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Usiminas (USIM5): Cade aprova compra de fatia da siderúrgica pela Ternium; veja

07 jan 2026, 8:31 - atualizado em 07 jan 2026, 8:31
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O Cade aprovou sem restrições a compra pela Ternium de todas as ações da Usiminas (USIM5) detidas pelo Grupo NSC. (Imagem: REUTERS/Alexandre Mota)

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a compra pela Ternium de todas as ações da Usiminas (USIM5) detidas pelo Grupo NSC, composto pela Nippon Steel e Mitsubishi, mostra comunicado da siderúrgica enviado ao mercado nesta quarta-feira (7).

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Firmado em novembro de 2025, o acordo prevê a compra pela Ternium de 153.135.207 ações vinculadas ao acordo de acionistas detidas pelo Grupo NSC, que representam 31,67% do total das ações vinculadas e 21,71% do total de ações ordinárias da Usiminas.

O preço por ação é de aproximadamente US$ 2,06, conforme acordado entre as partes para as operações de opções, definidas em acordo de acionistas de 2023.

Já à época do anúncio da operação, a Previdência Usiminas e os restantes membros do Grupo T/T (Ternium Argentina, Prosid Investments e Confab Industrial) deram sinal positivo à operação, sem exercício de sua preferência.

As mudanças na Usiminas

Conforme anunciado pela Usiminas, após o fechamento da operação, o Grupo T/T passará a deter uma participação relativa de aproximadamente 92,95% das ações vinculadas ao acordo de acionistas, enquanto a Previdência Usiminas manterá a fatia de 7,05% nas ações vinculadas.

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Em relação ao total de ações ordinárias de emissão da Usiminas, o Grupo T/T passará a deter 71,02%.

Como resultado da operação, o Grupo NSC deixará de fazer parte do grupo de controle e do acordo de acionistas da companhia.

Vale pontuar que Nippon e Ternium já tiveram seus entraves. Os sócios, inclusive, passaram por um longo conflito, que só terminou em 2018, quando firmaram o acordo de acionistas que está em vigor atualmente.

“A companhia manterá seus acionistas e o mercado em geral informados acerca dos demais andamentos relevantes relacionados à operação, especialmente no que se refere ao cumprimento das demais condições precedentes e do subsequente fechamento da operação”, diz a Usiminas.

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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