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Tempo Real: Ibovespa (IBOV) fecha em queda com pressão de Vale (VALE3)

18 fev 2026, 6:30 - atualizado em 18 fev 2026, 20:05
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) encerrou a sessão desta quarta-feira (18) em queda de 0,24%, aos 186,0 mil pontos, pressionado por ações de peso, em dia de repercussão da ata do Federal Reserve. Não houve negociação na B3 no começo da semana, com a sessão sendo retomada apenas no início da tarde desta quarta-feira. Em Nova York, os pregões também ficaram fechados na segunda-feira, mas reabriram na terça, quando alguns ADRs brasileiros já registravam perdas, antecipando parte do movimento observado no mercado doméstico. Nesta quarta-feira, em Wall Street, o S&P 500, uma das referências do mercado acionário norte-americano, encerrou com acréscimo de 0,56%.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:



Ao vivo
Unipar (UNIP6) firma acordo com Casa dos Ventos para compra de energia e participação em usinas solares

A Unipar (UNIP6) informou ao mercado que sua controlada indireta, Unipar Indupa do Brasil, celebrou contrato de compra de energia elétrica com a Ventos de São Norberto Energias Renováveis, empresa do grupo Casa dos Ventos.

O acordo prevê a aquisição de 33 megawatts médios (MWm) pelo prazo de 15 anos, com início de suprimento estimado para 2028. O contrato, estruturado na modalidade de Power Purchase Agreement (PPA), ocorre no contexto da criação de uma joint venture entre a Unipar Indupa e a Casa dos Ventos.

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Ibovespa: Bilionário americano vende Argentina para comprar Brasil — e lucra milhões

Que o Brasil virou porto seguro de muitos gringos, o investidor já sabe. Em janeiro, o Ibovespa renovou recordes ao receber avalanche de aportes.

Dados da B3 sobre a movimentação dos investidores estrangeiros mostram uma entrada líquida de quase R$ 4,2 bilhões em fevereiro até o dia 9, após um saldo positivo de R$ 26,3 bilhões em janeiro, o que representa o total dos aportes em 2025.

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Ibovespa fecha em queda com pressão de Vale (VALE3)

O Ibovespa (IBOV) encerrou a sessão desta quarta-feira (18) em queda de 0,24%, aos 186,0 mil pontos, pressionado por ações de peso, em dia de repercussão da ata do Federal Reserve.

Não houve negociação na B3 no começo da semana, com a sessão sendo retomada apenas no início da tarde desta quarta-feira. Em Nova York, os pregões também ficaram fechados na segunda-feira, mas reabriram na terça, quando alguns ADRs brasileiros já registravam perdas, antecipando parte do movimento observado no mercado doméstico.

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a quarta-feira (18) em alta de -0,61%, aos 185.164,84 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Este gestor triplicou posição em varejista que derreteu após erro contábil; ‘está de graça’

O Grupo Mateus (GMAT3) era, até pouco tempo, uma das varejistas de alimentos mais queridas pelos analistas. Distante dos problemas do GPA (PCAR3) e da competição acirrada em estados como São Paulo e Rio de Janeiro, a companhia atua com força no Nordeste e no Norte, o que a coloca em uma posição diferenciada.

Porém, um problema contábil fez com que a empresa perdesse até 30% de valor de mercado. A varejista identificou erro de aproximadamente R$ 1 bilhão na contabilização dos estoques e do custo das mercadorias vendidas, o que exigiu a correção dos valores.

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Fitch: Elevar rating do Brasil para ‘BB+’ exige plano fiscal credível no médio prazo

A Fitch Ratings reafirmou que uma melhora na nota de crédito do Brasil depende de um plano fiscal crível no médio prazo. Atualmente, o país tem rating ‘BB’, com perspectiva estável, ou seja, a dois passos do grau de investimento.

“Uma elevação da classificação do Brasil para ‘BB+’ dependeria de um plano de consolidação fiscal que seja substancial, credível e suficiente para fortalecer nossa confiança na estabilização da dívida a médio prazo”, afirma a Fitch, em relatório em formato de perguntas e respostas (Q&A, na sigla em inglês), distribuído a clientes nesta quarta-feira (18). “A principal vulnerabilidade do Brasil é sua posição fiscal fraca”, alerta a classificadora.

