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Tempo real: Ibovespa sobe com apoio de Vale e exterior; dólar cai

21 jul 2025, 6:30 - atualizado em 21 jul 2025, 17:37
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) fechou em alta nesta segunda-feira, beneficiado pelo desempenho positivo de ações de bancos e do setor de materiais básicos, enquanto Fleury foi destaque em meio a notícias sobre conversas para eventual combinação de negócios com Rede D’Or.

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A China também ajudou.

Isso porque o minério de ferro saltou mais de 2% após anúncio da construção da maior usina hidrelétrica do mundo no país e por margens sólidas nas siderúrgicas locais.

O movimentou impulsionou papéis de grande peso no índice, como a Vale, que subiu mais de 2%.

Nos Estados Unidos, os índices acionários fecharam em alta, com investidores recebendo bem as perspectivas de novos acordos comerciais dos EUA com parceiros, também no início de uma semana repleta de balanços de gigantes da tecnologia que poderão ditar o próximo movimento do mercado.

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S&P e Nasdaq renovaram os recordes históricos.

Já o dólar fechou em baixa, acompanhando o recuo quase generalizado da moeda norte-americana no exterior, ainda que os investidores sigam atentos aos impactos das tarifas comerciais do governo Trump.

Com Reuters

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta segunda-feira (21) em tempo real:



Ao vivo
Haddad diz que BC se sentirá “empoderado” para justificar corte de juros se governo cumprir meta fiscal

O Banco Central se sentirá mais “empoderado” para justificar um corte na taxa Selic se o governo federal conseguir cumprir a meta fiscal, disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, nesta segunda-feira 21), destacando que o patamar atual da taxa de juros é “ultra restritivo”.

Em entrevista ao influenciador Presley, no YouTube, Haddad disse ainda que o nível atual da Selic se justifica em caráter temporário, mas pode ter efeitos negativos se seguir em um patamar tão alto por um longo prazo.

Vale (VALE3): Produção do 2T25 será alívio para investidor? Veja o que esperar

A Vale (VALE3) divulgará a sua produção do segundo trimestre na próxima terça-feira com a expectativa de produzir mais minério de ferro.

Porém, para Genial, as cifras serão fracas e insuficientes para reverter o cenário da companhia, que anda de lado em meio às incertezas com a China. Há pelo menos um ano, a mineradora está estacionada no patamar de R$ 50 a R$ 60.

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Voando alto: Carteira de pedidos da Embraer (EMBR3) dispara 40% no 2T25 e bate recorde

A Embraer (EMBR3) encerrou o segundo trimestre com R$ 29,7 bilhões em sua carteira de pedidos, a maior cifra de seus 55 anos, mostra documento enviado ao mercado nesta quinta-feira.

Trata-se de uma alta de 40% contra o mesmo período do ano passado e 13% ante o primeiro trimestre.

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Raízen (RAIZ4) e Cosan (CSAN3) caem nesta segunda (21) com ‘fator Milei’; entenda

As ações da Cosan (CSAN3) e da sua subsidiária  Raízen (RAIZ4) fecharam com queda de 2,18% e 1,97% nesta segunda-feira (21), entre as principais quedas do Ibovespa (IBOV).

A holding, assim como a Raízen, segue focadas na reciclagem do ser portfólio, para diminuir a elevada alavancagem das companhias. Na semana passada, a Raízen anunciou a venda da Usina Santa Elisa por R$ 1 bilhão, que vai em linha com essa estratégia. Fora isso, a Vibra iniciou conversas com a Cosan para uma potencial aquisição da Moove. Segundo os analistas, os passos dados são positivos, mas não o suficientes.

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Ibovespa: O empurrão na China que fez índice subir nesta segunda (21)

O Ibovespa (IBOV) conseguiu vencer o pessimismo da semana passada, em meio às tarifas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e subiu 0,59%, a 134,166.72 pontos.

Na sessão de hoje, um dos impulsionadores foi a China.

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a segunda-feira (21) em alta de 0,53%, aos 134.083,53 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Moraes determina investigação sobre suspeita de ‘insider trading’ em anúncio de tarifa de Trump

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, recebeu nesta segunda-feira (21) petição da Advocacia-Geral da União (AGU) sobre suposto uso de informações privilegiadas em operações cambiais antes do anúncio da tarifa de 50% dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, e a incorporou ao inquérito que apura o uso de tarifas internacionais para coagir a Justiça brasileira.

Instaurado a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), o inquérito em questão apura a conduta do deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, e o próprio ex-mandatário, que foi alvo de medidas restritivas na semana passada, como a colocação de tornozeleira eletrônica.

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Juros futuros se firmam em baixa na reta final em dia de queda do dólar e dos rendimentos dos Treasuries

As taxas dos DIs se firmaram no território negativo na reta final da sessão e fecharam a segunda-feira em baixa, em um dia marcado pela queda do dólar ante o real e pelo recuo dos rendimentos dos Treasuries, ainda que o mercado siga cauteloso sobre os desdobramentos da guerra comercial dos Estados Unidos contra o Brasil.

No fim da tarde, a taxa do DI (Depósito Interfinanceiro) para janeiro de 2027 estava em 14,32%, ante o ajuste de 14,379% da sessão anterior. A taxa para janeiro de 2028 marcava 13,66%, em baixa de 7 pontos-base ante o ajuste de 13,734%.

