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Tempo Real: Ibovespa sobe e sustenta os 121 mil pontos com pacote fiscal no radar; dólar cai e fecha a R$ 6,12

19 dez 2024, 6:37 - atualizado em 19 dez 2024, 18:16
ibovespa
Acompanhe o Ibovespa e os demais mercados em tempo real. (Imagem: Getty Images)

RESUMO: O Ibovespa (IBOV) recuperou parte do tombo da véspera com o avanço do pacote fiscal no Congresso Nacional — que refletiram no alívio da curva de juros e do câmbio.

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Nesta quinta-feira (19), o principal índice da bolsa brasileira subiu 0,34%, aos 121.187,91 pontos. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 6,1237 (-2,27%). Durante a sessão, a divisa norte-americana renovou o recorde intradia a R$ 6.30, mas a moeda perdeu força após dois leilões do Banco Central, com a injeção de cerca de US$ 8 bilhões no mercado à vista. 

Em entrevista coletiva sobre o Relatório Trimestral de Inflação (RTI), o diretor de Política Monetária e próximo presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, disse não ver um ataque especulativo como justificativa para a alta do dólar nos últimos dias.

Já Roberto Campos Neto, que deixa a presidência do BC no final do mês, afirmou que a variação no valor da moeda está relacionada a disfuncionalidades sistêmicas.

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A Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) editada para diminuir a despesa obrigatória do governo federal, em dois turnos, e a matéria segue para análise do Senado. Caso aprovada pelo senadores sem alterações, a proposta vai à sanção presidencial.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quinta-feira (19) em tempo real:

Ao vivo
Eletrobras (ELET3) pagará R$ 2,2 bilhões em dividendos, R$ 2,43 por ação preferencial; veja como aproveitar

A Eletrobras (ELET3) pagará R$ 2,2 bilhões em dividendos, mostra documento enviado ao mercado nesta quinta-feira (19).

Segundo o comunicado, o valor por ação será de:

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CSN (CSNA3) e Vale (VALE3) lideram perdas; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quinta-feira (19)

Os papéis ligados a commodities lideraram as perdas. CSN fechou entre as maiores quedas na esteira do desempenho do minério de ferro. Vale  também acompanhou a commodity.

O contrato de maio do minério de ferro mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China, encerrou as negociações do dia com queda de 1,08%, a 778,5 yuans (US$ 106,66) a tonelada — depois de atingir o valor mais baixo desde 22 de novembro, a 767,5 yuans, no início da sessão.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quinta-feira (19):

  • CSN (CSNA3): -2,53%, a R$ 9,25
  • Vale (VALE3): -1,90%, a R$ 53,77
  • CSN Mineração (CMIN3): -1,87%, a R$ 5,25
  • JBS (JBSS3): -1,49%, a R$ 38,35
  • Suzano (SUZB3): -1,48%, a R$ 60,70

 

Automob (AMOB3) salta 34%; confira as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira (19)

Com o alívio na curva de juros, as ações cíclicas recuperaram  as perdas recentes. Entre os destaques do Ibovespa, Automob voltou a liderar os ganhos e dispararam 40% durante o pregão.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira (19):

  • Automob (AMOB3): +34,29%, a R$ 0,47
  • Localiza (RENT3): +8,75%, a R$ 32,55
  • Carrefour (CRFB3): +8,20%, a R$ 6,07
  • Hapvida (HAPV3): +8,02%, a R$ 2,29
  • Vamos (VAMO3): +6,83%, a R$ 4,69
Petróleo volta a cair com perspectiva de demanda mais fraca

Opetróleo voltou ao tom negativo com o mercado ainda digerindo a sinalização de que o Federal Reserve deve reduzir o ritmo de afrouxamento monetário no próximo ano nos Estados Unidos.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para fevereiro de 2025, terminaram a sessão com baixa de 0,69%, a US$ 72,88 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres. Esse é o menor nível desde 10 de dezembro.

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Brava (BRAV3) nega ter acordo que pode destravar dividendos bilionários

A Brava Energia (BRAV3) negou nesta quinta-feira (19) a informação de que tenha fechado um acordo para vender os ativos do Polo Potiguar para a PetroReconcavo (RECV3), exceto pela infraestrutura de midstream de gás natural, conforme anunciado na véspera.

