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Engie (EGIE3) lança oferta de ações que pode alcançar R$ 10,5 bilhões

06 jul 2026, 10:01 - atualizado em 06 jul 2026, 13:45
(Imagem: divulgação/ Engie Brasil)

A Engie Brasil (EGIE3) anunciou, nesta segunda-feira (6), que protocolou um novo pedido de oferta pública primária de ações.

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Segundo o documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), inicialmente serão emitidas cerca de 178,7 milhões de novas ações, podendo aumentar esse número em até 148 milhões de ações adicionais, dependendo da demanda dos investidores.

Assumindo o preço da ação no fechamento da última sexta-feira (3), de R$ 32,14, a oferta alcança quase R$ 10,5 bilhões, considerando o lote adicional.

O principal objetivo da operação, segundo a companhia, é levantar recursos e concluir a incorporação da participação de 40% na usina hidrelétrica de Jirau de seu acionista controlador, a Engie Brasil Participações (EBP), parte da francesa Engie, avaliada em R$ 5,7 bilhões.

Como pagamento, a companhia emitirá novas ações para a EBP, ampliando sua participação na usina sem desembolsar recursos em caixa.

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Os atuais acionistas terão prioridade para aquisição da oferta, proporcionalmente à participação atual. O período de prioridade será de 6 a 10 de julho.

Caso a captação supere o valor da compra da participação na Jirau, os recursos excedentes serão utilizados para fortalecer a estrutura de capital da companhia, reduzindo alavancagem e aumentando a flexibilidade financeira, afirma a Engie.

O documento estabelece que o preço da oferta será definido por bookbuilding, quando os coordenadores da oferta realizam uma pesquisa de mercado para estimar a demanda e calcular o valor por ação.

A liquidação financeira da oferta acontecerá no dia 17 de julho.

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*Com supervisão de Juliana Américo

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Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.

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