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Viver tem prejuízo de R$ 79,6 milhões no 3º trimestre

13 nov 2020, 18:46 - atualizado em 13 nov 2020, 18:46
Viver
Em 2020, a Viver adotou uma estratégia de preservação de caixa e direcionou seus esforços no processo de reestruturação e recuperação judicial (Imagem: Divulgação/Viver)

A Viver (VIVR3) encerrou o terceiro trimestre do ano com prejuízo de R$ 79,6 milhões, de acordo com o relatório divulgado nesta sexta-feira. O montante negativo ficou praticamente estável quando comparado com os números do mesmo período de 2019.

De acordo com a Viver, o resultado negativo no trimestre foi fortemente impactado pelo reconhecimento de impairment de imóveis a comercializar no valor de R$ 31 milhões.

A receita líquida, por outro lado, saiu de um valor negativo de R$ 48,5 milhões para um saldo positivo de R$ 7,7 milhões. A companhia explicou que, em 2019, a administração “constituiu provisão para distratos de operações que possuem ações judiciais com riscos efetivos de distratos e retornou os custos das unidades para o estoque de imóveis a comercializar”. Dessa forma, os distratos não impactaram a receita líquida no trimestre.

As vendas contratadas cresceram 9%, para R$ 10,9 milhões. Já o Ebitda, que representa o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, ficou no vermelho, tendo finalizado o trimestre em -R$ 69,2 milhões. A margem Ebitda do período foi de -904,5%.

A Viver segue sem lançamentos no 2020. A companhia resolveu adotar uma estratégia de preservação de caixa e direcionar esforços no processo de reestruturação e recuperação judicial.

Editora-assistente
Formada em Jornalismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atua como editora-assistente do Money Times há pouco mais de três anos cobrindo ações, finanças e investimentos. Antes do Money Times, era colaboradora na revista de Arquitetura, Urbanismo, Construção e Design de interiores Casa & Mercado.
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Formada em Jornalismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atua como editora-assistente do Money Times há pouco mais de três anos cobrindo ações, finanças e investimentos. Antes do Money Times, era colaboradora na revista de Arquitetura, Urbanismo, Construção e Design de interiores Casa & Mercado.
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