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Greve paralisa embarques agrícolas da Argentina

As atividades de exportação de grãos e derivados da Argentina estavam paralisadas nesta quarta-feira devido a uma greve realizada por sindicatos marítimos contra uma reforma trabalhista promovida pelo governo do país, disse o presidente da Câmara de Exportadores e Processadores de Grãos CIARA-CEC.

“Isso (a greve de 48 horas) claramente paralisa totalmente as atividades de agroexportação e nos parece uma medida totalmente política e distante das necessidades específicas”, disse Gustavo Idígoras, presidente da CIARA-CEC, à Reuters.

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Dólar sobe 0,2%, a R$ 5,24, com dados econômicos e ata do Fed no radar

O dólar encerrou a sessão desta quarta-feira (18) em alta frente ao real, refletindo tanto fatores externos quanto eventos domésticos no radar dos investidores. A moeda norte-americana fechou com avanço de 0,20%, cotada a R$ 5,2406, após oscilar ao longo do dia.

Pela manhã, houve uma correção da alta registrada na sexta-feira, quando investidores adotaram posicionamento mais defensivo antes do Carnaval. No entanto, a moeda ganhou impulso ao longo do dia, após dados dos EUA mostrarem que as encomendas de bens duráveis caíram menos do que o esperado em dezembro.

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Petróleo sobe 4% com tensão Irã-EUA e impasse entre Rússia e Ucrânia

Os preços do petróleo subiam mais de 4% nesta quarta-feira (19), com os operadores precificando possíveis interrupções na oferta em meio a preocupações com o conflito entre os Estados Unidos e o Irã, e após negociações entre Ucrânia e Rússia em Genebra terminarem sem um avanço.

Os futuros do petróleo Brent subiam US$ 2,81, ou 4,17%, a US$ 70,23 o barril por volta de 15h10 (horário de Brasília), enquanto os futuros do petróleo West Texas Intermediate (WTI) dos Estados Unidos subiam US$ 2,78, ou 4,46%, a US$ 65,11. Ambos os contratos caíram para mínimas de duas semanas na terça-feira.

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Cacau despenca para nova mínima de dois anos e meio

Os preços mundiais do cacau despencaram nesta quarta-feira (18), recuando até 10% em determinado momento, atingindo novas mínimas em dois anos e meio, em meio a rumores de um acúmulo crescente de estoques não vendidos na Costa do Marfim, maior produtora mundial.

Os comerciantes citaram rumores de que os armazéns de cacau na Costa do Marfim estão transbordando de grãos e que filas de caminhões não podem ser descarregadas porque muito pouco do ingrediente do chocolate está sendo exportado.

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Gasolina e etanol sobem nos postos do Brasil na 1ª quinzena de fevereiro, diz Ticket Log

O preço médio da gasolina teve leve alta e o do etanol avançou mais de 2% nos postos de combustíveis do Brasil na primeira quinzena de fevereiro, com a elevação do ICMS contrabalançando o repasse de uma redução da cotação pela Petrobras no combustível fóssil, apontou o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL) nesta quarta-feira.

O valor médio da gasolina subiu 0,16%, para média de R$6,45, enquanto o etanol hidratado — seu concorrente direto nas bombas — avançou 2,36%, a R$4,77 por litro, mostrou a pesquisa, com base em abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log.

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Citi rebaixa Braskem (BRKM5) para venda de olho nos riscos financeiros e sem injeção de dinheiro da Petrobras (PETR4) no horizonte

O Citi rebaixou a recomendação para a Braskem (BRKM5) de neutra/alto risco para venda/alto risco, mantendo o preço-alvo em R$ 8. Em reação, as ações da petroquímica performam entre os destaques negativos do Ibovespa (IBOV) no pregão desta quarta-feira (18).

A decisão é sustentada pela recente tendência de alta das ações, expectativa de números fracos à frente e incertezas quanto à estrutura de capital (como potencial aumento de capital, possível renegociação da dívida ou pedido de recuperação extrajudicial).

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Ata do Fomc mostra Federal Reserve ainda preocupado com inflação e não descarta novas altas nos juros

A ata da reunião de janeiro do Federal Reserve, divulgada nesta quarta-feira (18), deixou claro que a inflação continua no centro das preocupações da autoridade monetária, após a decisão de manter a taxa básica de juros entre 3,5% e 3,75%, na reunião de janeiro.

