RESUMO: A ‘Superquarta‘ finalmente chegou e confirmou parte das expectativas do mercado. Enquanto os investidores aguardam a decisão sobre a Selic, o Ibovespa (IBOV) acompanhou o ritmo do exterior – que reagiu ao corte de 50 pontos-base nas taxas de juros dos Estados Unidos.
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Nesta terça-feira (17), o principal índice da bolsa brasileira fechou com queda de 0,90%, aos 133.747,69 pontos.
Já o dólar à vista (USBRL) terminou a sessão a R$ 5,4617 (-0,48%).
No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) divulga a decisão sobre os juros logo após o fechamento dos mercados. A expectativa é de alta da Selic em 25 pontos-base, a 10,75% ao ano.
Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quarta-feira (18) em tempo real:
Ao vivo
21h00
Copom acertou em elevar a Selic a 10,75%, mas pode ‘aumentar a dose do remédio’ se fiscal não ajudar, diz Márcio Holland
A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de elevar a taxa Selic em 0,25 ponto percentual (p.p.) na reunião desta quarta-feira (18) foi positiva no sentido de manter a credibilidade do Banco Central, afirma o doutor em economia e professor da FGV, Márcio Holland.
Segundo Holland, no programa Giro do Mercado, o Brasil passa por um momento de deteorização acelerada da inflação corrente e das expectativas, que se aproximam do teto da meta.
O tom geral da declaração foi agressivo, diz BofA. Segundo o comitê, o ritmo e a magnitude do ciclo de alta dependerão da evolução da dinâmica da inflação, mais especificamente dos componentes mais sensíveis à atividade econômica e à política monetária. Também dependerá das previsões de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos.
O BofA espera que o BCB aumente o ritmo de aperto para 50 bps em novembro e dezembro , e então faça uma alta final de 25 bps em janeiro. Depois disso, as taxas devem permanecer inalteradas por quatro reuniões consecutivas, com cortes começando em setembro de 2025 .
19h57
Rali da Petrobras (PETR4): Investidor pode surfar alta de 40% das ações, vê BofA
O Bank of Americaelevou o preço-alvo da Petrobras (PETR3;PETR4) de R$ 47 para R$ 51, o que abre potencial de alta de 40% ante o fechamento desta quarta-feira (18). A recomendação é de compra.
O que mudou no comunicado do Copom que elevou a Selic a 10,75%? Veja a comparação
O Comitê de Política Monetária (Copom) confirmou a expectativa da maior parte do mercado e retomou o aperto monetário. Com uma alta de 0,25 ponto percentual (p.p.), a Selicsubiu de 10,50% para 10,75% ao ano.
Além da decisão, o mercado se debruça sobre o comunicado dos diretores.
Selic a 10,75%: Quanto rende R$ 1 mil por um ano na poupança, Tesouro Direto, LCI e CDB
O Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou nesta quarta-feira (18) a sexta decisão do ano sobre a taxa Selic. O colegiado do Banco Central decidiu pelo aumento de 0,25 pontos-base. Desta forma, o BC volta ao aperto monetário.
AO VIVO: Professor da FGV comenta as decisões do FOMC e Copom e como elas devem mexer com o mercado; assista:
Retorno de dividendos de até 18%: As ações que batem a Selic a 10,75%
A Selic voltou a subir, após um ciclo de corte de juros. A alta é primeira da gestão Lula 3. Nesta quarta, os diretores do Banco Centralbateram o martelo e elevaram a taxa básica em 0,25 ponto percentual, para 10,75%, em meio a uma inflação fora da meta e uma economia aquecida.
OComitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa Selic em 0,25 ponto percentual (p.p.) na reunião desta quarta-feira (18), em decisão unânime. A taxa básica de juros saiu do patamar de 10,50% para 10,75% ao ano.
Para tomar a decisão, os diretores consideraram “a evolução do processo de desinflação, o balanço de riscos e o amplo conjunto de informações disponíveis”.
