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Azul (AZUL53): CFO renuncia e ex-Embraer assume posição; entenda a dança das cadeiras

06 abr 2026, 10:23 - atualizado em 06 abr 2026, 10:23
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(Imagem: iStock/miglagoa)

A Azul (AZUL53) informou ao mercado a renúncia de Alexandre Wagner Malfitani do cargo de diretor financeiro (CFO) e de relações com investidores (IRO) da comapnhia, mostra fato relevante divulgado nesta segunda-feira (6).

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No lugar, quem assume é Antonio Carlos Garcia, que teve o comunicado de saída da Embraer (EMBJ3), onde ocupava também a posição de CFO, realizado minutos antes do anúncio da Azul.

A partir de 20 de abril de 2026, Garcia ocupará a posição de vice-presidente, diretor Financeiro (CFO) e diretor de relações com investidores (IRO) da Azul, sujeito à aprovação do conselho de administração da companhia.

“Estamos extremamente felizes em receber Antonio Garcia na Azul, especialmente neste novo capítulo que iniciamos após a bem-sucedida reestruturação da empresa. Sua experiência na Embraer, uma de nossas parceiras mais importantes, lhe proporciona uma visão única do nosso negócio”, afirma John Rodgerson, CEO da Azul.

Em síntese, a dança das cadeiras consiste em: Embraer anunciou a saída de seu CFO, Antonio Garcia, que foi para a Azul, enquanto o CEO, Francisco Gomes Neto, passa a acumular as funções na fabricante de aeronaves. Já na Azul, Malfitani deixa a posição após mais de 17 anos atuando na Azul, de acordo com informações do LinkedIn.

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Reestruturação da Azul

Em 20 de fevereiro, a Azul anunciou a conclusão de seu processo de reestruturação financeira nos Estados Unidos e saiu do Chapter 11, após cumprir todas as condições previstas no plano de reorganização.

Com o encerramento do processo, a Azul reduziu sua dívida de empréstimos e financiamentos em cerca de US$ 1,1 bilhão, cortou em aproximadamente 40% o endividamento relacionado a arrendamentos de aeronaves e diminuiu em mais de 50% os pagamentos anuais de juros em comparação com o período anterior ao Chapter 11.

Além disso, estima que seus gastos recorrentes com leasing serão reduzidos em cerca de um terço. O plano foi viabilizado pela captação de aproximadamente US$ 1,375 bilhão em Sênior Notes e US$ 950 milhões em aportes de capital.

A ordem na Azul após a saída do Chapter 11 é redução de alavancagem e foco em geração de caixa, de acordo com falas do CEO da aérea, John Rodgerson, em entrevista coletiva com jornalistas realizada após o anúncio.

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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