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Tempo real: Ibovespa recua com Vale (VALE3); dólar avança a R$ 5,39

21 out 2025, 6:30 - atualizado em 21 out 2025, 17:30
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O desempenho dos pesos-pesados pressionou o Ibovespa (IBOV) e fez o índice terminar a sessão em tom negativo.

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Nesta terça-feira (21), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com queda de 0,29%, aos 144.085,15 pontos. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,3906, com alta de 0,37%

Por aqui, o mercado ficou à espera do anúncio de pacote de medidas fiscais para substituir, pelo menos em parte, a Medida Provisória 1.303, derrubada pelo Congresso e que previa a taxação de super ricos e das casas de apostas (bets). A medida é necessária para destravar a votação do Orçamento de 2026 no Legislativo.

Os investidores também operaram na expectativa pelo Relatório de Vendas e Produção de Vale (VALE3) no terceiro trimestre (3T25).

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No exterior, a tensão comercial entre Estados Unidos e China continuou no radar. Além disso, a paralisação do governo norte-americano entrou em seu 21º dia e no Japão, Sanae Takaichi foi eleita a primeira mulher primeira-ministra do país.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta terça-feira (21) em tempo real:

Ao vivo
JSL (JSLG3) anuncia novo CEO a partir de janeiro de 2026

A JSL (JSLG3) comunicou nesta terça-feira (21) que seu Conselho de Administração elegeu Guilherme de Andrade Fonseca Sampaio para assumir, interinamente, o cargo de CEO a partir de 1º de janeiro de 2026, em substituição a Ramon Peres Martinez Garcia de Alcaraz.

O processo de transição terá início em 1º de novembro e se estenderá por 60 dias, sob a condução de Alcaraz, que permanecerá como acionista e conselheiro consultivo a partir de 2 de janeiro de 2026.

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Americanas (AMER3) fecha 9 lojas em setembro e base de clientes segue em queda

A Americanas (AMER3) divulgou nesta terça-feira relatório mensal sobre as operações da companhia em meio ao processo de recuperação judicial, sinalizando o fechamento de nove lojas em setembro ante agosto.

A companhia encerrou setembro com um parque de 1.551 lojas no Brasil ante 1.560 unidades em agosto. Desde outubro do ano passado, a rede de varejo fechou 126 lojas, segundo o documento enviado ao mercado.

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Ibovespa futuro fecha no zero a zero; Dólar futuro tem leve alta

O Ibovespa futuro para dezembro (WINZ25), ou mini-índice, encerrou esta terça-feira (21) estável, no zero a zero, aos 147.215 pontos.

O ativo rompeu, ontem, a resistência dos 146.600 pontos, testada diversas vezes na semana passada, e encontrou uma nova barreira em 148.300.

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Terras raras: Com 2ª maior reserva, Brasil corre para tirar atraso — e disputa se acirra entre EUA e China

Os investimentos em projetos de minerais críticos e estratégicos no Brasil “estão decolando” e devem atingir US$ 18,45 bilhões até 2029, afirmou o presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Raul Jungmann, nesta terça-feira.

A projeção representa uma alta de cerca de 3,5% em comparação com o valor previsto para o período de 2024 e 2028, de US$ 17,85 bilhões, e ainda 27% do total de investimentos em projetos de mineração no Brasil ao longo do período, de aproximadamente US$ 68,4 bilhões, segundo os dados do Ibram.

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Vale (VALE3) tem melhor produção de minério de ferro desde 2018 com 3º trimestre de 2025

A Vale (VALE3) produziu 94,4 milhões de toneladas de minério de ferro entre julho e setembro de 2025, um aumento de 4% em relação ao mesmo período do ano passado e acima da projeção de 93,9 milhões apontada pela Genial Investimentos. O resultado foi impulsionado por um novo recorde do complexo S11D e pelo avanço dos principais projetos da companhia.

As vendas de minério de ferro somaram 86 milhões de toneladas, alta de 5%, superando a projeção de 72,3 milhões, com melhora nos preços, apoiada por prêmios mais altos pelos finos de minério (US$ 1,8 por tonelada).

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Minerva (BEEF3) aprova aumento de capital após bônus de subscrição

O Minerva Foods (BEEF3) aprovou nesta terça-feira (21) o aumento de capital social da companhia em virtude do exercício de seus bônus de subscrição.

Com isso, a empresa sai de R$ 3,131 bilhões divididos em 999.977.699  ações para R$ 3,132 bilhões divididos em 1.000.066.042 ações.

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Futuros de soja dos EUA recuam após máxima em 1 mês; café arábica sobe com tensões entre EUA e Colômbia

Os contratos futuros da soja em Chicago caíram nesta terça-feira (21), com a realização de lucros, depois que o contrato de referência atingiu uma máxima em um mês nos primeiros movimentos.

Os participantes do mercado continuaram a monitorar as relações comerciais entre os EUA e a China, segundo analistas.

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Desktop (DESK3) despenca 26% após relatório de concorrência da Anatel

As ações da Desktop (DESK3), negociadas fora do Ibovespa (IBOV), desabaram mais de 25% nesta terça-feira (21) e encerrou a sessão como a terceira maior queda da bolsa brasileira, a B3.

DESK3 terminou a sessão com queda de 26,42%, a R$ 11,70.

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Juros futuros estendem queda de olho em cenário fiscal

As taxas dos contratos de Depósitos Interfinanceiros (DIs) encerraram a sessão desta terça-feira (21) com leve baixas, em continuidade ao movimento da véspera e em meio ao esforço do governo Lula para cobrir o rombo no Orçamento deixado pelo arquivamento da Medida Provisória 1.303, no início do mês.

