Resumo: O Ibovespa (IBOV) após um dia de altas e quedas, o índice finalizou o pregão desta sexta-feira (25) em leve queda, refletindo a cautela dos investidor com as tarifas de Trump que passam a valer em 1º de agosto.
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No cenário interno, os investidores também repercutiram o IPCA-15 de julho, que veio acima das expectativas do mercado. A prévia da inflação subiu 0,33% no mês e acumula alta de 3,40% no ano e de 5,30% em doze meses.
Apesar da alta, a avaliação predominante é de que o avanço não altera de forma significativa o cenário de curto prazo da inflação.
Do lado corporativo, Usiminas e Multiplan divulgaram seus resultados do 2T25. Mas o destaque mesmo ficou para Yduqs com forte queda após anunciar novo CEO.
Já no cenário internacional, os índices S&P 500 e Nasdaq atingiram recordes de fechamento nesta sexta-feira, impulsionados pelo otimismo de que os Estados Unidos podem em breve chegar a um acordo comercial com a União Europeia.
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Os preços do petróleo caíram nesta sexta e se estabeleceram em uma mínima de três semanas. Durante a semana, o Brent caiu cerca de 1% e o WTI, cerca de 3%.
Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta sexta-feira (25) em tempo real:
Ao vivo
20h35
O cenário de ouro que pode se abrir para Brasil, segundo Felipe Guerra, da Legacy
O Brasil pode se tornar atrativo para compra, afirmou o gestor Felipe Guerra, da Legacy.
Em painel da XP Expert que também contou com as participações de João Landau (Vista) e Luis Stuhlberger (Verde), Guerra defendeu que o país pode abrir uma oportunidade no ano que vem, que deverá ser marcado pelas eleições presidenciais.
Sem reforma fiscal, Brasil pode caminhar para ‘semi-Argentinização’ da economia, alerta Pedro Jobim, da Legacy
O risco de uma “semi-argentinização” da economia brasileira foi o alerta central de Pedro Jobim, economista-chefe da Legacy Capital, durante painel sobre o fiscal na Expert XP 2025.
Caso o país continue na trajetória fiscalatual, pode repetir o quadro da Argentina entre 2010 e 2023 — um ambiente de gastos elevados, jurosaltos, inflaçãopersistente e crescimento da atividade nulo ou levemente negativo. Um cenário de “morte lenta”, nas palavras do gestor.
Após queda de 10% desde janeiro, dólar deve voltar a ganhar força no curto prazo, diz diretor de investimentos globais do ASA
O enfraquecimento recente do dólar ante as moedas globais colocou o mercado em dúvida sobre o “excepcionalismo” norte-americano. Desde janeiro, a moeda já se desvalorizou cerca de 10% ante moedas fortes.
Mas, na avaliação do ASA, porém, a perda de força da divisa é “temporária” — na contramão da maioria do mercado.
Intel (ITLC34) vai separar unidade de rede e comunicações em reformulação de negócios
A Intel (ITLC34) planeja tornar sua unidade de rede e comunicações em uma empresa autônoma e iniciou o processo para identificar investidores, informou a fabricante de chips nesta sexta-feira (25), à medida que seu presidente-executivo, Lip-Bu Tan, busca tornar as operações da companhia mais enxutas.
O plano de Tan para revitalizar a fabricante de chips, que já foi muito renomada, concentra-se em se desfazer de ativos não essenciais e reduzir despesas diminuindo investimentos significativos e cortando o número de funcionários.
‘Tiro pela culatra’: Para gestores do ASA, efeitos políticos no Brasil devem fazer Trump voltar atrás em relação às tarifas
A uma semana do início da cobrança das tarifas de 50% à importação dos produtos brasileiros nos Estados Unidos, os gestores do ASA apostam que o presidente norte-americano, Donald Trump, não deve manter as taxas.
“Não vejo o Trump mantendo as tarifas [de importação] pelo simples motivo de que o ‘tiro’ está saindo pela culatra: estão favorecendo mais a reeleição do atual governo”, disse o head do ASA, Fábio Okumura, durante painel na Expert XP nesta sexta-feira (25).