“A Brava reforça o seu compromisso em manter seus investidores e o mercado em geral devidamente informados, em linha com as melhores práticas de governança corporativa e em estrita conformidade com a legislação em vigor”, disse a companhia em comunicado.

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Ibovespa recupera parte do tombo e fecha em alta com aprovação do pacote fiscal; dólar cai a R$ 6,12

O Ibovespa (IBOV) recuperou parte do tombo da véspera com o avanço do pacote fiscal no Congresso Nacional — que refletiram no alívio da curva de juros e do câmbio.

Nesta quinta-feira (19), o principal índice da bolsa brasileira subiu 0,34%, aos 121.187,91 pontos. 

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Bolsas de NY fecham sem direção única com dados de atividade econômica e mercado de trabalho

Nos Estados Unidos, os investidores reagiram a novos dados de atividade econômica, enquanto ainda digerem a sinalização do Federal Reserve (Fed) de menor afrouxamento monetário em 2025.

O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 3,1% no terceiro trimestre na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo o Departamento de Comércio em sua terceira estimativa e acima da expectativa do mercado. A expansão da atividade econômica refletiu melhorias nos gastos dos consumidores e no crescimento das exportações.

O  número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego caiu mais do que o esperado na semana passada, o que é consistente com um arrefecimento gradual das condições do mercado de trabalho.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 22.000, para 220.000 em dado com ajuste sazonal, na semana encerrada em 14 de dezembro, de acordo com dados divulgados pelo Departamento do Trabalho. Os economistas consultados pela Reuters previam 230.000 pedidos para a última semana.

Confira o fechamento dos índices de Nova York:

  • S&P 500: -0,09%, aos 5.867,08 pontos;
  • Dow Jones: +0,04%, aos 42.342,24 pontos;
  • Nasdaq: -0,10%, aos 19.372,77 pontos.
Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a quinta-feira (19) em alta de 0,48%, aos 121.356,97 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Brava (BRAV3): Acordo com Recôncavo é positiva e pode desalavancar empresa, diz Santander 

O recente acordo de parceria entre a Brava (BRAV3) e a PetroRecôncavo (RECV3), pode gerar desalavancagem significativa para a empresa, já que permitira que a companhia pudesse financiar o capex e reduzir despesas financeiras, disse o Santander.

Além disso, segundo o banco, apesar dele acreditar que os ativos vendidos pela Brava podem oferecer sinergias operacionais com as operações atuais, a aquisição pela Recôncavo exigiria certo tempo para avaliar as sinergias reais e reduziria as expectativas de 11% dos dividendos yield para 2025.

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Faz o Pix: Whatsapp cria atalho para chave Pix em conversas

O WhatsApp liberou novo recurso nesta quinta-feira (19) que permite mostrar chaves Pix em seu perfil no aplicativo. O atalho começou uma implementação gradual a partir de hoje, até o final de janeiro.

Em junho deste ano, durante evento global da Meta, o WhatsApp anunciou a integração da chave Pix aos perfis comerciais, com a finalidade de facilitar pagamentos de pessoas para empresas. Não só isso, mas, segundo o aplicativo, o novo recurso também facilitará transferências entre amigos e familiares.

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Dólar tem forte baixa e fecha a R$ 6,12 após novos leilões do Banco Central e aprovação do pacote fiscal

O dólar à vista (USDBRL) alcançou a cotação de R$ 6,30 e renovou o recorde intradia histórico nas primeiras horas do pregão desta quinta-feira (19), mas a moeda perdeu força após novos dois leilões do Banco Central e fechou em queda.

Na comparação com o real, a moeda norte-americana encerrou as negociações a R$ 6,1237 (-2,27%).

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Casas Bahia (BHIA3): CEO vê 2025 promissor, mas reconhece impacto da Selic; o que fazer com a ação?

Analistas do Santander conversaram com o CEO da Casas Bahia (BHIA3), Renato Franklin, e o diretor de relações com investidores (RI), Gabriel Succar. A gerência da companhia compartilhou uma perspectiva construtiva para o último trimestre de 2024 e para 2025, no entanto, o fantasma de uma Selic a 14,25% já em março do ano que vem paira sobre o mercado — e o varejo sente.