Entre os contratos longos, a taxa para janeiro de 2031 estava em 13,8%, ante 13,822% do ajuste anterior, e o contrato para janeiro de 2033 tinha taxa de 13,89%, ante 13,897%.

Com o dólar em baixa ante o real e o recuo dos rendimentos dos Treasuries no exterior, as taxas dos DIs de curto prazo se firmaram em queda na reta final da sessão, enquanto as longas passaram a registrar leves baixas.

Após atingir máxima de 13,775% (+4 pontos-base ante o ajuste anterior) às 9h02, logo após a abertura, a taxa do DI para janeiro de 2028 marcou a mínima de 13,635% (-10 pontos-base) às 16h04, já na reta final da sessão regular.

Perto do fechamento a curva brasileira seguia apontando para manutenção da taxa básica Selic em 15% ao ano no fim deste mês: a precificação neste sentido era de 99%.

— Com informações da Reuters

‘Papai noel chegou mais cedo para o presidente Lula e o presente foi enviado por Trump’, diz diplomata ao Washington Post

A escala de tensões entre Brasil e Estados Unidos movimentou o cenário político na última semana e também foi assunto em jornais americanos.

Segundo o The Washington Post, a intimidação do presidente Donald Trump ao Brasil saiu pela culatra, já que as autoridades brasileiras não recuaram em relação ao processo envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro.

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>> Casa Branca diz que até 1º de agosto governo enviará mais cartas tarifárias
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Os possíveis destinos para carnes e commodities do Brasil com tarifas de Trump; há embasamento jurídico e ambiental?

O mercado brasileiro, em especial o agronegócio, busca entender os impactos que as tarifas de 50% impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, terão sobre as exportações do Brasil. Entre os segmentos mais afetados, estão florestas, carne bovina, café, etanol, açúcar e suco de laranja.

De acordo com Fernando Iglesias, analistas de proteína animal da Safras & Mercado, entre os mercados que o Brasil pode exportar como alternativa, destacam-se: Oriente Médio, China e o Japão. “Uma abertura para o mercado japonês seria bastante positiva”, diz.

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>> Dólar à vista recua 0,36%, a R$ 5,5673
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VALE3, CSNA3, CMIN3, USIM5: Os ganhadores e os perdedores do 2T25, segundo Safra

As expectativas para o segundo trimestre de 2025 para o setor de mineração e siderurgia não estão nada boas, pelo menos na visão do Safra.

Sem os gatilhos da máquina chinesa, as empresas aqui no Brasil podem sofrer novas quedas dos números.

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Fleury (FLRY3) dispara mais de 20% com possível fusão com Rede D Or (RDOR3); o que dizem os analistas?

As ações do Fleury (FLRY3) dispararam nesta segunda-feira (21) e figurava no topo como a maior alta do dia no Ibovespa. Por volta das 15h30 (horário de Brasília), os papéis subiam 15,12%, cotado a R$ 14,54. Na variação máxima do dia, a ação chegou a saltar 20,27%.

A alta vem após a divulgação de uma reportagem do colunista Lauro Jardim, d’O Globo, neste domingo (20), que revelou negociações entre a companhia e Rede D’Or (RDOR3) para uma possível combinação de negócios.

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Dólar perde força em meio a novas tarifas e incerteza fiscal nos EUA; taxas extras ameaçam o real

A incerteza em relação à economia americana desde que o presidente Donald Trump iniciou sua empreitada tarifária contra parceiros comerciais tem abalado a força do dólar no mundo.

Tradicionalmente visto como uma espécie de porto seguro em tempos de crise, a moeda tem perdido espaço no portfólio dos investidores ao longo do ano. Segundo o Bloomberg Dollar Spot Index, o dólar já acumula queda de cerca de 9% em relação a uma cesta de moedas globais.

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Nubank (ROXO34) retoma testes com NuCoin: Veja como funciona a nova ‘moeda’ de benefícios da fintech

Quase um ano depois de encerrar o programa de recompensas, o Nubank (ROXO34) anunciou o início dos testes do novo NuCoin, agora como um novo programa de relacionamento.

De acordo com o comunicado enviado à imprensa, a iniciativa deve atender clientes até então não contemplados por programas de relacionamento disponíveis no mercado e vai além da lógica tradicional de beneficiar apenas quem gasta mais no cartão de crédito.

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Ibovespa agora

O Ibovespa, principal índice da bolsa, opera em alta de 0,60%, aos 134.186,62 pontos, nesta segunda-feira (21).

Entre as principais ações do índice, Vale (VALE3) registra alta de 2,84%, cotada a R$ 56,11. Os papéis da Petrobras (PETR4) são negociados em alta de 0,29%, a R$ 31,08, e os do Itaú (ITUB4), em alta de 0,91%, a R$ 35,39.

O ponto de fragilidade do ‘PL da devastação’; para especialista, não cabe argumentação genérica sobre ‘retrocesso ambiental’

A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada da última quinta-feira (17), o projeto de lei (PL) que estabelece regras gerais de licenciamento ambiental. O PL foi bastante criticado por diversas entidades com WWF Brasil, Greenpeace Brasil, SOS Mata Atlântica e o Observatório do Clima, sendo batizado de “PL da devastação”.

De modo geral, os grupos defendem que a nova lei representa um retrocesso ambiental, insegurança jurídica, permite a aprovação de licenças sem a devida análise técnica, afetam direitos indígenas e prejudicam a imagem do Brasil às vésperas da realização da COP30, em Belém (PA).

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>> Dólar à vista recua 0,43%, a R$ 5,5638
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