Azul (AZUL4) cai 10% em realização dos ganhos recentes; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quarta-feira (18)
Na ponta negativa do Ibovespa, Azul interrompeu a sequência de altas consecutivas, em realização dos ganhos recentes. Os papéis da companhia aérea avançaram mais de 50% nos últimos três pregões.
Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quarta-feira (18):
Braskem (BRKM5) sobe 5% e lidera ganhos do Ibovespa; confira as maiores altas do índice nesta quarta-feira (18)
A ponta positiva do Ibovespa foi liderada por Braskem. As ações saltaram 9% na primeira hora do pregão e encerraram com alta de mais de 5%, após o UBS BB elevar a recomendação de neutra para compra.
Confira as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (18):
Ibovespa cai com Petrobras (PETR4) e à espera de alta na Selic; dólar cai a R$ 5,46 após corte nos juros nos EUA
A ‘Super Quarta‘ finalmente chegou e confirmou parte das expectativas do mercado. Enquanto os investidores aguardam a decisão sobre a Selic, o Ibovespa (IBOV) acompanhou o ritmo do exterior – que reagiu ao corte de 0,50 ponto percentual (p.p.) nas taxas de juros dos Estados Unidos.
Nesta quarta-feira (18), o principal índice da bolsa brasileira fechou em queda de 0,90%, aos 133.747,69 pontos.
Selic vai disparar? É o início do ‘remédio amargo’? Veja repercussão de economistas e gestoras
OComitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa Selic em 0,25 ponto percentual (p.p.) na reunião desta quarta-feira (18), em decisão unânime. A taxa básica de juros saiu do patamar de 10,50% para 10,75% ao ano.
“O cenário, marcado por resiliência na atividade, pressões no mercado de trabalho, hiato do produto positivo, elevação das projeções de inflação e expectativas desancoradas, demanda uma política monetária mais contracionista”, dizem os diretores no comunicado.
O efeito dominó e o impulso do Fed: açúcar dispara 5% e rompe US$ 0,21
Os preços do açúcarseguem sua escalada, à medida que o mercado tenta entender os impactos dos incêndios e queimadas que atingiram os canaviais. Nsta quarta-feira (18), os futuros com vencimento para outubro na Intercontinental Exchange US fecharam com alta de 5,81%, em US$ 0,21, após fecharem a terça com alta de 4,2%.
De acordo com Marcelo Di Bonifácio, analista da StoneX, o movimento de alta nos preços não era previsto, ainda que fosse esperado um sentimento altista, em meio a seca no Centro-Sul, avanço das queimadas e a espera por chuvas.
Bolsas de NY recuam após corte de maior magnitude nos juros pelo Fed
Wall Streetviveu uma montanha-russa nesta quarta-feira (18), com a decisão de política monetária do Federal Reserve no centro das atenções.
O Banco Central dos Estados Unidos cortou os juros em 50 pontos-base, levando a taxa ao intervalo de 4,75% a 5,00% ao ano.
Confira o fechamento dos índices de Nova York:
S&P 500: -0,29%, aos 5.618,26 pontos;
Dow Jones: -0,25%, aos 41.503,10 pontos;
Nasdaq: -0,31%, aos 17.573,30 pontos.
As bolsas de Nova York avançaram quase 1% logo após a decisão do Federal Reserve. Mas, o ânimo dos investidores arrefeceu com falas do presidente do BC norte-americano, Jerome Powell.
Além disso, a magnitude do corte nos juros trouxe de volta à mesa incertezas sobre o enfraquecimento da maior economia do mundo.
17h03
Dólar cai pela 6ª vez consecutiva e fecha a R$ 5,46 com corte de juros nos EUA e expectativa sobre a Selic
O dólar à vista (USDBRL) estendeu as perdas pelo sexto pregão consecutivo com as atenções concentradas nas decisões de juros nos Estados Unidos e no Brasil.
Na comparação com o real, a moeda norte-americana encerrou as negociações a R$ 5,4617 (-0,48%) nesta quarta-feira (18).
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
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