Aura Minerals (AURA33) anuncia dividendos de US$ 60,4 milhões; veja valor por BDR
A Aura Minerals (AURA33) aprovou o pagamento de dividendos de US$ 0,72 por ação ordinária, equivalente a US$ 0,24 por BDR, com base nos resultados do segundo trimestre de 2026. O montante total da distribuição será de aproximadamente US$ 60,4 milhões, acima do mínimo previsto na política de dividendos da companhia.
Terão direito ao provento os investidores com posição acionária ao fim do pregão de 18 de agosto. O pagamento aos detentores de ações ordinárias será realizado em 28 de agosto, enquanto os investidores em BDRs devem receber os valores por volta de 8 de setembro, em reais, conforme a taxa de câmbio a ser divulgada antes da data de pagamento.
Considerando o dólar de R$ 5,1047 no fechamento de 4 de agosto, o dividendo corresponde a aproximadamente R$ 1,2178 por BDR, valor que ainda será ajustado pela cotação da véspera do pagamento.
Segundo a Aura, o dividendo representa um dividend yield acumulado de 4,3% nos últimos 12 meses e não haverá retenção de imposto na fonte no momento do pagamento.
O CEO da Aura Minerals, Rodrigo Barbosa, destacou que a companhia encerrou um primeiro semestre recorde, com produção de 157,6 mil GEO (onças equivalentes de ouro), alta de 27% na comparação anual, e EBITDA ajustado de US$ 441 milhões, crescimento de 135% em relação ao mesmo período do ano passado.
“É com satisfação que anunciamos um dividendo de aproximadamente US$ 60 milhões, equivalente a um dividend yield de cerca de 4,3%, acima do mínimo previsto em nossa Política de Dividendos, complementado por um novo programa de recompra de ações de até US$ 200 milhões. Ao longo do trimestre, avançamos a construção de Era Dorada dentro do cronograma, demos continuidade à expansão de Almas e ao desenvolvimento da mina subterrânea de MSG e concluímos a venda da Mina São Francisco”, afirmou.
“Esses marcos evidenciam a execução da nossa estratégia: elevar a produção para acima de 600 mil GEO por ano, ampliar recursos e reservas, buscar oportunidades disciplinadas de M&A e gerar retornos relevantes aos acionistas. Para o segundo semestre, esperamos um desempenho mais forte, sustentado por Aranzazu, Apoena, Borborema e MSG, o que reforça o guidance do ano. E há muito mais por vir”, concluiu o executivo.