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Entenda por que as ações do Google caem 2% mesmo após o anúncio de investimento de US$ 80 bilhões em inteligência artificial

02 jun 2026, 8:38 - atualizado em 02 jun 2026, 8:38
Logotipo do Google (Imagem: REUTERS/Andrew Kelly)
Logotipo do Google (Imagem: REUTERS/Andrew Kelly)

A Alphabet, dona do Google, anunciou na última segunda-feira (1º) que pretende levantar US$ 80 bilhões em ofertas de ações, o que incluirá um acordo de investimento com a Berkshire Hathaway.

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Do total, a controladora do Google vai vender US$ 10 bilhões em ações para a Berkshire Hathaway, em uma alocação privada, sendo que US$ 5 bilhões serão em ações ordinárias Classe A, ao preço de US$ 351,81 por ação, e US$ 5 bilhões em ações Classe C, a US$ 348,20 por papel.

“A empresa está experimentando uma forte demanda por suas soluções e serviços de inteligência artificial (IA) de empresas e consumidores, em níveis que estão excedendo a oferta disponível da empresa”, disse a Alphabet.

No entanto, os papéis da empresa recuam cerca de 2% nas primeiras horas do pré-mercado em Nova York.



Google cai após anúncio de investimento em IA

A emissão de novas ações para captação dos US$ 80 bilhões gerou preocupações entre investidores minoritários sobre diluição da participação da empresa.

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Após vender US$ 10 bilhões para a Berkshire Hathaway, os US$ 70 bilhões restantes serão divididos da seguinte forma: US$ 30 bilhões serão ofertados ao público, com garantia de subscrição, e US$ 40 bilhões serão vendidos no mercado, provavelmente ainda este ano.

Por fim, os investidores ainda esperam retornos mais substanciais os investimentos em datacenters e hyperscalers (servidores em nuvem) e, ainda que tenha saído das manchetes, o medo de uma bolha financeira envolvendo o ramo de IA também segue no radar dos investidores.

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
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