Segundo o documento, “a inflação permanece um tanto elevada”, apesar da desaceleração observada desde os picos de 2022. Os dirigentes também alertaram que “o risco de a inflação permanecer persistentemente acima do objetivo do Comitê é significativo”, indicando cautela antes de qualquer novo corte de juros.

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Ouro fecha em alta, com recuperação de perdas recentes e de olho em Fed e geopolítica

O ouro fechou em alta de mais de 2% nesta quarta-feira, 18, em recuperação da queda expressiva registrada na última sessão e com expectativas de investidores para a divulgação, na sequência do período da tarde, da ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), que pode dar mais clareza sobre a trajetória das taxas de juros a ser seguida nos Estados Unidos. A escalada das tensões geopolíticas também contribuíram para o movimento.

Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para abril encerrou em alta de 2,11%, a US$ 5.009,50 por onça-troy.

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XP vê valorização de até 44% para construtoras de alta renda; veja recomendações

A XP Investimentos manteve a Cyrela (CYRE3) como sua principal escolha (top pick) entre as construtoras listadas em bolsa e que são voltadas ao segmento de alta renda.

Em relatório, a corretora apontou que a companhia iniciou 2026 com uma operação diversificada, menos dependente do cenário macroeconômico do que seus concorrentes, apresentando um histórico sólido e sendo negociada a um “atraente” P/L (preço sobre lucro) de 5,7 vezes.

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Ibovespa agora

O Ibovespa, principal índice da bolsa, opera em alta de -0,33%, aos 185.669,37 pontos, nesta quarta-feira (18).

Entre as principais ações do índice, Vale (VALE3) registra baixa de -2,71%, cotada a R$ 84,43. Os papéis da Petrobras (PETR4) são negociados em alta de 0,41%, a R$ 37,02, e os do Itaú (ITUB4), em baixa de -0,33%, a R$ 47,61.

Augusto Lima, do Banco Pleno, se reuniu 7 vezes com BC em 2025 como CEO do Master

O banqueiro Augusto Lima se reuniu ao menos oito vezes com membros do board do Banco Central ao longo do ano passado.

Somente em uma das reuniões, realizada em setembro, ele foi listado como diretor-presidente do Banco Pleno – liquidado nesta quarta-feira, 18, pela autoridade monetária. Nas demais, foi registrado como CEO do Banco Master.

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FGC já pagou R$ 37,2 bilhões em garantias a credores do Master, 92% do total

O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) já pagou 92% do volume total das garantias destinadas a credores do Master. Segundo comunicado divulgado nesta quarta-feira, até as 10 horas deste dia 18 de fevereiro, o Fundo já havia desembolsado R$ 37,2 bilhões a aproximadamente 653 mil investidores.

Com isso, 84% dos beneficiários elegíveis já receberam os valores devidos.

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Carrefour mira 20% de market share no Brasil e quer abrir 70 lojas do Atacadão até 2030

O Carrefour anunciou nesta quarta-feira (18) que pretende reduzir os custos em 1 bilhão de euros por ano como parte do novo plano do presidente-executivo Alexandre Bompard para impulsionar lucros e focar nos seus principais mercados: França, Espanha e Brasil.

Embora o grupo também planeje reduções de preços, estas serão compensadas por economias obtidas através da aceleração do modelo de franquias na França, bem como pelo aumento do uso de inteligência artificial, dados e tecnologia em geral.

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Vale (VALE3) cai na volta do Carnaval com ajuste aos ADRs e minério no menor nível desde novembro

Depois de dois dias de Bolsa fechada no Carnaval, as ações da Vale (VALE3) operam em queda nesta quarta-feira (18), em movimento de ajuste aos ADRs negociados em Nova York e em meio ao aumento da aversão a risco no exterior. Por volta das 14h30, os papéis recuavam 2,31%, a R$ 85,02.

A baixa reflete, em grande parte, a necessidade de alinhamento aos recibos da companhia nos Estados Unidos, que acumularam perdas nos últimos dois pregões enquanto a B3 permanecia fechada. Com isso, o mercado local abriu já “correndo atrás” da correção de preços.

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