Franklin e Succar destacam que o momentum de vendas da companhia continua positivo, o que pode resultar em margens maiores no próximo ano, contudo, reconhecem que o atual ciclo de aperto monetário pode ter um impacto negativo nas vendas até o segundo semestre de 2025.

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**Dólar à vista fecha a R$ 6,12, em queda de 2,27%
Consumo nos lares brasileiros aumenta 7% em novembro

O consumo nos lares brasileiros, medido pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), cresceu 7% em novembro, na comparação com o mês anterior. Em relação a novembro de 2023, a alta é de 4,40% e, no acumulado do ano, de 2,85%.

O resultado inclui os formatos de lojas do tipo atacarejo, supermercado convencional, loja de vizinhança, hipermercado, minimercado e comércio eletrônico. Todos os indicadores são deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Trump só deve afetar comércio no Brasil se sentir ameaçado em algum setor, diz fundador da GT Capital

A oposição política entre Lula e Donald Trump não deve alterar a questão do comércio, a menos que o Brasil afete algum setor norte-americano, disse Marcus Labarthe, sócio-fundador da GT Capital no Giro do Mercado desta quinta-feira (19).

Segundo Labarthe, Trump só deverá impactar o comércio brasileiro se identificar ameaças a setores estratégicos da economia dos EUA. Ele explica que, em sua visão, o presidente eleito já demonstrou uma postura protecionista em seu primeiro mandato, impondo tarifas sobre produtos brasileiros, como o aço, para proteger a indústria do país.

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MRV (MRVE3) avança 4% com alívio nos DIs

As ações da MRV (MRVE3) aceleraram os ganhos na última hora e sobem mais de 4%, impulsionado pelo alívio na curva de juros.

Mais cedo, os papéis chegaram a liderar as perdas, com baixa de mais de 4%, em reação a notícia de que sua subsidiária norte-americana, Resia, deu início ao seu plano de desinvestimento e desalavancagem com a venda do terreno Marvid, localizado no Texas, por US$ 7,5 milhões.

Receita e B3 lançam calculadora para ajudar na declaração do IR 

A Receita Federal e a B3 lançaram na quarta-feira (18) o ReVar, uma calculadora gratuita com intuito de ajudar os investidores pessoas físicas a declararem os investimentos da bolsa de valores no Imposto de Renda. 

O funcionamento já está disponível para todos os usuários na Área do Investidor da B3 e poderá ser usada a partir do 10º dia do mês seguinte ao mês da autorização de compartilhamento das informações.

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Soja: Produtor brasileiro vê dólar compensando parte da queda em Chicago em meio à safra robusta

Com grandes safras de soja da América do Sul a caminho em 2024/25, especialmente no Brasil, os produtores no país estão contando com os patamares recordes do dólar frente ao real para limitar perdas nos preços de seu produto na moeda brasileira, em momento em que o mercado de referência de Chicago está nos menores níveis em quatro anos, afirmaram especialistas.

Isso deve permitir que agricultores no maior produtor exportador global de soja sintam menos os impactos de uma oferta global superior à demanda na safra 2024/25, com a colheita de uma safra “gigantesca” no Brasil começando a chegar ao mercado já em janeiro.

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Dólar a R$ 6, Selic a 15%: O Brasil vive um ataque especulativo?

Bastaram dois meses para que as perspectivas econômicas do Brasil saíssem de um otimismo contido para o total pessimismo, com o dólar na casa dos R$ 6 e a Selic a 14,25%. Durante semanas, o mercado aguardou ansioso o pacote para colocar os gastos do governo no arcabouço fiscal.

A princípio, a notícia tinha tudo para ser positiva, já que sinalizaria ao mercado que a equipe econômica estava preocupada com a trajetória das contas públicas.

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Ouro fecha em queda pela 6ª vez consecutiva pressionado pelo dólar

O ouro terminou a sessão em baixa pela sexta vez consecutiva pressionado pela fortalecimento do dólar ante divisas globais e disparada dos rendimentos (yields) dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasuries.

O contrato mais líquido do ouro encerraram a sessão com baixa de 1,70%, a US$ 2.608,10 a onça-troy na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange.

O mercado ainda reage à decisão do Federal Reserve (Fed) de desacelerar o ritmo de corte nos juros no próximo ano. O BC norte-americano prevê apenas dois cortes, de 25 pontos-base cada, ao longo de 2025.

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