Inteligência Artificial

ChatGPT, Bard e BingAI: inteligências artificiais explicam diferenças e semelhanças entre si

18 maio 2023, 9:28 - atualizado em 18 maio 2023, 9:28
ChatGPT OpenAI inteligência artificial AI IA Bard
O Money Times perguntou para o ChatGPT – versão gratuita que utiliza GPT 4 – e ao BingAI a diferença e semelhança entre os três (Imagem: REUTERS/Florence Lo)

Os chatbots de linguagem generativa são uma das principais “armas” na recente corrida entre empresas para desenvolver inteligência artifical. Mas existem diferenças e semelhanças entre eles. Tanto na utilização quanto no desenvolvimento.

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Quem iniciou a corrida foi a startup OpenAI com o lançamento do ChatGPT no final de 2022. Atualmente, já existem grandes empresas com produtos semelhantes como a Microsoft com o BingAI e o Google com o Bard.

Outros chatbots estão sendo desenvolvidos, ou esperando regulação necessária para serem lançados. É o caso do Ernie, da chinesa Baidu, que aguarda o ‘okay’ do governo do país para ser difundido ao público.

Além deles, existem projetos de códigos abertos, caso do Hugging Face. A proposta é desenvolver um chatbot que pode ser utilizado e desenvolvido por qualquer programador.

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Quais são as semelhanças e diferenças entre Bard, do Google, BingAI da Microsoft Edge e o ChatGPT da OpenAI?

O Money Times perguntou para o ChatGPT – versão gratuita que utiliza GPT 4 – e ao BingAI a diferença e semelhança entre os três. O Bard ainda não foi lançado no Brasil, apesar de ter sido anunciado oficialmente em outros países na semana passada. Mas os outros chatbots possuem informações sobre o concorrente, contidas nas pesquisas fornecidas na internet pelo próprio Google.

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  • ChatGPT comenta sobre semelhanças e diferenças

O ChatGPT define o Bard como um sistema de resposta de linguagem natural, e o BingAI como um recurso específico do navegador Microsoft Edge que melhora a experiência de pesquisa. Sobre ele mesmo, ao se definir, diz que é um assistente de linguagem treinado para gerar respostas em conversas de texto.

A inteligência artificial da OpenAI lembra corretamente que o BingAI fornece sugestões de pesquisa, respostas instantâneas a perguntas comuns, informações contextuais relacionados a conteúdos na internet.

Ou seja, o BingAI, assim como o Bard, possui uma maior utilidade quando o usuário precisa fazer uma pesquisa na internet, de forma dinâmica, e receber a resposta em forma de texto. “Ele visa enriquecer a navegação dos usuários e facilitar a obtenção de informações relevantes.”

O Bard, do Google, BingAI da Microsoft Edge e ChatGPT da OpenAI são produtos desenvolvidos por empresas diferentes para finalidades distintas, segundo o ChatGPT.

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“Cada um desses produtos tem seu propósito e funcionalidades específicas, embora compartilhem a base da tecnologia de processamento de linguagem natural e aprendizado de máquina”, escreve.

O chatbot de inteligência artificial também descreve características técnicas que difere os três. Ele é uma implementação específica do modelo de linguagem GPT (Generative Pre-trained Transformer) desenvolvido pela startup OpenAI. No que tange às semelhanças, o ChatGPT diz que os três utilizam aprendizado de máquina para melhorar suas habilidades de compreensão e geração de texto.

“Eles foram treinados em grandes quantidades de dados e são capazes de aprender com exemplos para melhorar seu desempenho ao longo do tempo.” Os três também visam fornecer respostas a perguntas, embora as abordagens e as fontes de informação possam ser diferentes.

“Embora Bard, BingAI e ChatGPT possuem algumas semelhanças em termos de tecnologia e funcionalidade, é importante ressaltar que são produtos distintos, desenvolvidos por empresas diferentes, com abordagens e características específicas para atender às necessidades de seus respectivos usuários”, finaliza o ChatGPT.

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  • BingAI comenta sobre semelhanças e diferenças

Já o BingAI define o Bard como uma ferramenta de busca do Google que utiliza inteligência artificial para fornecer respostas mais precisas e completas às perguntas dos usuários. É importante ressaltar que o BingAI busca informações na internet, seleciona algumas delas, e elabora em forma de resposta à pergunta feita.

“Ele é capaz de buscar informações atualizadas na internet e permite que os usuários verifiquem as fontes de onde os dados foram coletados, incluindo a Wikipédia”, descreve.

Já o ChatGPT da OpenAI é definido pelo BingAI como um chatbot que utiliza o modelo de linguagem GPT-3.5 e -4 para gerar respostas em conversas mais humanizadas. “Ele é treinado com base em dados de conversas humanas e tem como objetivo fornecer respostas mais naturais e humanas”, explica o chatbot. 

Ao definir ele mesmo, BingAI diz ser um mecanismo de busca que utiliza inteligência artificial para fornecer respostas mais precisas e completas às perguntas dos usuários. Ele ressalta que tem como base o ChatGPT 4, ferramenta da OpenAI.

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Isso porque, a Microsoft utiliza APIs, ou seja, um “kit de construção” originado da OpenAI. A gigante utiliza a tecnologia da startup desde que fez um investimento multibilionário nela, no começo do ano passado.

As semelhanças descritas pelo BingAI também aborda o fato de serem modelos de linguagem para diálogos. Mas o Bing destaca o Bard como ferramenta para auxiliar deficientes visuais.

“O Bard é uma ferramenta do Google voltada para a leitura de textos para pessoas com deficiência visual. Já o ChatGPT é uma ferramenta da OpenAI voltada para a criação de chatbots para a resolução de problemas e dúvidas de usuários. O Bing Chat, da Microsoft, tem como base o ChatGPT 4 e permite que os usuários conversem com um chatbot para obter informações ou soluções”, descreve.

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Repórter do Crypto Times
Jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter do Crypto Times, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.
leonardo.cavalcanti@moneytimes.com.br
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Jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter do Crypto Times, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.
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