Money Picks

Venda em BRKM5 e compra em CYRE3: As recomendações da semana pós-Carnaval no Money Picks

23 fev 2026, 8:05 - atualizado em 23 fev 2026, 9:15

Nesta edição do Money Picks da semana pós-Carnaval, os jornalistas do Money Times apresentam as melhores ações para comprar ou vender, baseadas nas recomendações das principais casas de análise.

1-  Braskem (BRKM5)

O Citi adotou postura rara no mercado e recomendou venda para a Braskem.

O banco vê cenário desafiador, com dívida elevada, incertezas e ausência de melhora nos spreads petroquímicos no curto e médio prazo.

De acordo com a análise, a decisão da Petrobras (PETR4), de abrir mão do direito de preferência no controle, pressionou ainda mais as ações.

Diante desse cenário, o Citi projeta resultados fracos, continuidade da queima de caixa e riscos à estrutura de capital, apesar de possíveis benefícios fiscais amenizarem parte da pressão.

2 – Construtoras: Cyrela (CYRE3) e Lavvi (LAVV3)

As construtoras estão fazendo sucesso entre os especialistas nesta semana.

A XP elevou a Cyrela à principal escolha no setor, destacando operação diversificada, menor dependência do macro e valuation atrativo.

A expectativa é de forte crescimento de receitas até 2027, mesmo com possível aumento da alavancagem no curto prazo.

A Lavvi também é destaque, com alta rentabilidade e projeção de crescimento relevante em 2026, além do avanço da marca Novvo no segmento de baixa renda. O preço-alvo subiu de R$ 17 para R$ 26.

3 –  IRB Brasil (IRBR3)

O IRB reportou lucro líquido de R$ 143 milhões no quarto trimestre, alta de 27%, e anunciou a possível retomada do pagamento de dividendos, ainda sujeita à aprovação.

Apesar da queda nos prêmios emitidos, o JPMorgan avalia o resultado como praticamente em linha com as estimativas e mantém recomendação de compra, apostando na recuperação da capacidade de distribuição de proventos.

4 – Bônus: Novo Nordisk (N1VO34)

A Empiricus Research recomenda compra da Novo Nordisk, apesar de desafios recentes, como expectativa de queda nas vendas e aumento da concorrência nos EUA.

A farmacêutica, dona de medicamentos como Ozempic e Wegovy, enfrenta volatilidade no curto prazo, mas mantém estratégia focada em inovação, expansão e reinvestimento contínuo em pesquisa e desenvolvimento.

Para a casa, o valuation atrativo e o potencial de recuperação sustentam a tese de “rebote”, inclusive via BDRs na bolsa brasileira.

Para ficar por dentro das principais recomendações de ações para seus investimentos, assista ao Money Picks, toda segunda-feira, no canal do YouTube do Money Times.

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Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.

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