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Tempo real: Ibovespa cai aos 131 mil pontos com NY e Caged forte; dólar avança e fecha a R$ 5,76

28 mar 2025, 6:30 - atualizado em 28 mar 2025, 17:20
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) interrompeu a sequência de ganhos diários e semanais pressionado pelos índices de Wall Street e crescente temor de uma guerra comercial iniciada pelos Estados Unidos — com as tarifas de Trump.

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Nesta sexta-feira (28), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 131.90218 pontos, com queda de 0,94%. No acumulado dos cinco pregões, o Ibovespa recuou 0,34%. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,7618, com alta de 0,15%. Na semana, o divisa avançou 0,77%.

Por aqui, os investidores reagiram a novos dados do mercado de trabalho. A taxa de desemprego do Brasil ficou em 6,8% no trimestre até fevereiro, em linha com as expectativas. Já o Caged superou as estimativas com a abertura de 431.995 vagas em fevereiro.

Já no exterior, as atenções se concentraram no Índice de Preços para Despesas com Consumo Pessoal (PCE), principal índice inflacionário dos Estados Unidos e preferido do Federal Reserve. A inflação subiu 0,3% em fevereiro ante o mês anterior e acumula alta de 2,5% na base anual, como o esperado. Os núcleos, que excluem alimentos e energia, ficaram acima das expectativas e pressionam os ativos.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta sexta-feira (28) em tempo real:

Ao vivo
GPA (PCAR3) incorpora holding de imóveis

Visando simplificar a estrutura, o GPA vai encorporar a sua holding de serviços imobiliários, o GPA Malls, mostra documento enviado ao mercado nesta quinta.

Segundo o documento, a operação dará ganhos de eficiência na gestão dos ativos e redução de custos em áreas administrativas.

“Considerando que a totalidade das quotas representativas do capital social da GPA Malls é atualmente detida pelo GPA, a consumação da incorporação não resultará em aumento de capital da companhia”

Petrobras (PETR4) nomeia novo conselheiro de administração

A Petrobras (PETR4) anunciou nesta sexta-feira (28) a nomeação de Aloisio Macário Ferreira de Souza para o Conselho de Administração, substituindo Marcelo Gasparino da Silva, que renunciou ao cargo.

Aloisio permanecerá no cargo até a próxima Assembleia Geral, marcada para 16 de abril de 2025, quando ocorrerá nova eleição para os oito assentos do Conselho. Ele é indicado pelos acionistas minoritários e poderá participar da eleição por voto múltiplo, se houver.

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Governo não pretende mudar arcabouço fiscal e não buscará medidas eleitorais exóticas, diz Haddad

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta sexta-feira que o governo não pretende mudar o desenho atual do arcabouço fiscal, baseado em meta de resultado primário e limite de gastos.

Em evento promovido pela Arko Advice, em São Paulo, Haddad afirmou que o governo vai manter o curso da política econômica, buscando o cumprimento de metas fiscais e sem medidas “exóticas” com finalidade eleitoral.

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Brava Energia (BRAV3) e Embraer são destaques da semana; confira o sobe e desde dos últimos pregões

A ponta positiva do Ibovespa foi liderada por Brava Energia (BRAV3). Os ganhos da junior oil foram impulsionados pelos resultados do quarto trimestre de 2024 (4T24).

Os papéis também ganharam fôlego após o  BTG Pactual Wealth Management elevar a participação na Brava. O BTG WM atingiu a posição de 24,2 milhões de ações ordinárias, o que equivale a aproximadamente 5,23% do total dos papéis emitidos pela empresa. 

Confira as maiores altas da semana:

> Brava Energia (BRAV3): +19,50%

> CVC (CVCB3): +14,14%

> Cogna (COGN3): +12,77%

Já a ponta negativa foi liderada por Embraer (EMBR3), que foi pressionada pelos possíveis impactos das tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos — que entram em vigor na próxima semana.

