50% a 4,75% para 4,25% a 4,50%. A ferramenta CME FedWatch, inclusive, mostra que há 95,45% de chances de um ajuste dessa magnitude. 

Para o coordenador de alocação e inteligência da Avenue, José Maria da Silva, a última decisão do ano deve se concretizar como a “volta da vitória” do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc). Diante de uma “economia saudável”, o Fed provará que conseguiu o tão almejado pouso suave (soft landing) e segue no processo de normalização da política monetária, que continua relativamente restritiva.

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Hapvida (HAPV3) derrete 11%; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (17)

A ponta negativa do Ibovespa foi liderada por Hapvida, que caiu mais de 11%. Os papéis da operadora de saúde foram pressionados pelas novas medidas de reajuste nos planos de saúde propostas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Na avaliação do BTG Pactual, “o novo marco” pode penalizar a Hapvida por ser uma das operadoras “mais eficientes”, já a companhia é o “provedor de menor custo” do setor.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (17):

  • Hapvida (HAPV3): -11,28%, a R$ 2,28
  • Pão de Açúcar (PCAR3): -8,39%, a R$ 2,51
  • Marfrig (MRFG3): -8,36%, a R$ 16,00
  • Minerva (BEEF3): -3,97%, a R$ 5,81
  • Magazine Luiza (MGLU3): -3,74%, a R$ 7,47
Automob (AMOB3) sobe 6% em segundo pregão de negociações; confira as maiores altas do Ibovespa desta terça-feira (17)

Entre as ações mais negociada no Ibovespa, as ações da Automob voltaram a disparar e lideraram os ganhos do índice, no segundo dia de negociações.

Confira as maiores altas do Ibovespa desta segunda-feira (17):

  • Automob (AMOB3): +6,38%, a R$ 0,50
  • Yduqs (YDUQ3): +4,05%, a R$ 8,48
  • Alpargatas (ALPA4): +3,88%, a R$ 6,42
  • Braskem (BRKM5): +3,81%, a R$ 13,08
  • PetroReconcavo (RECV3): +3,47%, a R$ 16,41
BRF (BRFS3): S&P eleva rating global de crédito para positivo por expectativa de baixa alavancagem

A agência classificadora de risco S&P Global alterou a perspectiva do rating de crédito de emissor de longo prazo da BRF (BRFS3) na escala global de estável para positiva.

Ao mesmo tempo, a agência reafirma os ratings ‘BB’ na escala global e ‘brAAA’ na Escala Nacional Brasil da empresa, bem como o seu rating de emissão ‘BB’ atribuídos às suas senior notes.

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WEG (WEGE3) pagará R$ 334 milhões em juros sobre o capital próprio

A WEG (WEGE3) pagará mais R$ 334 milhões em juros sobre o capital próprio, mostra documento enviado ao mercado nesta terça-feira (17).

Segundo o comunicado, o valor por ação será de R$ 0,079764706 por ação. Com o imposto de renda, o valor cai para R$ 0,067800000. O pagamento ocorrerá em 12 de março de 2025.

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Ibovespa encosta nos 125 mil pontos e sobe quase 1% com tramitação do pacote fiscal; dólar renova recorde a R$ 6,09

O Ibovespa (IBOV) reduziu as perdas das sessões anterior e firmou-se no tom positivo com a expectativa de votação das medidas fiscais no Congresso Nacional ainda nesta semana. A ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) e novos leilões de dólares pelo Banco Central também movimentaram o pregão.

Nesta terça-feira (15), o principal índice da bolsa brasileira subiu 0,92%, aos 124.698,04 pontos. 

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Carrefour Brasil (CRFB3) conclui captação de R$ 3 bilhões para alongar perfil de dívida

O Carrefour Brasil (CRFB3) anunciou nesta terça-feira (17) a conclusão da captação de R$ 3 bilhões em recursos, por meio da emissão de debêntures e empréstimos com bancos estrangeiros.

A iniciativa tem como objetivo alongar o perfil da dívida da companhia e antecipar as renegociações de compromissos financeiros previstos para 2025.

