O presidente do Federal Reserve(Fed), Jerome Powell, participa do seu segundo dia de sabatina no Congresso dos Estados Unidos (EUA). Nesta quarta-feira (25), também às 11h (horário de Brasília), ele fala no Comitê Bancário do Senado.
“As mudanças nas políticas continuam a evoluir, e seus efeitos sobre a economia permanecem incertos”, disse Powell. “Por enquanto, estamos bem posicionados para esperar para saber mais sobre o provável curso da economia antes de considerar quaisquer ajustes em nossa postura de política”, completou.
Segundo ele, se o Fed se baseasse unicamente nos dados atuais, manteria o ritmo de cortes de juros. No entanto, as projeções sinalizam uma alta significativa dos preços devido às tarifas, o que muda a equação. “Não podemos ignorar isso”.
O presidente afirmou que a autarquia chegará eventualmente a um ponto em que cortará juros, se as pressões na inflação continuarem estáveis. Ele não indicou, no entanto, uma reunião específica para essa decisão.
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Na semana passada, o banco central norte-americano manteve a taxa estável no patamar de 4,25% a 4,50% pela quarta reunião seguida. As novas projeções econômicas divulgadas na ocasião mostraram que as autoridades esperam dois cortes de 0,25 ponto percentual nos juros até o final do ano.
>> Powell: Agora, os efeitos da inteligência artificial na economia não são bons; mas a IA tem um grande potencial para mudanças significativas na economia
12h50
>> Powell: A inflação está em um bom lugar
12h44
>> Powell: Em momentos de incerteza, tendemos a não oferecer orientações futuras e a agir com mais cautela
12h43
>> Powell: Em momentos de grande incerteza — inclusive agora — você deve analisar os dados reais, obter sinais deles e não ser tão ousado com suas projeções
12h31
>> Powell: Reduzir a incerteza e definir as tarifas finais poderia, potencialmente, colocar o Fed em posição de cortar juros
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12h24
Dólar firma alta e encosta em R$ 5,60 com IOF, leilões do BC e tensão no Oriente Médio
O dólar à vista (USDBRL) recupera o fôlego no exterior e estende os ganhos ante o real em meio a uma combinação de fatores: monitoramento das tensões no Oriente Médio, discursos dos presidentes dos Estados Unidos e do Federal Reserve (Fed) e movimentações em Brasília.
Por volta de 17h10 (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra, caía 0,17%, aos 97.693 pontos.
>> Powell: Nunca levaremos em conta déficits orçamentários e coisas assim
12h12
>> Powell quando questionado sobre os riscos de estagflação nos EUA: Não estamos vendo isso agora
12h02
>> Powell: Pesquisas mostram que as pessoas se sentem inseguras com a economia e apontam para tarifas; mas isso diminui
11h55
>> Powell: Se houver choques tarifários múltiplos ou prolongados, o impacto sobre a inflação pode ser mais persistente
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11h48
>> Powell: Desde a Segunda Guerra Mundial, temos observado uma redução de tarifas. Por isso, não temos um conhecimento recente sobre o impacto do aumento das tarifas na inflação
11h43
>> Powell quando questionado sobre a volatilidade do dólar: Os mercados têm digerido um conjunto incomum de circunstâncias
11h41
>> Powell: Expectativas de inflação caíram desde abril
11h39
>> Powell quando questionado se a confiança no dólar está se erodindo: Não diria isso
11h18
>> Powell: Estamos bem posicionados para esperar para saber mais sobre o provável curso da economia antes de considerar quaisquer ajustes em nossa postura de política
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11h18
>> Powell: Os efeitos das tarifas na inflação podem ter vida curta ou pode ser mais persistentes
11h16
>> Powell: Aumentos nas tarifas este ano podem afetar a inflação
Editora-assistente no Money Times e graduada em Jornalismo pela Unesp - Universidade Estadual Paulista. Atua na área de macroeconomia, finanças e investimentos desde 2021.
Editora-assistente no Money Times e graduada em Jornalismo pela Unesp - Universidade Estadual Paulista. Atua na área de macroeconomia, finanças e investimentos desde 2021.
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