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WEG (WEGE3): Resultado do 2T26 sugere operação mais resiliente

28 jul 2026, 10:42
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(Imagem: Divulgação WEG)

A WEG (WEGE3) apresentou um segundo trimestre de 2026 (2T26) com receita ligeiramente abaixo das expectativas, mas com margens melhores do que o mercado temia. A receita líquida consolidada recuou 0,6% na comparação anual, para R$ 10,1 bilhões, pressionada principalmente pela queda de 22,9% nas vendas de equipamentos de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia (GTD) no mercado interno, em razão da desaceleração dos projetos de energia solar no Brasil.

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Por segmentos, GTD caiu 9%, para R$ 3,7 bilhões, apesar do avanço de 6% nas vendas externas. Equipamentos Eletroeletrônicos Industriais cresceram 6%, para R$ 5,2 bilhões, apoiados pela maior atividade industrial doméstica. Já Motores Comerciais e Appliance recuaram 4%, para R$ 777 milhões, enquanto Tintas e Vernizes avançaram 6%, para R$ 424 milhões.

O principal destaque positivo veio da rentabilidade. A margem bruta avançou 1,6 ponto percentual em relação ao 1T26, embora ainda tenha recuado 0,5 ponto frente ao 2T25. A margem Ebitda, por sua vez, caiu apenas 0,3 ponto percentual na comparação anual, desempenho melhor do que o esperado diante das tarifas, da desvalorização do dólar e da fraqueza de GTD.

O Ebitda recuou 2,1%, para R$ 2,2 bilhões, e o lucro líquido também caiu 2,1%, para R$ 1,5 bilhão, ambos acima das estimativas. O ROIC permaneceu elevado, em 33,6%.

Após um primeiro trimestre mais fraco, os números do 2T26 sugerem uma operação mais resiliente e reforçam uma visão construtiva para o segundo semestre e para 2027, especialmente diante do histórico de execução da companhia, das avenidas de crescimento ainda relevantes e da negociação a cerca de 23 vezes os lucros esperados para o próximo ano.

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Economista e especialista em investimentos da Empiricus
Estudou finanças na University of Regina, no Canadá, tendo concluído lá parte de sua graduação em economia pela PUC. Pós-graduado no Programa Avançado em Finanças do Insper, trabalhou em duas das maiores casas de análise de investimentos da América Latina, além de ter feito parte de uma boutique voltada para fusões e aquisições, na área de modelagem financeira e pesquisa. Hoje faz parte no time de analistas da Empiricus. É analista CNPI e especialista em investimentos CEA.
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Estudou finanças na University of Regina, no Canadá, tendo concluído lá parte de sua graduação em economia pela PUC. Pós-graduado no Programa Avançado em Finanças do Insper, trabalhou em duas das maiores casas de análise de investimentos da América Latina, além de ter feito parte de uma boutique voltada para fusões e aquisições, na área de modelagem financeira e pesquisa. Hoje faz parte no time de analistas da Empiricus. É analista CNPI e especialista em investimentos CEA.
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