As 11 notícias que movimentaram o mercado nesta terça-feira

Olá, leitor do Money Times!
Selecionamos as 11 principais notícias que movimentaram o mercado nesta terça-feira (9).
1 – As 5 melhores ações para investir no segundo trimestre, segundo o Credit Suisse – Em uma avaliação conhecida como HOLT, o Credit Suisse preparou um estudo para identificar as ações que estão em maior evidência para o segundo trimestre de 2019, em uma avaliação para encontrar os ativos na “crista da onda” entre os papéis negociados em na América Latina e Europa, Oriente Médio e África. Leia Mais
2 – Temporada de resultados nos EUA será “hora da verdade” para ações, diz Morgan Stanley – Para Michael Wilson, estrategista-chefe de ações do Morgan Stanley nos EUA, investidores institucionais agora operam em modo FOMO (Fear of Missing Out), no qual todos esperam realizar movimentos somente quando o mercado tiver definido, ou seja, observando o que os outros investidores institucionais realizam. Leia Mais
3 – Potencial de ação da Oi é de até 216%, calcula BTG Pactual – O potencial de valorização das ações da Oi (OIBR3) pode chegar a 216%, calcula o BTG Pactual em um relatório enviado a clientes nesta terça-feira (9). Os analistas Carlos Sequeira, Bernardo Teixeira e Osni Carfi avaliam que a empresa concluiu a sua reestruturação e agora está com a sua capacidade de investimentos restaurada. Leia Mais

4 – Raia Drogasil: Múltiplos atuais das ações não parecem atraentes, diz Bradesco BBI – O Bradesco BBI reiniciou a cobertura das ações da Raia Drogasil (RADL3) com recomendação de venda e preço-alvo de R$ 62,00 – equivalente a um downside (desvalorização esperada) de 8,8% em relação ao último fechamento. Leia Mais
5 – Indicadores do mercado de trabalho da FGV apresentam piora em março – Os dois indicadores da Fundação Getulio Vargas (FGV) que buscam analisar o mercado de trabalho apresentaram piora na passagem de fevereiro para março. O Indicador Antecedente de Emprego (Iaemp) da FGV recuou 5,8 pontos, para 93,5 pontos em uma escala de zero a 200 pontos, o menor patamar desde outubro de 2018. Leia Mais
6 – FMI reduz projeção de crescimento global e espera Reforma da Previdência em 2019 – O FMI (Fundo Monetário Internacional) divulgou o WEO (World Economic Outlook) nesta terça-feira (9), no qual reduz a projeção de crescimento global para 3,3% – frente projeção anterior de 3,5% em janeiro último. Leia Mais
7 – Desequilíbrio fiscal permanece em estados federativos: veja estudo da Fitch – A Fitch publicou relatório sobre os indicadores de crédito subnacionais brasileiros do primeiro trimestre de 2019, no qual avalia o cenário de viabilidade da dívida dos principais estados brasileiros. Leia Mais
8 – Rali da proteína: XP recomenda compra para Marfrig e JBS – Em meio a um ciclo positivo para as ações de empresas produtoras de proteínas, a XP Investimentos iniciou a cobertura das ações da Marfrig (MRFG3) com a recomendação de compra. O preço-alvo é de R$ 9. Leia Mais

9 – Vendas no varejo estagnam em fevereiro, indica IBGE – Em fevereiro de 2019, o volume de vendas do comércio varejista nacional ficou estável frente a janeiro, na série com ajuste sazonal, após avanço de 0,4% em janeiro, informou o IBGE em uma nota enviada nesta terça-feira (9). A média móvel trimestral, após subir 0,5% em janeiro, recuou 0,6% em fevereiro. – Leia Mais
10 – Investidor estrangeiro amplia saldo positivo na B3 em R$ 294,2 milhões – A jornada da última sexta-feira (5) foi marcada mais uma vez pelo aumento da posição comprada dos investidores estrangeiros no segmento Bovespa da B3. No dia, as compras foram de R$ 5,706 bilhões e as vendas de R$ 5,411 bilhões, resultando em saldo positivo de R$ 294,287 milhões na sessão. No acumulado do mês, o resultado é positivo em R$ 592,361 milhões. Leia Mais
11 – Trabalhadores movem ação de R$ 5 bilhões contra a Vale em Brumadinho – Entidades representativas de trabalhadores vítimas do rompimento da barragem da Vale (VALE3), em Brumadinho (MG), informaram ter impetrado uma ação coletiva contra a mineradora. Segundo o advogado Maximiliano Garcez, as associações de classe pedem R$ 5 bilhões como indenização pelos danos morais coletivos e sociais provocados pela multinacional. Leia Mais

Bônus
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