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UNICEF lança NFTs na Ethereum para ajudar escolas a obterem acesso à internet

11 dez 2021, 11:07 - atualizado em 11 dez 2021, 11:07
UNICEF
Os fundos obtidos a partir da venda da coleção de NFTs, intitulada “Patchwork Kingdoms”, serão destinados a diversos projetos da UNICEF (Imagem: Twitter/Giga)

Conforme noticiado pelo Decrypt, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) comunicou o lançamento de uma coleção de tokens não fungíveis (NFTs) na Ethereum, para celebrar os 75 anos da agência. A venda dos tokens está programada para janeiro de 2022.

Os fundos obtidos a partir da venda da coleção de NFTs, intitulada “Patchwork Kingdoms” e criada pela artista digital e cientista de dados Nadieh Bremer, serão destinados a diversos projetos da UNICEF, entre eles, a iniciativa Giga, que promove o acesso à internet para crianças no mundo todo.

Segundo o Decrypt, a coleção “Patchwork Kingdoms” contém mil NFTs, que foram criados em parceria com Snowcrash Labs, Ethereum Foundation, Metagood, entre outros. A UNICEF afirmou que cada token foi pintado usando dados coletados pela iniciativa Giga, de 282 mil escolas em 21 países.

É nesse ponto que entra o trabalho da artista Nadieh Bremer, que foi inspirado pela música “It’s a Small World”, de Mary Blair. De acordo com a artista digital, a ideia inicial era baseada no uso de imagens geométricas simples, como quadrados, triângulos e círculos, para a construção de cenários e cidades.

“Cada escola tornou-se um pequeno quadrado, conectando-se a outras escolas para formar reinos, divididos entre aqueles que estão conectados e desconectados à internet”, disse Bremer.

De acordo com o Decrypt, pode até parecer surpreendente, mas a UNICEF está envolvida na tecnologia blockchain desde antes de 2019, quando lançou seu Fundo Cripto, que permite à agência das Nações Unidas receber, armazenar e distribuir criptomoedas, além de receber doações em cripto.

Além de ter lançado seu fundo cripto, a UNICEF também tem investido em blockchains há mais tempo, apoiando projetos de Web 3.0 de código aberto, em estágio inicial, que apresentam a possibilidade de impactar positivamente crianças em todo o mundo.

Repórter
Graduada em Letras (Português/Inglês) pela Universidade de São Paulo (USP). Iniciou sua carreira como estagiária de revisão na Editora Ática, local em que atuou depois como revisora freelancer. Já trabalhou para o The Walt Disney World, nos Estados Unidos, em um programa de intercâmbio de estágio, experiência que reforçou sua paixão pela língua inglesa e pela tradução. Estagiou na Edusp, e integra, há um ano, a equipe do Money Times como repórter-tradutora de notícias ligadas a criptomoedas.
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Graduada em Letras (Português/Inglês) pela Universidade de São Paulo (USP). Iniciou sua carreira como estagiária de revisão na Editora Ática, local em que atuou depois como revisora freelancer. Já trabalhou para o The Walt Disney World, nos Estados Unidos, em um programa de intercâmbio de estágio, experiência que reforçou sua paixão pela língua inglesa e pela tradução. Estagiou na Edusp, e integra, há um ano, a equipe do Money Times como repórter-tradutora de notícias ligadas a criptomoedas.
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