Daniella Marques defende tirar brasileiros da ‘prisão assistencialista’, ‘profetiza’ Flávio presidente e acusa PT de ser ‘máquina de mentiras’
A coordenadora econômica da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Daniella Marques, defendeu uma agenda de mobilidade social para tirar os brasileiros do que chamou de “prisão assistencialista” e acusou o PT de ser uma “máquina de mentiras”.
As declarações ocorreram durante o Grande Encontro do Associativismo, no Clube Atlético Monte Líbano, em São Paulo, minutos antes da chegada do candidato do PL ao evento.
Marques também disse estar “profetizando” a vitória de Flávio Bolsonaro na eleição presidencial. “Nosso presidente já está chegando. Eu já estou profetizando”, afirmou, minutos antes da chegada do candidato ao evento.
“Nosso plano é muito simples: é botar as contas no lugar e tirar o Brasil do vermelho, mas principalmente reduzir o custo Brasil e fazer uma agenda forte de mobilidade social, para que as pessoas saiam dessa prisão assistencialista e voltem a ter prosperidade e voltem a sonhar. E não se endividem para sobreviver”, afirmou.
Marques disse que o modelo econômico atual colapsou e que não há outro caminho senão “expandir a produtividade e parar de sustentar Brasília”. Segundo ela, o resultado do primeiro turno demonstrou que os brasileiros querem mudanças.
“O Brasil já mostrou que quer mudança no 1º turno. Queremos governabilidade para fazermos a reforma que precisa”, declarou.
Ao atacar o PT e o governo Lula, a coordenadora acusou os adversários de conduzir uma campanha baseada em mentiras e de operar uma “máquina de fake news”.
“O PT não tem nada para propor ao país e nós temos o maior juro real do mundo”, disse.
Marques também criticou a política fiscal do governo. Segundo ela, a gestão Lula aumentou mais de 30 impostos para financiar “uma conta gigantesca em Brasília”, enquanto o país registra mais de 6 mil empresas em recuperação judicial — número que classificou como recorde histórico.
“E ainda assim eles continuam gastando e deixando uma conta para as futuras gerações, e principalmente, fazendo uma campanha baseada em mentiras. É dever de todos nós ter consciência do que está acontecendo”, afirmou.