Comprar ou vender?

Itaú BBA retoma cobertura de Dasa (DASA3); o que mudou?

31 jul 2026, 11:54
dasa amil processo de fusão entre as empresas
(Imagem: Divulgação/ Dasa)

O Itaú BBA revisitou a tese de investimento de Dasa (DASA3), considerando de forma positiva a transformação em curso da companhia, sustentada pelas melhorias em seu negócio de diagnósticos premium e no segmento B2B, além do potencial de expansão de margens da Rede Américas, o que deve se traduzir em um maior resultado de equivalência patrimonial para DASA3.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Dito isso, no atual contexto do mercado de ações, os investidores buscam não apenas um bom desempenho operacional, mas também evidências mais claras de aceleração na geração de fluxo de caixa livre (FCF) e de maior retorno aos acionistas”, afirma.

O BBA retomou a cobertura com recomendação neutra e preço-alvo para o final de 2026 de R$ 3,30, o que implica um potencial de valorização de 25% em relação ao fechamento anterior (30).



Destaques positivos

Para o BBA, o segmento B2B da Dasa, que sempre foi um dos principais pilares do negócio, tem potencial para alavancar sua escala já existente e impulsionar o crescimento incremental de volumes.

O banco avalia também que a empresa está bem posicionada para capturar a tendência do avanço da acessibilidade financeira dentro do setor de saúde. Isso, explica, ao considerar o amplo portfólio de serviços e de suas marcas diferenciadas, ampliando o acesso a serviços diagnósticos de qualidade a preços acessíveis, ao mesmo tempo em que preserva um perfil atrativo de rentabilidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nos cálculos do BBA, a Rede Américas contribuirá com aproximadamente R$ 180 milhões em resultado de equivalência patrimonial para a Dasa em 2027.

Outro ponto mencionado pelo banco de investimentos é a incorporação ao cenário dos desenvolvimentos operacionais mais recentes e dos impactos da Rede Américas.

Com isso, as projeções do BBA indicam uma margem Ebitda de 23,2% e um fluxo de caixa livre para o acionista (FCFE) de R$ 235 milhões em 2026, o que poderá representar a continuidade do processo de desalavancagem da companhia.

“Ainda assim, preferimos adotar uma postura cautelosa até que haja maior evidência de uma geração consistente de fluxo de caixa livre”, afirma o banco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar