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PeckShield: Ataques hackers roubam mais de US$ 4 bilhões em criptomoedas com mudança de estratégia dos criminosos

13 jan 2026, 10:00 - atualizado em 13 jan 2026, 10:02
Ataques hacker contra as criptomoedas em 2025 (Imagem Copilot)
Ataques hacker contra as criptomoedas em 2025 (Imagem Copilot)

O anuário da empresa de segurança digital PeckShield mostrou que hackers conseguiram roubar o equivalente a US$ 4,04 bilhões em ataques hackers envolvendo criptomoedas 

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O montante é um recorde dos últimos três anos, superando 2024 (US$ 3,01 bilhões) e 2023 (US$ 2,61 bilhões). Desse total, US$ 334,9 milhões foram recuperados ou congelados nas respectivas blockchains. 

O relatório destaca que, paralelo a isso, o número de ataques diminuiu nos últimos anos, o que indica que os roubos foram cada vez mais rentáveis para os criminosos.  

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Os ataques são divididos em três categorias principais:  

  • Explorações (Exploits) — 66%: Incluem vulnerabilidades em contratos inteligentes, falhas no nível do protocolo e comprometimento de chaves privadas; 
  • Golpes (Scams) — 22%: Incluem RugPulls (puxadas de tapete), golpes de saída (exit scams) e plataformas de investimento enganosas; 
  • Engenharia Social — 12%: Ataques direcionados via phishing, manipulação de assinaturas de permissão e falsificação de identidade 

Mudança no perfil de ataques 

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Enquanto no passado os criminosos focavam em protocolos de Finanças Descentralizadas (DeFi), explorando fraquezas de smart contracts blockchains pouco seguras, agora a maior parte deles está concentrada em ataques à plataformas centralizadas (CeFi).  

O caso mais emblemático foi o ataque à Bybit, onde os criminosos levaram o equivalente a US$ 1,4 bilhão da plataforma. Os hackers se aproveitaram de uma falha nas carteiras frias (cold wallets) da empresa para levar os fundos.  

Esse tipo de ataque é mais trabalhoso do que a elaboração de golpes, mas tende a ser mais rentável. Para efeitos de comparação, o segundo maior hack com criptomoedas envolveu uma quantia de apenas US$ 330,7 milhões. 

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.

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