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Índice de fundos imobiliários dispara e abre caminho para máxima histórica; veja desempenho

08 set 2023, 17:13 - atualizado em 08 set 2023, 17:15
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Índice de fundos imobiliário fechou nas máximas desde janeiro de 2020 e prepara terreno para recorde (Foto: Flávya Pereira/Money Times)

O índice de fundos imobiliários (Ifix) da B3 voltou do feriado doméstico, como dizem, ligado no modo turbo e disparou nesta sexta-feira (08).

Com isso, o Ifix atingiu o maior patamar desde janeiro de 2020 e fica muito perto de renovar sua máxima histórica de 3.253 pontos. Sendo assim, o índice de FIIs avançou 0,53% (após ajustes), aos 3.239 pontos.



Entre os fundos listados no Ifix, o destaque de alta ficou com o Vinci Logística (VILG11), ao subir 3,13%. Em contrapartida, o Green Towers (GTWR11) ficou com o pior desempenho do dia (-1,10%).

Fundos imobiliários destaque da semana

Com o salto do pregão de hoje, o Ifix encerra a semana com valorização de 0,68%, na segunda semana consecutiva de alta.

A alta foi impulsionada pelo fundo de papel Devant Recebíveis (DEVA11), que avançou 5,1% entre segunda-feira e hoje. Em contrapartida, o Bluemacaw Logística (BLMG11) registrou as maiores perdas no período, de 5,4%.

FII compra fatia do VISC11 em shopping de Fortaleza

O fundo imobiliário Shoppings AAA (CPSH11) informou ao mercado que comprou a participação de 9% no shopping Iguatemi Bosque, em Fortaleza (CE), vendida pelo Vinci Shopping Centers (VISC11).

Em comunicado, o fundo diz que a operação somou R$ 172,5 milhões, nos quais R$ 36,4 milhões foram pagos à vista, nesta sexta-feira. Agora, os demais pagamentos serão efetuados até janeiro de 2025.

Segundo cronograma do CPSH11, a primeira parcela, de R$ 93 milhões, será quitada em julho do ano que vem.

Enquanto o pagamento da segunda será em dezembro de 2024, no valor de R$ 19,1 milhões. A última parcela será de R$ 23,9 milhões. Desta forma, todos os pagamentos serão corrigidos pelo IPCA.

Além disso, o FII Shoppings AAA estima recebimento mensal de R$ 0,34 por cota.

Repórter
Jornalista mineira com experiência em TV, rádio, agência de notícias e sites na cobertura de mercado financeiro, empresas, agronegócio e entretenimento. Antes do Money Times, passou pelo Valor Econômico, Agência CMA, Canal Rural, RIT TV e outros.
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