A taxa do DI para janeiro de 2028 estava em 13,245% no fim da tarde, em baixa de 4 pontos-base ante o ajuste de 13,285% da sessão anterior. A taxa para janeiro de 2035 marcava 13,67%, em queda de 3 pontos-base ante o ajuste de 13,701%.

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Brava Energia (BRAV3) recua 6% com reestruturação do alto escalão; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (21)

A ponta negativa foi liderada por Brava Energia (BRAV3) com o mercado reagindo ao processo de reestruturação do alto escalão.

Segundo a companhia, a junior oil passará a ter uma diretoria a menos, com a consolidação da diretoria financeira com as áreas de finanças; relações com investidores; trading e comercialização.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (21):

> Brava Energia (BRAV3): -5,84%, a R$ 14,20

> GPA (PCAR3): -3,24%, a R$ 3,58

> B3 (B3SA3): -2,61%, a R$ 12,33

> CSN Mineração (CMIN3): -2,23%, a R$ 5,69

> Vibra Energia (VBBR3): -1,48%, a R$ 23,23

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Vamos (VAMO3) salta quase 7% com prévia operacional; confira as maiores altas do Ibovespa nesta terça-feira (21)

Entre as companhias listadas no Ibovespa (IBOV), as ações da Vamos (VAMO3) lideraram os ganhos do índice com reação aos dados operacionais da companhia no terceiro trimestre (3T25).

Embraer (EMBR3) também foi um dos destaques positivos com o novo recorde na carteira de pedidos no 3T25.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta terça-feira (21):

> Vamos (VAMO3): +6,90%, a R$ 3,10

> Embraer (EMBR3): +5,12%, a R$ 85,66

> Raízen (RAIZ4): +4,35%, a R$ 0,96

> Cosan (CSAN3): +2,74%, a R$ 6,01

> Braskem (BRKM5): +2,52%, a R$ 6,50

Netflix (NFLX34) culpa Brasil por resultado abaixo do esperado no 3T25

Netflix (NFLX34) afirmou nesta terça-feira (21) que não atingiu metas de Wall Street para o resultado do terceiro trimestre devido a uma despesa inesperada decorrente de uma disputa tributária no Brasil e divulgou uma previsão de resultado um pouco acima das projeções de Wall Street para o restante do ano.

O serviço de streaming divulgou teve lucro líquido de US$2,5 bilhões e um lucro diluído por ação de US$5,87 de julho a setembro, período em que a animação “K-Pop Demon Hunters” se tornou o filme mais assistido da história da Netflix. Analistas esperavam US$3 bilhões de lucro para a empresa no período, o equivalente a US$6,97 por ação, de acordo com a LSEG.

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Ibovespa recua à espera de prévia de Vale (VALE3); dólar sobe a R$ 5,39

O desempenho dos pesos-pesados pressionou o Ibovespa (IBOV) e fez o índice terminar a sessão em tom negativo.

Nesta terça-feira (21), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com queda de 0,29%, aos 144.085,15 pontos. 

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Pix é ameaça? ‘Entrega tudo aquilo que sempre prometemos’, diz CEO do Mastercard

Quando o Pix surgiu, em 2020, havia o temor de que o meio de pagamento, considerado uma referência em qualidade e rapidez, sepultaria os cartões de crédito.

Passados cinco anos, as operadoras continuam lançando novos produtos. Mais do que uma ameaça, o Pix virou um aliado, nas palavras do CEO da Mastercard Brasil, Marcelo Tangioni.

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a terça-feira (21) em baixa de -0,30%, aos 144.116,10 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

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Dólar sobe a R$ 5,39 com enfraquecimento do iene e melhora no apetite ao risco

Depois de quatro sessões consecutivas de perdas, o dólar voltou a ganhar força ante moedas fortes e emergentes com melhora do apetite.

Nesta terça-feira (21), o dólar à vista (USDBRL) encerrou a sessão a R$ 5,3906, com alta de 0,37%.

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>> Dólar à vista fecha a R$ 5,3906, com alta de 0,37%
Petrobras (PETR4): Trabalho da empresa junto ao Ibama deve ajudar em novas licenças na Foz do Amazonas, diz CEO

Os trabalhos da Petrobras (PETR4) junto ao Ibama para conseguir a licença ambiental com o objetivo de perfurar na Bacia da Foz do Amazonas deverão colaborar para que os processos de licenciamento de outros poços possam ser mais ágeis, disse a CEO da Petrobras, Magda Chambriard.

Em entrevista à Reuters nesta terça-feira, ela disse acreditar que a Petrobras poderá produzir petróleo e gás na região ambientalmente sensível em cerca de sete anos, caso sejam confirmadas as expectativas de grandes reservas. Mas, para isso, novas licenças terão de ser concedidas nos próximos anos.

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Ouro recua mais de 5% pela primeira vez em 12 anos com fortalecimento do dólar

O ouro, considerado um dos ativos mais seguros do mundo, encerrou a sessão desta terça-feira (21) em forte queda, em um movimento de correção de ganhos e pressionado pelo fortalecimento do dólar.

O contrato mais líquido do ouro, com vencimento em dezembro, fechou com recuo de 5,74%, a US$ 4.109,10 por onça-troy na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA.

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Haddad diz que Selic está ‘restritiva demais’

A taxa de juros brasileira está restritiva demais, disse nesta terça-feira (21) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, acrescentando que Banco Central do Brasil é hoje o mais duro do mundo.

Em entrevista à GloboNews, Haddad afirmou que a inflação já está próxima da banda superior da meta — 4,5% — , e ainda assim o juro real está em cerca de 10%.

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