Confira as maiores quedas da semana:

> Embraer (EMBR3): -11,24%

> São Martinho (SMTO3): -7,59%

> Automob (AMOB3): -7,41%

Vamos (VAMO3) cai mais de 9%; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta sexta-feira (28)

A ponta negativa foi dominada pelos ativos cíclicos, pressionados pela abertura da curva dos juros. Vamos (VAMO3) e GPA (PCAR3) ficaram entre as maiores baixas do índice.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta sexta-feira (28):

> Vamos (VAMO3): -9,32%, a R$ 4,67

> GPA (PCAR3): -4,90%, a R$ 2,72

> Usiminas (USIM5): -3,87%, a R$ 5,72

> Automob (AMOB3): -3,85%, a R$ 0,25

> Marcopolo (POMO4): -3,29%, a R$ 6,46

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Cogna (COGN3) sobe 3% e estende os ganhos da véspera; confira as maiores altas do Ibovespa nesta sexta-feira (28)

Na ponta positiva do Ibovespa, Cogna (COGN3estendeu os ganhos pela quarta sessão consecutiva, ainda apoiado pela visão positiva do Bradesco BBI sobre a companhia. O banco espera um crescimento da receita e do Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) em até dois dígitos neste ano. 

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta sexta-feira (28):

> Cogna (COGN3): +3,92%, a R$ 2,12

> Minerva (BEEF3): +2,31%, a R$ 6,21

> Hypera (HYPE3): +1,43%, a R$ 19,76

> Marfrig (MRFG3): +1,29%, a R$ 18,06

> IRB (Re) (IRBR3): +1,24%, a R$ 52,21

Comporte vence leilão de trens urbanos em SP

O grupo Comporte venceu nesta sexta-feira o leilão de Parceria Público-Privada (PPP) promovido pelo governo de São Paulo que envolve operação, manutenção e modernização de três linhas de trens urbanos, com uma oferta de desconto de 2,57% sobre a contraprestação estadual.

O leilão envolveu as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade de trens urbanos, chamado de Lote Alto Tietê. Os investimentos previstos, segundo o governo estadual, são de R$14,3 bilhões ao longo de 31 anos de contrato, com a promessa de ampliar as conexões entre a capital paulista e região metropolitana.

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Ibovespa acompanha ‘mau humor’ de NY e fecha em queda aos 131 mil pontos; dólar sobe a R$ 5,76

O Ibovespa (IBOV) foi pressionado pela forte queda dos índices de Wall Street e zerou os ganhos da semana, virando o desempenho para o tom negativo. Os dados do mercado de trabalho mais fortes que o esperado também refletiram na abertura da curva de juros.

Nesta sexta-feira (28), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 131.90218 pontos, com queda de 0,94%. No acumulado dos cinco pregões, o Ibovespa recuou 0,34%. 

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BRB compra Banco Master, diz colunista

O Banco de Brasília (BRB) comprou o Banco Master, apurou Lauro Jardim, do O Globo.

Segundo informações do colunista, o conselho do BRB aprovou a compra e o negócio deverá ser anunciado nos próximos dias.

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa encerrou as negociações com queda de 0,88%, aos 131.971,29 pontos, segundo dados preliminares da B3.

Na semana, o índice fechou em leve baixa de 0,28%.

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Bolsas de NY fecharam em forte queda com reação ao PCE

Nos Estados Unidos, os investidores reagiram a novos dados econômicos, na expectativa pelas tarifas recíprocas anunciadas pelo presidente Donald Trump e que entram em vigor na próxima semana.

O índice de confiança do consumidor medido pela Universidade de Michigan caiu de 64,7 em fevereiro para 57,0 em março, abaixo da leitura preliminar de 57,9 e das projeções da FacSet dos mesmos 57,9. Esse foi o terceiro mês consecutivo de queda do índice.

O Índice de Preços para Despesas com Consumo Pessoal  (PCE), dado preferido do Federal Reserve para inflação, veio com números mistos. O índice cheio subiu 0,3% em fevereiro e a 2,5% em 12 meses, em linha com as expectativas.

Já excluindo os componentes voláteis de alimentos e energia, o núcleo da inflação subiu 0,4% no segundo mês de 2025 e foi a 2,8% na base anual — acima do esperado e elevou as preocupações do mercado.

Hoje, Trump conversou com primeiro-ministro canadense Mark Carney — que conquistou a liderança dos liberais canadenses em 9 de março. O presidente norte-americano confirmou que as tarifas sobre o Canadá serão mantidas.

