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Fôlego financeiro: Azul (AZUL3) recebe primeiro desembolso de R$ 1,3 bilhão do FNAC e reforça liquidez

30 set 2026, 8:02
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(Imagem: Facebook/Azul Linhas Aéreas Brasileiras)

A Azul (AZUL3) informou na terça-feira (29) que celebrou o contrato definitivo de empréstimo com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no âmbito do programa de financiamento do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC).

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Segundo a companhia, a linha de crédito pode chegar a R$ 2,66 bilhões em recursos de longo prazo. A operação reforça a posição de liquidez e a flexibilidade financeira da empresa, além de apoiar a gestão de passivos e o plano estratégico de longo prazo.

Como parte do acordo, a Azul recebeu hoje o primeiro desembolso, de aproximadamente R$ 1,3 bilhão. A outra parcela, também em torno de R$ 1,3 bilhão, deverá ficar disponível no quarto trimestre de 2026.

O financiamento tem prazo de até cinco anos. A Azul informou ainda que, dentro da estrutura da operação, está realizando o pré-pagamento de uma obrigação financeira existente de custo mais alto, no valor aproximado de R$ 400 milhões.

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O horizonte da Azul

Até 2029, a Azul (AZUL3) estabeleceu desalavancagem e criação de valor como principais metas para o negócio. De acordo com a companhia, os dois aspectos reforçam o compromisso com a disciplina financeira e a geração de valor para os acionistas.

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No que diz respeito à desalavancagem, a Azul reiterou a meta de atingir uma relação dúvida líquida sobre o Ebitda inferior a 1,5 vez, consolidando o processo de redução do endividamento e fortalecimento da estrutura de capital.

Somado a isso, em criação de valor, a companhia aérea busca alcançar um valor de mercado 150% superior ao atual até 2029. Para isso, a administração mira uma combinação de crescimento operacional sustentável, expansão do Ebitda, disciplina na alocação de capital e desalavancagem progressiva.

A comunicação de uma projeção ocorreu em julho deste ano, poucos meses após a empresa concluir seu processo de reestruturação financeira. Segundo o CEO da Azul, John Rodgerson, durante o Azul Day, a Azul “está de volta”.

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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