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Fase zero da Ethereum 2.0 poderá começar só em 2021, afirma pesquisador do projeto

10/07/2020 - 11:19
Traduzido e editado por Daniela Pereira do Nascimento
Ethereum 2.0 apresentará sharding (método que reparte dados), uma nova máquina virtual e uma migração de um algoritmo de consenso proof-of-work (PoW) para um novo algoritmo de consenso proof-of-stake (PoS). A atualização será apresentada em etapas (Imagem: ConsenSys/Blog)

A fase inicial da Ethereum 2.0 — chamada de “Fase 0” — pode não ir ao ar até o início de 2021, segundo um pesquisador envolvido no projeto.

Como se dá a estratégia
de escalabilidade da Ethereum 2.0?

Durante uma sessão de perguntas e respostas na plataforma Reddit nesta sexta-feira (10), perguntaram a Justin Drake, da Ethereum Foundation, quando a Fase 0 iria começar.

Um dos principais fatores que resultam no atraso de lançamento é a abordagem multiclientes utilizada pelos envolvidos no desenvolvimento da Fase 0.

Drake disse que “uma rede pública de testes com mais de três clientes será executada entre dois e três meses” e “um programa de caça a bugs [“bug bounty”] parecido com a bounty.ethereum.org será executado entre (dentre outros itens) como “algumas coisas que queremos ver antes da gênese” em resposta à pergunta, antes de explicar:

Nada pode acontecer no terceiro trimestre de 2020. Com os feriados de fim de ano, eu diria que a oportunidade da fase gênese acontecer em 2020 será em meados de novembro, daqui a quatro meses.

Assim, eu diria que a data mais provável para a fase gênese seria aproximadamente em 3 de janeiro de 2021 (no aniversário de 12 anos do Bitcoin).

Como mencionei em um tuíte, dificultamos ETH2 para nós mesmos (por bons motivos)”, continuou ele, destacando o trabalho na produção de clientes validadores e outros projetos na futura Fase 0.

Vitalik Buterin, cofundador da Ethereum, havia dito anteriormente que o lançamento da Fase 0 seria após a operação bem-sucedida das redes de testes com multiclientes.

Em uma sessão da conferência Consensus 2020, da CoinDesk, Danny Ryan, líder do projeto, disse que ter múltiplos clientes operando na rede é um elemento de segurança essencial.

“Se houver uma falha grave em um único cliente e a rede for interrompida, a rede poderá continuar funcionando porque grande parte dos nós podem não estar sendo executados naquele cliente”, disse ele na época.

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Última atualização por Daniela Pereira do Nascimento - 10/07/2020 - 13:16