Confira o fechamento dos índices de Nova York: 

  • Dow Jones: -1,69%, aos 41.583,90 pontos;
  • S&P 500: -1,97%, aos 5.580,94 pontos;
  • Nasdaq: -2,70%, aos 17.322,99 pontos.

Na semana, Dow Jones e S&P 500 caíram cerca de 1% e o Nasdaq recuou mais de 2%.

Dólar ganha força e fecha a R$ 5,76 com Caged e tarifas de Trump no radar

O dólar à vista (USDBRL) encerrou a semana em alta após dados de emprego fortes e com a escalada do temor dos investidores com a política tarifária nos Estados Unidos.

Nesta sexta-feira (28), a divisa norte-americana encerrou as negociações a R$ 5,7618, com alta de 0,15%. 

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>> Dólar à vista avança 0,77% na semana
>> Dólar à vista fecha a R$ 5,7618, com alta de 0,15%
Anatel avalia riscos geopolíticos antes de liberar mais satélites da Starlink no Brasil

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) avalia os riscos geopolíticos e comerciais que a Starlink pode representar para o Brasil, caso obtenha permissão para aumentar o número de satélites em órbita no país.

O pedido para adicionar mais 7,5 mil satélites está sob análise há um ano e três meses. Atualmente, a empresa do bilionário Elon Musk possui cerca de 4,4 mil satélites no Brasil.

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Selic atingirá pico em 15,75% e cortes só começarão em abril de 2026, diz UBS BB

O UBS BB projeta que a Selic atinja o pico do atual ciclo de aperto monetário em julho deste ano, a 15,75%. A expectativa do banco, inclusive, é de que a taxa de juros feche 2025 nesse patamar.

O Comitê de Política Monetária (Copom) prevê uma inflação de 3,9% no horizonte relevante — seis trimestres à frente, o terceiro trimestre de 2026. Já na reunião de maio, eles terão como meta o quarto trimestre do ano que vem, que tem previsão de Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 3,7%.

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Nutriplant (NUTR3), do setor de fertilizantes, tem alta de 193% no lucro em 2024, a R$ 10,3 milhões

A Nutriplant (NUTR3) reportou lucro líquido de R$ 10,3 milhões em 2024, o que representa crescimento de 193% em relação ao ano anterior. A receita líquida atingiu R$ 200,3 milhões, uma alta anual de 11,8%. 

A companhia do setor de fertilizantes informou a investidores que a geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ficou em R$ 19,1 milhões, alta de 79,9% frente aos R$ 10,6 milhões do exercício anterior.

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Petróleo fecha em queda, mas completa 3ª semana consecutiva de ganhos

Os preços do petróleo terminaram a sessão em queda, em realização de ganhos da véspera. Os dados econômicos nos Estados Unidos elevaram o temor ao risco nas bolsas e, por outro lado, pressionaram as cotações da commodity. As tensões geopolíticas ficaram em segundo plano.

O contrato mais líquido do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para junho, caiu 0,79%, a US$ 72,76 barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres. Na semana, o Brent subiu 1,4%.

Já o West Texas Intermediate (WTI), referência para o mercado norte-americano, para maio, registrou queda de 0,80%, a US$ 69,39 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex). Na semana, o óleo avançou 1,5%.

Ibovespa agora

O Ibovespa, principal índice da bolsa, opera em baixa de 0,67%, aos 132.253,81 pontos, nesta sexta-feira (28).

Entre as principais ações do índice, Vale (VALE3) registra baixa de 0,55%, cotada a R$ 57,84. Os papéis da Petrobras (PETR4) são negociados em baixa de 0,74%, a R$ 37,39, e os do Itaú (ITUB4), em baixa de 1,46%, a R$ 31,66.

Ouro renova recorde com guerra comercial no radar

Os preços do ouro renovaram os recordes, impulsionados pelo temor de uma guerra comercial com a vigência das tarifas de Trump a diversos países a partir da próxima semana.

O contrato mais líquido do ouro para abril subiu 0,83% e encerrou a sessão a US$ 3.085,50 a onça-troy, na Comex — o maior valor de fechamento da história. Na máxima intradia, o metal precioso atingiu US$ 3.094,09 por onça-troy.

Na semana, o ouro avançou 1,74%.

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