Wall Street

Wall Street cai com petróleo na máxima de cinco meses

23 out 2026, 10:46
Operador na bolsa de Nova York 1º de junho de 2026. REUTERS/Brendan McDermid/Foto de arquivo / USN: KBN3T21FY/ ID: tag:reuters.com,2026:newsml_KBN3T21FY:1
Operador na bolsa de Nova York (Foto: REUTERS/Brendan McDermid/Foto de arquivo)

Os índices de Wall Street operam em queda no pregão desta sexta-feira (23) com petróleo nas máximas de cinco meses renovando preocupações sobre pressões inflacionárias.

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Confira o desempenho dos índices após a abertura do pregão:

  • Dow Jones: -1,02%, aos 52.327,46 pontos;
  • S&P 500: -0,42%, aos 7.630,98 pontos;
  • Nasdaq: -0,19%, aos 26.960,451 pontos.

O que movimenta Wall Street?

A continuidade dos preços do petróleo acima de US$ 100 por barril pressiona os ativos e injeta cautela no mercado por temor de pressões inflacionárias.

Por volta de 10h40 (horário de Brasília), o contrato do Brent negociado para dezembro subia 1,77%, a US$ 115,17 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Ontem (22), o o presidente dos EUA, Donald Trump, acusou o Irã de mentir sobre os ataques a navios que transitavam pelo Estreito de Ormuz.

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Do outro lado, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã informou que quatro embarcações foram atingidas e pegaram fogo no Golfo Pérsico, segundo a agência de notícias estatal iraniana Tasnim, enquanto outras três atingiram minas no Estreito de Ormuz.

Em outra notícia, o chefe do exército iraniano teria dito que as forças armadas do país estão totalmente preparadas para a “guerra assimétrica” ​​após fortalecerem suas capacidades.

Além disso, as preocupações com os gastos em inteligência artificial continuam no radar.

*Com informações de Reuters

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.

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