Relatório Focus

Economistas reduzem projeção para inflação pela sexta vez consecutiva; veja o Focus desta quarta-feira (18)

18 fev 2026, 14:16 - atualizado em 18 fev 2026, 14:16
selic juros ata do copom banco central
(Imagem: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Os economistas ouvidos pelo Banco Central (BC) reduziram mais uma vez a projeção para a inflação de 2026 de 3,97% para 3,95%, segundo o Boletim Focus divulgado nesta quarta-feira (18). Trata-se da sexta queda consecutiva nas expectativas.

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As previsões para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) nos três anos seguintes seguem estáveis: 3,80% em 2027; 3,50% em 2028; e 3,50% em 2029.

No caso da Selic, a expectativa para 2026 é de 12,25%, enquanto que para 2027, 2028 e 2029, são de 10,50%, 10% e 9,50%, respectivamente.

A aposta para o câmbio apontam um dólar cotado a R$ 5,50 ao fim deste ano. Para 2027 e para 2029 também se mantiveram em R$ 5,50. Para 2029 houve uma queda na projeção de R$ 5,57 para R$ 5,51.

A projeção para o crescimento da economia, por sua vez, não sofreram alterações. O mercado espera que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça 1,80% tanto em 2026 quanto em 2027 e 2% nos dois anos seguintes.

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Nesta quinta-feira (19), o Banco Central divulga o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado a prévia do Produto Interno Bruto (PIB).

Veja as projeções do Relatório Focus desta quarta-feira (18)

Inflação
2026: de 3,97% para 3,95%
2027: permanece em 3,80%
2028: permanece em 3,50%
2029: permanece em 3,50%

PIB
2026: permanece em 1,80%
2027: permanece em 1,80%
2028: permanece em 2%
2029: permanece em 2%

Selic
2026: permanece em 12,25%
2027: permanece em 10,50%
2028: permanece em 10%
2029: permanece em 9,50%

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Dólar
2026: permanece em R$ 5,50
2027: permanece em R$ 5,50
2028: permanece em R$ 5,50
2029: de R$ 5,57 para R$ 5,51

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Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduanda em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua há 3 anos na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduanda em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua há 3 anos na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.

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