São Martinho (SMTO3) anuncia pagamento de R$ 150 milhões em JCP
A São Martinho (SMTO3) anunciou nesta sexta-feira (25) o pagamento bruto de R$ 150 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), no valor de R$ 0,456 por ação.
O montante de JCP será pago aos acionistas no dia 8 de agosto, sem atualização monetária, e será deduzido dos dividendos do exercício social em curso.
Carrefour Brasil contrata empréstimo de quase R$ 10 bilhões com braço financeiro do grupo para quitar dívidas com emissões
O Carrefour Brasil anunciou nesta sexta-feira (25) que fechou dois contratos de financiamento junto ao Carrefour Finance, braço financeiro da holding. No total, são R$ 9,75 bilhões, com prazo de três anos e juros de 15,40% ao ano. Os recursos serão utilizados para quitar diversas emissões de títulos de dívida feitas pela rede varejista nos últimos anos.
18h47
Trump não deve recuar e ‘melhor cenário’ para o Brasil é manter tarifa de 50%, dizem economistas
A manutenção da tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros é vista como o melhor desfecho possível no atual cenário, segundo avaliação da economista-chefe do UBS Global Wealth Management, Solange Srour.
Srour diz que é “muito difícil” que o presidente do país, Donald Trump, recue da medida. Ela apontou que o Brasil perdeu a chance de adotar uma postura mais neutra no cenário geopolítico e, agora, encontra-se mal posicionado.
Gestores veem Copom sem grandes emoções e destacam fiscal como fator central para extensão de cortes da Selic
O cenário de juros no Brasil não deve trazer grandes emoções na decisão da semana que vem – nem nas próximas quatro a seis reuniões – do Comitê de Política Monetária (Copom), diz Rodrigo Azevedo, sócio da Ibiuna Investimentos.
No evento Expert XP, o ex-diretor de Política Monetária do Banco Central afirmou que o Copom deve manter a taxa Selicem 15%, deixando claro que só voltará a cortar juros quando tiver segurança de que a inflação está, de fato, convergindo para a meta.
Gestor com R$ 130 bi vê dois papéis mais atrativos após ‘liquidação’ com tarifas de Trump
Na bolsa, dois papéis que sempre foram muito queridos pelos investidores, despencaram: Embraer (EMBR3) e WEG (WEGE3). Altamente expostos ao mercado americano, as companhias viram as suas ações derreterem mais de 20% após o presidente Donald Trump taxar o Brasil em 50%.
Mesmo assim, o gestor da Kinea Investimentos, que administra R$ 131 bilhões, Ruy Alves, vê a dupla mais atrativa após o tombo.
S&P 500 e Nasdaq batem recordes com otimismo sobre acordo comercial entre EUA e UE
Os índices S&P 500 e Nasdaq atingiram recordes de fechamento nesta sexta-feira (25), impulsionados pelo otimismo de que os Estados Unidos podem em breve chegar a um acordo comercial com a União Europeia.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, se reunirá com o presidente norte-americano, Donald Trump, no domingo, na Escócia, depois que autoridades e diplomatas do bloco disseram que esperam chegar a um acordo comercial neste fim de semana. Trump disse mais cedo que as chances de um acordo comercial entre os EUA e a UE eram de “50% a 50%”.
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 ganhou 0,42%, para 6.390,08 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq subiu 0,26%, para 21.111,90 pontos. O Dow Jones avançou 0,48%, para 44.907,65 pontos.
17h24
S&P 500 e Nasdaq batem recordes com otimismo sobre acordo comercial entre EUA e UE
Os índices S&P 500 e Nasdaq atingiram recordes de fechamento nesta sexta-feira, impulsionados pelo otimismo de que os Estados Unidos podem em breve chegar a um acordo comercial com a União Europeia.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, se reunirá com o presidente norte-americano, Donald Trump, no domingo, na Escócia, depois que autoridades e diplomatas do bloco disseram que esperam chegar a um acordo comercial neste fim de semana. Trump disse mais cedo que as chances de um acordo comercial entre os EUA e a UE eram de “50% a 50%”.
