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Azul (AZUL53) conclui oferta de R$ 4,98 bilhões e homologa aumento de capital

19 fev 2026, 8:48 - atualizado em 19 fev 2026, 8:48
azul
(Imagem: iStock/miglagoa)

A Azul (AZUL53) informou ao mercado a conclusão da sua oferta pública primária de ações, que totalizou R$ 4,987 bilhões. Com isso, o conselho de administração da aérea aprovou e homologou o aumento de capital, dentro do limite autorizado, mediante a emissão de 45.477.707.683.900 novas ações, ao preço de R$ 0,000109656646388772000.

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Devido ao novo aumento de capital, o novo capital social da Azul é de R$ 21,7 bilhões, dividido em 54.730.851.778.811 ações ordinárias, já refletindo os efeitos do grupamento.

Na última semana, a Azul obteve aprovação em Assembleia Geral Extraordinária para o grupamento de todas as ações da companhia na proporção de 75 ações para 1 ação.

A oferta de ações é mais um entre os passos do plano de recuperação judicial da aérea nos Estados Unidos (Chapter 11), que visa captar recursos e a capitalização de créditos ligados ao financiamento DIP (Debtor in Possession).

O preço por ação segue os termos do plano e foi fixado com um desconto de 30% sobre o valor econômico post-money da Azul definido no Plano (US$ 1,78 bilhão). A oferta foi dirigida majoritariamente a acionistas com direito prioritário e a investidores profissionais; detentores de ADRs não puderam participar da oferta prioritária.

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Compromissos de investimento

Para assegurar a viabilidade e a concretização da captação, a Azul informou ter firmado compromissos de investimento que somam até US$ 951 milhões (cerca de R$ 5 bilhões na cotação atual).

United Airlines, por exemplo, assumiu o compromisso de subscrever ações no montante total de US$ 100 milhões. Já um grupo de investidores âncora assumiu compromisso de subscrição de até US$ 750,75 milhões, com possibilidade de um aporte adicional de US$ 101,5 milhões.

Além disso, detentores de títulos de dívida da companhia, incluindo notas de primeira e segunda linha e papéis emitidos no contexto do financiamento DIP, poderão converter créditos em ações.

Titulares de determinadas senior notes também capitalizaram seus créditos por meio da subscrição de ações.

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A companhia pretende deixar a recuperação judicial nos Estados Unidos ainda neste mês de fevereiro.

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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