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Vai pingar: Cemig (CMIG4) pagará R$ 560 milhões em juros sobre o capital próprio

A Cemig (CMIG4) deliberou pelo pagamento de R$ 560 milhões em juros sobre o capital próprio, mostra documento enviado ao mercado nesta terça-feira (17).

Segundo o documento, o valor por ação será de R$ 0,19580751126, a ser pago em duas parcelas iguais, sendo:

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Dow Jones engata 9ª queda consecutiva e tem maior sequência de perdas de 1978

Nos Estados Unidos, os investidores seguiram calibrando as expectativas para a última decisão de política monetária no ano.

A reunião do Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve (Fed) começou hoje (17) e se estende até amanhã (18), quando o colegiado divulga a decisão acompanhada a da entrevista coletiva do presidente do Fed, Jerome Powell.

Até agora, as apostas de corte de 25 pontos-base nos juros, para a faixa de 4,25% a 4,50%, são as majoritárias.

Em segundo plano, o mercado reagiu a novos dados. Entre eles, as vendas no varejo aumentaram 0,7% em novembro, após um ganho revisado para cima de 0,5% em outubro, informou o Departamento de Comércio do país.

Os economistas consultados pela Reuters previam que as vendas no varejo, que são em sua maioria mercadorias e não são ajustadas pela inflação, avançariam 0,5% no mês.

Em Nova York, o índice Dow Jones caiu pelo 9º dia consecutivo, na maior sequência de baixa desde 1978.

“O Dow Jones tem sido mais sensível a essa expectativa por sua composição, já que companhias mais cíclicas são mais relevantes nesse índice do que em benchmarks como o Nasdaq e o S&P500, cujas principais participantes são as big techs“, afirmou Paula Zogbi, gerente de Research e head de conteúdo da Nomad, em nota.

Confira o fechamento dos índices de Nova York:

  • S&P 500: -0,39%, aos 6.050,61 pontos;
  • Dow Jones: -0,61%, aos 43.449,90 pontos;
  • Nasdaq: -0,32%, aos 20.109,06 pontos. 
Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a terça-feira (17) em alta de 1,08%, aos 124.896,38 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

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Petróleo cai 1%, na mínima de uma semana, com dados fracos na China e fim do cessar-fogo entre Israel e Hamas

O petróleo engatou a segunda queda consecutiva com perspectivas de menor demanda, em meio à desaceleração do consumo na China. Uma possível pausa no cessar-fogo entre o grupo extremista Hamas e Israel também entrou no radar.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para fevereiro de 2025, terminaram a sessão com queda de 0,97%, a US$ 73,19 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres. Esse é o menor nível desde 10 de dezembro.

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Dólar renova recorde pela 2ª sessão consecutiva após superar R$ 6,20 pela primeira vez na história

Em dia de recordes, o dólar à vista (USDBRL) iniciou a sessão em forte alta e renovou a máxima histórica intradia a R$ 6,20 com disparada da curva de juros, em meio à piora da percepção de risco, e o fortalecimento da divisa no exterior. Na tentativa de conter a forte valorização da divisa, o Banco Central realizou mais dois leilões — que fez pouco efeito no mercado.

Na comparação com o real, a moeda norte-americana encerrou as negociações a R$ 6,0961 (+0,04%) — e renovou o maior nível de fechamento da história pela segunda sessão consecutiva. O recorde anterior foi atingido na véspera, quando o dólar fechou a R$ 6,0934. 

Leia mais.

**Dólar renova recorde de fechamento
**Dólar à vista fecha a R$ 6,0961, com alta de 0,04%
Santander rebaixa Raízen (RAIZ4) e Marfrig (MRFG3); banco escolhe duas top picks para 2025

O Santander divulgou seu relatório de projeções para o setor do agronegócio, alimentos e bebidas para 2025.

Entre os destaques, o banco reforçou JBS (JBSS3) e SLC Agrícola (SLCE3) como suas top picks (ações favoritas) para o próximo ano, além de rebaixar as recomendações para Raízen (RAIZ4), Marfrig (MRFG3) e Camil (CAML3).

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