Economia

Caixa atinge R$ 1 trilhão em carteira de crédito imobiliário e mantém 68% do mercado

01 jul 2026, 17:12 - atualizado em 01 jul 2026, 17:12
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(Imagem: Agência Brasil/ Marcelo Camargo)

A Caixa Econômica Federal alcançou R$ 1 trilhão em sua carteira de crédito imobiliário em junho, alta de mais de 14% em relação ao mesmo período do ano passado. O banco também manteve participação de cerca de 68% no mercado de financiamento habitacional.

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No primeiro trimestre de 2026, a Caixa originou R$ 64,2 bilhões em crédito imobiliário, crescimento de 30,6% na comparação anual.

Em 2025, o banco bateu recorde de contratações, com R$ 246,4 bilhões liberados para o financiamento de mais de 873 mil imóveis, superando o resultado de 2024, quando foram contratados R$ 223,6 bilhões.

Segundo o presidente da Caixa, Carlos Vieira, o desempenho reflete a estratégia de ampliar o acesso ao crédito imobiliário e diversificar as fontes de recursos. Ele destacou ainda que o Minha Casa, Minha Vida segue como uma das principais alavancas do crescimento da carteira.

Atualmente, 58,4% do crédito imobiliário da instituição está ligado ao programa habitacional, que financiou 659,2 mil unidades no último ano. O ministro das Cidades, Vladimir Lima, afirmou que a Caixa continua sendo o principal agente da política habitacional federal.

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Além das operações voltadas ao Minha Casa, Minha Vida, o banco também ampliou a oferta de crédito com recursos da poupança (SBPE), direcionados à classe média. A estratégia inclui a diversificação das fontes de funding, com instrumentos como as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs).

Ao fim de março, o funding total da Caixa somava R$ 2,03 trilhões. O banco encerrou o período com R$ 2,4 trilhões em ativos e uma base de 159,2 milhões de clientes.

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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