Internacional

Autoridades do BCE preveem primeiro de vários aumentos de juros em junho, segundo fontes

30 abr 2026, 12:50 - atualizado em 30 abr 2026, 12:50
Presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, fala à imprensa em Frankfurt, Alemanha, em 30 de abril de 2026. REUTERS/Heiko Becker

É provável que os formuladores de política monetária do Banco Central Europeu aumentem as taxas de juros pelo menos duas vezes, a partir de sua próxima reunião em junho, a menos que uma solução favorável para o conflito com o Irã arraste rapidamente os preços da energia para níveis anteriores à guerra, disseram à Reuters duas fontes próximas à discussão.

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O BCE deixou as taxas de juros inalteradas, conforme esperado, nesta quinta-feira, mas sinalizou crescentes preocupações com o aumento da inflação, conforme as interrupções no fluxo de combustível e outros produtos pelo Estreito de Ormuz aumentam os custos para a zona do euro, importadora de energia.

Fontes que falaram sob condição de anonimato disseram esperar um primeiro aumento da taxa de juros em junho se a situação continuar como está, com o tráfego interrompido e os preços spot do Brent acima de US$100 por barril.

Citando as projeções básicas do BCE, publicadas em março, as fontes disseram que pelo menos dois aumentos das taxas devem ser esperados nesse cenário.

Algumas dessas perspectivas já foram discutidas na reunião desta quinta-feira, quando alguns formuladores de política monetária argumentaram a favor de um aumento dos juros.

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Uma das fontes disse que a discussão desta quinta foi principalmente sobre junho e houve pouca discordância na mesa de que a ação de política monetária será necessária, a menos que haja uma mudança fundamental nas perspectivas.

Uma segunda fonte enfatizou que a perspectiva ainda pode mudar se um acordo entre os Estados Unidos e o Irã ponha fim ao conflito e faça os preços da energia caírem.

Um porta-voz do BCE não quis comentar.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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