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Usina baiana refresca a caatinga devastada para lenha em siderúrgicas e carvoarias

31 maio 2021, 18:32 - atualizado em 31 maio 2021, 18:32
umbuzeiro (Crédito: Agrovale)
Usina tenta mitigar perdas do bioma da caatinga espalhando mudas nativas

A caatinga é o único bioma 100% nacional e é o mais devastado. E nem por isso é o mais falado fora do Nordeste, onde é cantado em verso e prosa.

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No Dia Mundial do Meio Ambiente, sábado (5), a região de Petrolina (PE) vai lembrar do desmatamento de mais da metade dos 735 mil kms da cobertura original do ecossistema que as fornalhas das siderúrgicas, carvoarias e cerâmicas usaram para lenha. Eram cerca de 11% do território brasileiro.

A Agrovale, usina baiana, amplia seu projeto de espalhar mudas pelas cidades do sertão do semiárido e vai doar 7 mil pequenos pés de marizeiro, ingazeiro, pau ferro, paineira, ipê roxo e caraibeira.

As espécies nativas da caatinga mais adequadas para projetos de arborização, paisagismo, repovoamento e reflorestamento de áreas degradadas.

O projeto da maior usina baiana, campeã em produtividade por irrigação, há 13 anos povoa com mais de 400 mil mudas cidades em toda faixa mais degradada da Bahia, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte.

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As mudas são produzidas em viveiros próprios da empresa.

 

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Repórter no Agro Times
Jornalista de muitas redações nacionais e internacionais, sempre em economia, após um improvável debut em ‘cultura e variedades’, no final dos anos de 1970, está estacionado no agronegócio há certo tempo e, no Money Times, desde 2019.
giovanni.lorenzon@moneytimes.com.br
Jornalista de muitas redações nacionais e internacionais, sempre em economia, após um improvável debut em ‘cultura e variedades’, no final dos anos de 1970, está estacionado no agronegócio há certo tempo e, no Money Times, desde 2019.