A Casa mais vigiada dos Estados Unidos, como ela afeta os preços das criptomoedas e outros destaques do Crypto Times
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O reality show mais tradicional da televisão brasileira começou na última semana.
Não, esta não é uma coluna das páginas de fofoca.
Não, eu não sei quem são os participantes ou qualquer outra coisa.
Sim, falaremos de criptomoedas hoje.
Sempre que surge uma nova edição deste e de outros programas em que o público acompanha 24h a vida de outras pessoas, me surge a dúvida do porquê.
Sem julgamentos, mas, assim como a regra do impedimento e intervalos comerciais dentro do streaming, eu não entendo.
É verdade que sempre que surge um corte novo nas redes sociais de alguma briga ou discussão não dá pra resistir. A gente sempre se rende e dá uma olhada na confusão e sente o prazer de estar por dentro das fofocas da casa. É normal também.
Mas quem vem protagonizando um barraco público em uma casa diferente são o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o chefe do Federal Reserve (o Banco Central norte-americano), Jerome Powell.
Voltando alguns passos, não é de hoje o descontentamento de Trump com a política de juros elevados nos EUA.
Do outro lado, Powell tenta controlar o dragão da inflação norte-americana, enquanto busca manter os níveis de emprego em patamares aceitáveis.
Para explicar as querelas da Casa (Branca) mais vigiada dos Estados Unidos, o nosso colunista Marcello Cestari passou um pente-fino a contrapelo na situação — e, é claro, como ela pode afetar o mercado de criptomoedas.
Os detalhes você confere lendo a coluna dele aqui.
Fique agora com os principais destaques da semana aqui no Crypto Times.
Um forte abraço,
Renan Sousa, editor-assistente do Money Times.
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