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Vale recua com aumento na tensão comercial entre EUA e China

25 jun 2018, 11:18 - atualizado em 25 jun 2018, 11:18

Vale

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Por Investing.com – Nem mesmo a alta do preço do minério de ferro nos mercados internacionais e o bom início de dia para o Ibovespa conseguem evitar que as ações da Vale iniciem o dia com perdas. A grande preocupação dos investidores segue sendo a guerra fiscal entre os Estados Unidos e a China, que cada dia parece ser mais inevitável.

Com isso, os papéis (VALE3) da mineradora recuam 1,06% a R$ 47,50, com as da Bradespar (BRAP4) perdem 0,61% a R$27,94.

Diante dos ataques, a China decidiu cortar em 50 pontos-base o compulsório bancário, liberando cerca de US$ 100 bilhões para a economia. Segundo assessores do próprio governo, a terceira redução do compulsório no ano deve aliviar as preocupações de que uma disputa comercial com Washington prejudique as empresas locais.

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos está esboçando restrições que impedirão empresas com ao menos 25 por cento de propriedade chinesa de comprarem companhias norte-americanas com “tecnologia industrial significativa”, afirmou no domingo uma autoridade dos EUA com conhecimento do assunto.

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As autoridades chinesas agiram rapidamente para amenizar qualquer possível impacto econômico da disputa comercial com os Estados Unidos, com o banco central dizendo no domingo que reduzirá a quantia de dinheiro que alguns bancos devem manter como reservas em 50 pontos básicos.

A redução do compulsório, a terceira pelo banco central este ano, era amplamente esperada pelos investidores e visa acelerar o ritmo de troca de dívida por ação e estimular os empréstimos para empresas menores.

Neste sentido, segundo matéria do Financial Times, o presidente se prepara para anunciar nesta semana a restrição de investimentos da China em empresas do país. De acordo com a reportagem do jornal britânico, o escopo exato das medidas ainda é alvo de discussões internas na Casa Branca, mas Trump já designou o Departamento do Tesouro para redigir as restrições, que devem acompanhar a já anunciada tarifação extra sobre US$ 50 bilhões de produtos chineses.

A sessão desta segunda-feira foi marcada por uma nova valorização dos contratos futuros do minério de ferro, transacionados na bolsa de mercadorias de Dalian, na China. Os ativos com data de vencimento em setembro deste ano tiveram ganhos de 1,98% a 464,0 iuanes para cada tonelada da commodity, o que representa variação diária de 9 iuanes.

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Para os contratos do vergalhão de aço, negociadas na bolsa de mercadorias de Xangai, foi registrada queda de 40 iuanes para os papéis com data de entrega em outubro deste ano (ativo de maior liquidez) para um total de 3.723 iuanes por tonelada. Já o segundo contrato mais negociado, para janeiro do ano que vem, a queda foi de 44 iuanes para um total de 3.546 iuanes para cada tonelada das commodities.

Com Reuters.

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