De acordo com dados preliminares:
>S&P 500: +0,42%, para 6.390,08 pontos
>Nasdaq: +0,26%, para 21.111,90 pontos
>Dow Jones: +0,48%, para 44.907,65 pontos
–Com informações da Reuters
17h20
Ibovespa encerra o dia em queda com IPCA-15 mais quente e acordo entre EUA e Brasil deixado de lado; dólar sobe a R$ 5,56
O Ibovespa (IBOV) encerrou o dia em queda, enquanto o mercado acomapanhava o imbróglio envolvendo as tarifas comerciais e negociações travadas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o Brasil.
Com isso, nesta sexta-feira (25), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com queda de 0,21%,aos 133.524,18 pontos. No acumulado da semana, o Ibovespa encerrou em alta de 0,11%.
>> Dólar à vista fecha com alta de 0,76%, a R$ 5,5619
17h10
Fechamento do Ibovespa (preliminar)
O Ibovespa fechou a sexta-feira (25) em baixa de -0,21%, aos 133.530,78 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.
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17h03
Petróleo cai e atinge menor valor em 3 semanas com preocupações econômicas dos EUA e da China
Os preços do petróleo caíram nesta sexta-feira (25) e se estabeleceram em uma mínima de três semanas, com os comerciantes preocupados com as notícias econômicas negativas dos Estados Unidos e da China e com os sinais de aumento da oferta.
As perdas foram limitadas pelo otimismo de que os acordos comerciais dos EUA poderiam impulsionar o crescimento econômico global e a demanda de petróleo no futuro.
Trigo cai em Chicago com pressão de oferta global; milho e soja recuam
Os contratos futuros de trigo na bolsa de Chicago caíram nesta sexta-feira (25) e registraram uma perda semanal, já que a oferta global abundante das safras em andamento no Hemisfério Norte superou as fortes exportações dos Estadoos Unidos.
Os futuros do milho caíram durante o dia, com o contrato mais ativo encerrando a semana quase 2,05% mais baixo, em meio às expectativas de uma grande colheita nos EUA.
FOFs, papel ou tijolo? Especialistas revelam composição ideal para carteira de fundos imobiliários
Mesmo em um ambiente desafiador, com a taxa Selic no maior patamar em quase duas décadas, o mercado de fundos imobiliários no Brasil segue em crescimento e amadurecimento.
A avaliação é de Marcos Baroni, head de FIIs da Suno Research, e de Marx Gonçalves, head de fundos listados da XP Research, que participaram de um painel sobre o tema durante a Expert XP 2025, em São Paulo.
Argentina arruma a casa; e o Brasil segue empurrando a sujeira para debaixo do tapete
A Argentina vive, hoje, um daqueles momentos que raramente surgem no radar dos investidores: a improvável combinação de fundamentos econômicos em rápida melhora com ativos ainda negociados a preços descontados.
Já abordamos anteriormente os primeiros sinais de mudança institucional e econômica no país vizinho. De lá para cá, o que era indício virou tendência: o ímpeto reformista não só resistiu ao tempo, como ganhou força, solidez política e, agora, começa a redesenhar o horizonte macroeconômico argentino. A tese por trás do investimento no país está fundamentada em uma ruptura estrutural.
‘Temos o melhor negócio do mundo; se vai mal, cresce 20%’, diz CEO da XP
O CEO da XP (XP), Thiago Maffra, vê a empresa em um ótimo cenário, mesmo com mais incerteza pelo caminho, em meio à disparada da Selic, a taxa básica de juros, e as tarifas de Donald Trump de 50% sob o Brasil.
“Eu falo que temos o melhor negócio do mundo. Um negócio que, quando vai mal,cresce 15%, 20% e, quando vai bem,cresce acima de 30%”, disse em conversa com jornalistas no XP Expert.
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
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