A carteira ‘que vale mais do que dinheiro, Silvio’ e outros destaques das criptomoedas no Crypto Times
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Se você, assim como eu, é uma cria dos anos 1990, já reconheceu a frase do título desta coluna.
Agora, se você está mais para o lado de cá da datação de carbono do que este quase dinossauro que lhes escreve, permita-me elucidar.
Houve uma época em que os programas de auditório dominicais eram o ápice do fim de semana das casas brasileiras. Eram horas dedicadas a assistir a shows de talentos, debater os temas da semana ou mesmo ver polêmicas atrações — indescritíveis para o seleto público desta newsletter.
Foi aí que surgiram diversos bordões (que você, jovem, deve ter ouvido seus veteranos usando por aí, anote): “se vira nos trinta”, “ô loco meu!”, “quem quer dinheiro?” e por aí vai.
Um deles veio do finado Silvio Santos e de seu contrarregra, quando este gritava que um dos prêmios era em barras de ouro…
“… Que valem mais do que dinheiro, Silvio!”
Se as barras eram de verdade, se a pessoa saía de lá escoltada por um carro forte ou com um nada chamativo certificado de equivalência em ouro, deixo para os curiosos pesquisarem.
Fato é que a voz não mentia: barras de ouro “valem mais do que dinheiro” porque também servem como proteção para os seus investimentos — além de valerem dinheiro.
O mundo como está hoje não permite que os investidores passeiem por aí sem proteção. Guerras, disputas comerciais, desvalorização do dólar: tudo contribui para a volatilidade dos ativos.
Felizmente, o ouro existe não só na sua versão tradicional, como também na sua versão digital, que nós chamamos de bitcoins (BTC). A depender do seu perfil, eles devem estar em quantidades maiores ou menores na sua carteira, visando equilibrar retornos com proteção.
Por isso, os especialistas da Mynt lançaram uma carteira voltada para achar esse fino equilíbrio. Clique aqui e veja como funciona.
Fique agora com as notícias mais lidas do Crypto Times.
Um forte abraço,
Renan Sousa, editor-assistente do Crypto Times.
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